Empresários acham que mulheres podem ser discriminadas
A Câmara de Dirigentes Lojistas de São Luís (CDL) integra o movimento liderado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) para sensibilização dos integrantes do Congresso Nacional para alteração da Lei 14.151/21, que determina o afastamento das gestantes das atividades de trabalho presencial, durante a pandemia de Covid.
A preocupação do movimento lojista brasileiro é que a lei traga insegurança para as mulheres no país, refletindo em perda de espaço no mercado de trabalho.
A CDL São Luís encaminhou ofícios aos deputados federais e senadores maranhenses recomendando que os parlamentares façam alteração da legislação recém-aprovada, ouvindo o setor de comércio e serviços.
“A nossa Confederação lembra que a lei não contemplou nenhuma contrapartida viável para os empregadores, e no caso do comércio, por exemplo, nem sempre há condições de adotar as medidas previstas na legislação, pois não é qualquer profissão que pode exercer o homeoffice. Além disso, para gestantes já vacinadas com as duas doses o afastamento não seria aplicável”, explica o presidente da entidade, Fábio Ribeiro.
A entidade lojista lembra que o ônus imposto pela legislação não pode recair totalmente sobre o empregador.




