“Os dados mostram que a Copa cria uma espécie de nova agenda para o varejo. Supermercados e lojas de alimentação capturam a preparação pré-jogo; bares ganham relevância como ponto de encontro; e o digital se fortalece como alternativa para quem quer resolver compras sem sair de casa. É um comportamento muito brasileiro: muda o jogo, muda o caixa”, complementa Alves.
O perfil de vendas por horário também aponta uma redistribuição do consumo ao longo do dia. Durante o período da partida, houve redução no volume de transações, seguida por recuperação posterior em determinados segmentos. Esse comportamento reforça o impacto direto de grandes eventos esportivos na jornada de compra, especialmente em dias de jogos da Seleção Brasileira.
Para a Cielo, os dados evidenciam a relevância da inteligência transacional para compreender mudanças rápidas no comportamento do consumidor. O ICVA, calculado a partir de transações reais capturadas pela companhia, permite acompanhar tendências do varejo em diferentes setores, regiões e períodos, oferecendo uma visão concreta sobre o desempenho do comércio brasileiro.
“O varejo precisa olhar para grandes eventos como oportunidades de planejamento. Quem entende quando o consumidor compra, por qual canal e com qual finalidade consegue se preparar melhor para capturar demanda. Em dias como esse, dados ajudam o empreendedor a sair do improviso e entrar em campo com estratégia”, afirma Alves.
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