Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Poder e Política»Presidente Lula sanciona nesta terça-feira a Lei Antifacção e ressalta penas mais duras contra as organizações criminosas
    Poder e Política


    Presidente Lula sanciona nesta terça-feira a Lei Antifacção e ressalta penas mais duras contra as organizações criminosas

    Aquiles Emir24 de março de 202605 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Prisão de magnatas do crime é lembrada

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (24) o Projeto de Lei Antifacção, que prevê o aumento de penas pela participação em organização criminosa ou milícia, além de facilitar a apreensão de bens dos envolvidos. 

    A versão final do texto foi aprovada no fim de fevereiro pela Câmara dos Deputados.

    A nova lei considera facção criminosa toda organização criminosa ou grupo de três ou mais pessoas que empregue violência, grave ameaça ou coação para controlar territórios, intimidar populações ou autoridades. 

    O enquadramento vale ainda quando atacarem serviços, infraestrutura ou equipamentos essenciais. 

    A norma também estabelece que lideranças conectadas a esses crimes deixam de ter benefícios como anistia e indulto, fiança ou liberdade condicional. A progressão de pena fica mais restrita. Em alguns casos, exige-se até 85% do cumprimento em regime fechado. 

    Os líderes de facções cumprirão pena ou prisão preventiva em presídios de segurança máxima. 

    A norma também retira o direito de voto nas eleições daqueles detentos que, mesmo sem condenação definitiva, estejam comprovadamente associados a organizações criminosas.

    “Tem uma coisa muito grave que os governadores se queixam, que é que muitas vezes a polícia prende, faz uma festa e três dias depois a pessoa está solta outra vez”, ressaltou Lula. 

    “É preciso que quando a polícia prenda com provas concretas, o cidadão não possa ser dono da sua própria pena e punição”, afirmou o presidente em um evento reservado em que sancionou a lei, na presença de alguns ministros e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

    “Nesse tema, a gente tem a chance não de matar os bagrinhos da periferia, mas de pegar os responsáveis que moram em apartamentos de luxo, em condomínios de luxo, e que chamamos de magnatas do crime. Esses é que precisam ser presos e punidos para que a gente possa acabar com o crime organizado de verdade”, acrescentou o presidente.

    Lula reforçou que o Brasil tem capacidade investigativa para combater o crime organizado e destacou a expertise da Polícia Federal (PF) no enfrentamento ao tráfico de drogas, de armas e a lavagem de dinheiro. 

    Sobre o tema, o presidente citou conversas que manteve com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, com o objetivo de estabelecer parcerias no combate a organizações criminosas que escondem ativos no exterior.

    “Aqui no Brasil vocês acompanharam a Operação Carbono [deflagrada pela PF]. Se prendeu 250 milhões de litros de gasolina que eram traficadas. O responsável por essa empresa, que é o maior sonegador de impostos da história do Brasil, mora em Miami”, disse Lula. 

    “Eu mandei ao presidente Trump a fotografia da casa dele, e mandei dizendo que se ele quiser combater o narcotráfico, o contrabando e o crime organizado, [que] mande os nossos que estão aí. Mandei a fotografia da casa e o bem das pessoas”, afirmou o presidente. 

    Apesar de não ter citado o nome, o presidente fez menção ao dono da Refinaria de Manguinhos, controlada pelo grupo Refit, o empresário Ricardo Magro, investigado em esquema de sonegação fiscal de aproximadamente R$ 26 bilhões.

    Bloqueio de bens

    A Lei Antifacção estabelece mecanismos de apreensão de patrimônio ligado ao crime organizado, permitindo medidas abrangentes sobre bens, direitos e valores, inclusive ativos digitais e participações societárias, com integração de informações por órgãos de controle e autorização de perda de bens independentemente de condenação, inclusive por via civil autônoma.

    A lei ainda institui o Banco Nacional de Dados de Organizações Criminosas, com integração obrigatória a bases estaduais interoperáveis, voltado à consolidação e ao compartilhamento de informações sobre pessoas e estruturas vinculadas a essas organizações, para fortalecer a atuação coordenada no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública e dos sistemas de inteligência.

