Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Agronegócio»Frigoríficos do Maranhão têm controle de desmatamento muito baixo, revela levantamento
    Agronegócio

    Frigoríficos do Maranhão têm controle de desmatamento muito baixo, revela levantamento

    Aquiles Emir31 de janeiro de 202404 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Radar Verde analisou grau de transparência pública de empresas 

    Nenhum frigorífico localizado no estado do Maranhão possui algum controle da cadeia da pecuária que garanta que a carne que vendem não seja proveniente de área de desmatamento. A conclusão é da última edição do Radar Verde, que avaliou os 132 frigoríficos com registros de Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e de Serviço de Inspeção Federal (SIF) operando na Amazônia Legal, três deles localizados no estado. Todas as empresas mapeadas — Comcarne Comercial De Carne LTDA (FRIBAL), Frigodhias e Frigorífico Agro Açailândia — tiveram nota vermelha, ou seja, têm grau de transparência considerado muito baixo.

    Para avaliar essas empresas, o Radar Verde adota três indicadores:

      • Grau de Controle da cadeia: que avalia as políticas contra o desmatamento e os indicadores de seu desempenho. Nesta avaliação são verificadas as políticas e indicadores para controle da origem (direta e indireta) da carne, apresentadas nas respostas das empresas ao questionário do Radar Verde, bem como sua eficácia comprovada por meio de auditoria independente realizada pela empresa.
      • Grau de Exposição ao Risco de Desmatamento: avalia o grau de exposição dos frigoríficos ao desmatamento. A metodologia foi desenvolvida pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e é baseada em informações sobre a zona de compra de cada planta frigorífica e sua sobreposição com desmatamento ocorrido, áreas embargadas e risco de desmatamento futuro.
      • Grau de Transparência Pública: avalia se as informações disponibilizadas nos sites das empresas mapeadas revelam a política de controle do desmatamento na cadeia da carne e se sua eficácia é comprovada por meio de auditoria independente realizada pela empresa. Para a avaliação desse indicador são consideradas as perguntas do questionário de avaliação do Grau de Controle.

    Todas as empresas foram avaliadas quanto ao Grau de Transparência Pública, mesmo aquelas que não responderam aos questionários enviados pelo Radar Verde. Dos 132 frigoríficos identificados, foi possível avaliar o Grau de Transparência Pública apenas de 38 (29%). Os 94 (71%) restantes não possuíam ou o site estava em manutenção durante o período de análise.

    No geral, 92% obtiveram classificação quanto à transparência pública com grau de controle muito baixo (vermelho); 7% obtiveram grau de controle baixo (laranja); e apenas 1% obteve classificação com grau de controle intermediário (amarelo).

    “O desmatamento é uma ameaça sistêmica à economia brasileira, pois diminui as chuvas, que são essenciais para o agronegócio, para a geração de energia, o abastecimento industrial e dos lares. A pecuária bovina é a principal atividade responsável pelo desmatamento na Amazônia Legal, ocupando cerca de 90% da área desmatada, sendo que mais de 90% do desmatamento é ilegal”, explica Paulo Barreto, coordenador do Radar Verde e pesquisador associado do Imazon. 

    O relatório completo pode ser conferido aqui.

    Radar Verde – Criado em 2022, o Radar Verde é um indicador público e independente de transparência e controle da cadeia de produção e comercialização de carne bovina no Brasil, que busca dar visibilidade às empresas compromissadas com a redução do desmatamento na Amazônia Legal.

    O indicador avalia iniciativas de frigoríficos e supermercados, em todas as etapas de sua cadeia de fornecedores, que indiquem o grau de comprometimento com a garantia de que a carne bovina que compram e vendem não está relacionada ao desmatamento da Amazônia Legal. O índice classifica anualmente os frigoríficos e supermercados de acordo com o grau de controle e transparência sobre sua cadeia da carne.

    O objetivo do Radar Verde é oferecer informações relevantes aos financiadores e setor financeiro, responsáveis pela concessão de crédito a estas empresas; e aos consumidores de carne bovina, para que possam tomar decisões sobre o consumo livre de desmatamento no processo de produção. O Radar Verde é uma realização do Instituto O Mundo Que Queremos (IOMQQ) e do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

    FIEMA
    Previous ArticleBotafogo sai na frente, mas cede empate à Portuguesa no Nilton Santos
    Next Article Operação do Gaeco em Itinga tem como alvo servidor do Ministério Público
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Agronegócio


    Circuito CNA Fiagro revela produtores de destaque no Maranhão e abre caminho para novos investimentos no campo

    13 de junho de 2026
    Agronegócio


    União Europeia oficializa veto à carne bovina brasileira a partir do mês de setembro

    7 de junho de 2026
    Agronegócio


    China anunciou nesta terça-feira que reconhece território brasileiro como livre da febre aftosa

    2 de junho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 3   +   7   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Instituto Cultural Vale oferece curso sobre patrocínio de projetos culturais pela Lei Rouanet, voltado para produtores culturais e artistas, que recebem orientações sobre a legislação, elaboração do projeto e orçamento, bem como a correta prestação de contas.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje

    Acionistas do Banco da Amazônia receberão mais de R$ 631 milhões em dividendos e juros sobre capital próprio

    13 de junho de 2026


    Carlo Ancelotti destaca bola parada e garante time do Brasil bem competitivo na Copa

    13 de junho de 2026


    Circuito CNA Fiagro revela produtores de destaque no Maranhão e abre caminho para novos investimentos no campo

    13 de junho de 2026


    Maranhão registra dois golpes por hora relacionados a compra de imóveis, segundo alerta de associação dos cartórios

    13 de junho de 2026


    Governo destina R$ 60 milhões para pesquisas sobre saúde menstrual, dor pélvica e endometriose

    13 de junho de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.