Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»Falência ou perda de valor? Especialista explica o que está acontecendo com o Magalu
    Negócios

    Falência ou perda de valor? Especialista explica o que está acontecendo com o Magalu

    Aquiles Emir11 de agosto de 202204 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Empresário analisa caso do gigante do varejo

    A palavra falência possui uma conotação muito negativa e que, consequentemente, pode trazer uma percepção de fraqueza, impotência ou insucesso. No entanto, talvez, uma outra situação possa ser ainda mais preocupante que a falência: a perda de valor.

    Para entender melhor sobre cada uma das situações citadas acima, o empresário Alex Oliveira analisou o caso do Magazine Luiza e explicou se o grupo está falindo ou tendo ações perdendo valor.

    O profissional explica, primeiramente, o que é falência. Segundo o artigo 75 da lei 11.101/2005, falência é um processo que tem a finalidade de afastar o devedor de suas atividades no intuito de preservar bens, ativos, e recursos produtivos da empresa, para futuro pagamento de credores.

    “De certa maneira, há uma preservação do empresário e uma relativa manutenção de sua credibilidade no mercado para o levantamento de novos investimentos que possam permitir um recomeço. Além disso, é importante salientar que a falência é empregada, exclusivamente, a empresários ou sociedades empresárias. É importante destacar que para a pessoa física não pode declarar Falência, mas sim insolvência civil que se aplica, inclusive, para algumas pessoas jurídicas”, explicou.

    Em seguida, o empresário conceituou a perda de valor de um negócio. “Valor comercial perdido é a perda no valor de um negócio resultante de supostos atos dos réus, incluindo, mas não limitado a: quebra de contrato, difamação, fraude, defeito de produto, roubo de segredos comerciais.

    Segundo Alex, a diferença entre o valor do negócio, desconsiderando o impacto do ato alegado menos o valor do negócio no momento do ato alegado é o valor do negócio perdido.

    “O negócio deve ser avaliado usando metodologias de avaliação padrão, mas com dados que seriam conhecidos ou cognoscíveis no momento da avaliação. Ao contrário dos lucros cessantes, a avaliação de negócios perdidos não deve considerar dados posteriores ao ato alegado, mas apenas dados que seriam conhecidos antes ou no momento do ato alegado”, explicou.

    Conforme o empresário, um caso muito recente de perda de valor de mercado é do Magazine Luiza (MGLU3), que no dia 5/8/2022 fechou sua ação em R$3,34, valor semelhante a 11/5/2018 quando fechou em R$3,40, mas muito abaixo dos R$27,34 de 6/11/2020.

    “Independente dos motivos que levaram a tal perda, podemos concluir que a perda foi significativa e que, caso a atividade da MGLU3 siga adiante, é possível que suas perdas sejam ainda maiores”, afirmou.

    Um caso muito recente de falência, conforme Oliveira, é o da empresa “Ricardo Eletro”, que ainda briga na justiça para tentar se reerguer.

    “De qualquer forma, suas perdas foram, proporcionalmente, muito menores que as perdas da MGLU3. E, a Ricardo Eletro ainda busca na justiça uma solução para a situação de Recuperação Judicial em que se encontra”, ponderou.

    Em 24 de dezembro de 2020, entrou em vigor a Lei 14.112/2020, atualizando a antiga lei 11.101/2005, que se refere aos Institutos da Recuperação Judicial e Falência. A ideia das alterações foi conferir maior agilidade aos procedimentos e garantir condições mais favoráveis à reestruturação de empresas em crise, principalmente no que diz respeito à prorrogação de prazos de pagamentos e acesso a novos financiamentos.

    Por fim, o empresário Alex Oliveira explicou que, embora qualquer uma destas situações não seja o que o empresário queira ter como referência, é fundamental em sua análise de riscos dos negócios, em suas reuniões de “Forecast” para reavaliar o planejamento estratégico, considerar, estrategicamente, a consequência da tomada de decisão. “A este processo decisório chamamos de lógica da consequência”, finalizou.

    Sobre Alex Oliveira – O empresário Alex Oliveira tem uma história de sucesso. Natural de uma pequena cidade do estado de São Paulo, ele é proprietário de franquias em vários segmentos, entre eles, escolas de línguas estrangeiras e estabelecimentos do ramo da culinária como Wizard, Oakberry, Maple Bear, The Good Cop Donuts e Lets Eat. O paulistano iniciou sua vida nos negócios com menos de 20 anos e segue expandindo tudo o que conquistou até aqui.
    Previous ArticleA função política da OAB
    Next Article Julho registra o maior volume do ano nas transações de todos os segmentos de veículos usados
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Negócios


    Pesquisa realizada pela Federação das Indústria aponta queda na produção e na geração de empregos no Maranhão

    14 de agosto de 2026
    Negócios


    BNDES amplia aprovações de crédito para o Maranhão com transferência de R$ 945,6 milhões

    13 de agosto de 2026
    Negócios


    Dia do Corretor terá palestra sobre inteligência emocional e comunicação para profissionais do mercado imobiliário

    12 de agosto de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 0   +   7   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    CONVERSA FRANCA Se não há mais amparo constitucional, que sigilo da fonte jornalística seja revisado ou retirado da Constituição Federal, pois o Brasil não pode continuar com uma Carta Magna que tem um amontoado de artigos, parágrafos, alíneas e incisos como letras mortas, enquanto a interpretação do certo e do errado estiver somente nas cabeças privilegiadas de alguns juízes.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Confederação Brasileira de Vôlei segue normas do COI e proíbe participação de mulheres trans em suas competições

    15 de agosto de 2026


    Pesquisa realizada pela Federação das Indústria aponta queda na produção e na geração de empregos no Maranhão

    14 de agosto de 2026


    Tribunal de Contas suspende execução financeira de contrato da Prefeitura de Imperatriz

    14 de agosto de 2026


    Botafogo goleado no Peru pelo Cienciano e Vasco apenas empata em casa com Olimpia do Paraguai

    14 de agosto de 2026


    Belga relembra disputa com Neymar em jogo da Copa de 2018: “Passava tempo demais no chão, mas tivemos sorte”

    14 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.