    Auxílio – Outro ponto da lei trata da concessão do auxílio reclusão a dependentes de membros de organização criminosa presos. 

    Dependentes de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) presos provisoriamente, ou cumprindo pena em regime fechado ou semiaberto, não terão direito ao auxílio reclusão se o detento for integrante de organização criminosa, grupo paramilitar ou milícia privada. 

    Lula avaliou a medida como um avanço para desencorajar a prática criminosa.

    “Aqui é uma coisa tão importante quanto a própria lei. O cidadão que quiser cometer seus crimes, ele saiba que seus filhos e sua esposa irão pagar pela irresponsabilidade dele, e eu acho que foi uma medida muito relevante. Ele tem que sentir que não está causando mal apenas à sociedade, mas à sua família”, afirmou.

    O benefício, atualmente no valor de um salário mínimo (R$ 1.621), é voltado para os dependentes de pessoas de baixa renda presas em regime fechado e que tenham contribuído com a Previdência Social.

    Vetos – De acordo com o Palácio do Planalto, houve dois vetos do presidente a trechos da Lei Antifacção. 

    Um deles foi considerado inconstitucional pelo governo por permitir o enquadramento de infratores na lei mesmo que não integrassem comprovadamente organizações criminosas. 

    Para esses casos, vão seguir valendo as punições que já estão previstas na legislação atual. 

    Na opinião do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a medida é uma garantia ao exercício do direito de organização dos movimentos sociais.

    “Quem não faz parte de organização criminosa, por consequência, não pode sofrer as punições dessa lei, por isso o veto nesse dispositivo. O objetivo do governo federal e, principalmente, do presidente Lula, [foi] proteger os movimentos sociais e não criminalizá-los quando eles, porventura, estiverem praticando algum tipo de ato”, argumentou o secretário.

    O outro trecho vetado, segundo o governo, implicava em perda de receita da União ao prever destinação de produtos e valores apreendidos do crime organizado a fundos dos estados e do Distrito Federal. 

    Atualmente, esse perdimento se dá exclusivamente em favor da União, regra mantida no veto de Lula.  

    (Agência Brasl)

    Previous ArticlePresidente da Fiema participa do lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2026 na Câmara dos Deputados
    Next Article Projeto Inova Indústria atualiza setor automotivo para crescente demanda por veículos elétricos
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Poder e Política


    Após convenção de Orleans Brandão, Felipe Camarão e Eduardo Braide agendam as suas para o mês de agosto

    25 de julho de 2026
    Poder e Política


    Representantes de partidos políticos assinam ata e confirmam primeiro debate com candidatos ao Governo do Maranhão

    24 de julho de 2026
    Poder e Política


    Pesquisa do Véritas indica empate técnico ente Braide e Orleans num provavel segundo turno

    23 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 1   +   10   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    A Rede Bandeirantes realiza dia 09 de agosto debate com os candidatos a governadorres de dezesseis estados, sendo que até o momento estão confirmados oito, dentre eles o do Maranhão, mas ainda não foi definido quem participa, porém é quase certas as presenças de Eduardo Braide (PSD), Orleans Brandão (MDB), Felipe Camarão (PT) e Enilton Rodrigues (PSol), se oficializados nas convenções de seus respectivos partidos.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Após convenção de Orleans Brandão, Felipe Camarão e Eduardo Braide agendam as suas para o mês de agosto

    25 de julho de 2026


    Startups podem receber até R$ 6 milhões em investimentos do Fundo Capital Semente do Banco do Nordeste

    25 de julho de 2026


    Justiça reconhece legalidade nos leilões de veículos apreendidos pelo Detran por débitos de IPVA

    25 de julho de 2026

    Cerca de 90 mil na Ilha de São Luís precisam atualizar cadastro para continuar na Tarifa Social de Energia Elétrica

    25 de julho de 2026


    Investimentos de maranhenses na bolsa de valores ultrapassam os R$ 6,85 bilhões no primeiro semestre

    25 de julho de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.