Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Agronegócio»Governo do Pará deve retomar as exportações de bois vivos que viriam para o Maranhão
    Agronegócio

    Governo do Pará deve retomar as exportações de bois vivos que viriam para o Maranhão

    Aquiles Emir26 de novembro de 201504 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Pecuaristas do segmento da exportação de gado vão apresentar, nos próximos dias, um plano emergencial de contingenciamento para ser aplicado no Porto de Vila do Conde. O documento será avaliado e sua execução monitorada pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) e pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    O plano é fruto de um entendimento entre o setor produtivo e o Governo do Estado, ambos interessados em acabar com o impasse provocado pela Companhia das Docas do Pará (CDP), que ainda reluta em dizer como, quando e quem vai retirar os bois em decomposição no navio Haidar, afundado no Rio Pará há quase dois meses (foto acima).

    Por conta dessa proibição, um lote de 5 mil bois foi trazido para São Luís e foi embarcado esta semana para a Venezuela, no Porto do Itaqui. O Maranhão pretendia se tornar exportador desses animais, mas agora tudo vai depender do entendimento no estado vizinho.

    O acidente transformou o berço 300 do porto em área de risco, pois até hoje permanecem submersos o navio e parte de sua carga. A situação provocou a interdição do Porto do Conde para operações com carga viva. A restrição é uma medida preventiva. O naufrágio do Haidar evidenciou a fragilidade dos protocolos de segurança da CDP para lidar com situações emergenciais. Para que o porto retome a rotina, é preciso que a Companhia das Docas diga como pretende evitar novos acidentes e de que modo vai agir se eles acontecerem. Além disso, é indispensável tomar uma decisão acerca da retirada, transporte e destinação dos animais submersos. São protocolos de segurança necessários à preservação do meio ambiente e proteção da vida das pessoas.

    Em reunião convocada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Adnan Demachki, debateu-se na terça-feira (24) uma solução temporária, de modo a não prejudicar os exportadores. Cerca de 51 mil bois destinados à exportação aguardam liberação do embarque em Vila do Conde. São animais já comercializados, e a demora embaraça os exportadores. Por isso, eles propuseram a apresentação do plano de emergência, que não atende a todos os protocolos necessários no contexto do acidente com o Haidar, mas ao menos garante condições de segurança para o transporte dos animais confinados em áreas de pré-embarque.

    Participaram da reunião técnicos da Semas, do Ibama, da Sedeme e representantes das empresas exportadoras Agropexport, Minerva Foods, Mercurio e da Associação Brasileira de Exportadores de Gado (Abeg). A solução apresentada evita prejuízos ao setor, como a quebra de contratos, e atende à preocupação das autoridades com a questão ambiental. É uma manifestação de boa vontade de ambos os lados.

    “Não estamos liberando o porto em definitivo. Isso dependerá do cumprimento total das exigências feitas pelos órgãos ambientais. Trata-se de liberação provisória, emergencial, a ser consolidada até a semana que vem, para evitar novos danos econômicos e ambientais’’, afirmou o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Luiz Fernandes da Rocha (foto).

    O Pará é o maior exportador de boi vivo do Brasil. Em 2014, foram exportadores 547 mil bois em 1,2 mil operações de embarque. O gado é retirado das fazendas e enviado para estações de pré-embarque, onde recebe tratamento para engordar até seguir viagem para o exterior. Atualmente, a produção de bois vivos do Pará abastece 75% do consumo total da Venezuela e 65% do Líbano. Além disso, 400 mil cabeças saem daqui, todos os anos, para o Nordeste brasileiro. “Temos o boi mais sadio do País. A exportação do boi em pé é a chancela da qualidade do boi do Pará”, disse Gastão Carvalho, fazendeiro e representante da Abeg no Pará.

    A exportação de boi vivo ajuda a regular os preços para a pecuária e inclusive contribui com a própria agricultura de grãos, pois se produz ração do milho e soja produzidos no Pará para servir de alimentação para o gado no transporte de navio. “O desastre foi prejudicial a esse ramo da economia paraense, como também foi prejudicial à economia local em Barcarena, prejudicial a todos que exportam pelo porto, atingiu a população de Vila do Conde e até mesmo a imagem do Pará”, comentou Adnan Demachki”.

    (Agência Pará)

    FIEMA
    Previous ArticleMais 60% dos municípios maranhenses estão no Matopiba
    Next Article Sérgio Frota diz que faltou dinheiro ao Sampaio para subir para Série A
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Agronegócio


    Em celebração dos 53 anos da Embrapa, Lula defende sofisticação e diversificação para agro conquistar mais mercados

    24 de abril de 2026
    Agronegócio


    Embrapa Maranhão realiza nesta quinta-feira dia de campo sobre manejo de arroz de sequeiro

    22 de abril de 2026
    Agronegócio


    Startup nordestina usa inteligência artificial para proteger agricultura das emergências climáticas

    17 de abril de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 2   +   3   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Apoio do presidente Lula nem sempre foi certeza de votos para seus aliados na política do Maranhão, como sonha o vice-governador Felipe Camarão no seu projeto para ser sucessor de Carlos Brandão.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    MEI impulsiona entrada de trabalhadores autônomos no mercado formal e amplia oportunidades de renda no Maranhão

    1 de maio de 2026


    O acaso me trouxe aqui para testemunhar uma bela história de bom Jornalismo

    1 de maio de 2026


    Tampas de bueiros mal fixadas na Avenida Edson Brandão incomodam pelo barulho causado por veículos

    1 de maio de 2026

    Havan inicia vendas do álbum da Copa e comercializa mais de 70 mil pacotes de figurinhas no primeiro dia

    1 de maio de 2026


    Vasco assume liderança do Grupo da G da Sul-Americana ao derrotar Olimpia do Paraguai

    1 de maio de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.