Para o Brasil seriam necessários R$ 110 bilhões
O Maranhão terá de investir R$ 2,15 bilhões até o ano de 2035 para universalizar o abastecimento de água no estado. Os números são do Atlas Águas – Segurança Hídrica do Abastecimento Urbano divulgados nesta segunda-feira (18) pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (Ana), no 31º Congresso da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), em Curitiba (PR).
O objetivo do evento é indicar os investimentos necessários para o abastecimento urbano de água em todas as 5.570 sedes municipais do Brasil – do manancial até as torneiras – de modo que elas possam se planejar para atingir uma maior segurança hídrica.
Para solucionar o problema em nível nacional seriam necessários mais de R$ 110 bilhões.
O montante estimado para o Maranhão representa 5,3% de todo o investimento necessário para a região Nordeste, sendo R$ 738,9 milhões em produção de água (34,31%) e R$ 1,41 bilhão em distribuição de água (65,69%).
Esse investimentos seriam para adequação do Italuís, ampliação do Sistema de vários municípios, perfuração de poços, recuperação e manutenção de barragens, ampliação de redes distribuidoras etc. São Luís é um dos exemplo da carência de investimento, pois boa parte da cidade ainda é abastecida por carros pipas, o que eleva despesas de condomínios (residenciais e comerciais), hoteis e consumos individuais de muitas famílias.

Além disso, o levantamento da ANA traça um diagnóstico do abastecimento no Maranhão, considerando o tipo de empresa que realiza o serviço, tipos de mananciais utilizados, tipos de sistemas e a população coberta pelo abastecimento urbano de água.

Em termos de vulnerabilidade dos mananciais utilizados para o abastecimento das cidades maranhenses, a situação é a seguinte por sedes urbanas ou por população.





