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    Home»Maranhão»Ministério Público cobra da Prefeitura de Imperatriz obras de saneamento básico
    Maranhão

    Ministério Público cobra da Prefeitura de Imperatriz obras de saneamento básico

    Aquiles Emir15 de fevereiro de 201802 Mins Read
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    O Ministério Público do Maranhão, o Município de Imperatriz e a empresa Pavicol Construções e Locações firmaram acordo para iniciar as obras de saneamento básico da cidade. A empresa venceu licitação no valor total de R$ 264.940,12, em 2013, mas  não executou o serviço.

    O titular da 3ª Promotoria de Justiça Especializada em Meio Ambiente de Imperatriz, Jadilson Cirqueira, chamou o município e a empresa, que se dispuseram a retomar a elaboração do plano de saneamento básico nos próximos meses. As partes têm 60 dias para traçar e apresentar ao MPMA um projeto de execução do plano municipal de saneamento básico.

    O promotor de justiça esclarece que a reunião é uma tentativa do Ministério Público de resolver o problema pela via extrajudicial. Segundo Cirqueira, o problema vem sendo acompanhado pelo órgão desde 2014, quando foi instaurado um procedimento administrativo para verificar a elaboração do plano.

    Desde então perícias e pareceres técnicos foram realizados para elucidar as questões. Os relatórios do Ministério Público apontam que a empresa não cumpriu a totalidade das exigências do termo de referência do plano básico de trabalho e que não houve a correta fiscalização por parte do município na gestão 2013/2016, do então prefeito Sebastião Madeira.

    De acordo com o MPMA, a empresa deixou de observar o artigo 19 da Lei das Diretrizes Nacionais para Saneamento Básico, que deve abranger o diagnóstico dos impactos nas situações de vida, utilizando sistema de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas.

    Ainda são diretrizes os objetivos e metas de curto, médio e longo prazos para a universalização, admitidas soluções graduais e progressivas, observando a compatibilidade com os demais planos setoriais, assim como ações para emergências e contingências, mecanismos e procedimentos para a avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas.

    “Essa tentativa de solução amigável tem por objetivo evitar a judicialização do caso, o que não impede a responsabilização do gestor público passado”, ressalta o promotor.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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