- Votos Válidos (exclui brancos, nulos e indecisos):
- Flávio Bolsonaro (PL): 52,7%
- Lula (PT): 47,3% [1]
- Votos Totais (cenário estimulado):
- Flávio Bolsonaro (PL): 49%
- Lula (PT): 44%
- Brancos / Nulos: 5%
- Não sabem / Não responderam: 3% [1]
- Rejeição: 49% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto 46% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro. [1]
- Migração de Votos: Entre os eleitores que votaram em Augusto Cury no primeiro turno, 50% declaram intenção de votar em Flávio e 29% em Lula. Dos eleitores de Ronaldo Caiado, 56% migram para Flávio e 15% para Lula. [1]
- Metodologia: Foram ouvidos 1.500 eleitores por telefone entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro máxima é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,45%. A pesquisa foi divulgada por veículos de imprensa como O Globo e Folha de S.Paulo. [1, 2]
O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi realizado entre os dias 7 e 9 de outubro, com 2 mil entrevistados em todo o país. A pesquisa chega ao público 14 dias antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro, e traz um mapeamento dos temas que devem dominar a reta final da campanha.
Trata-se do primeiro retrato quantitativo do instituto após a definição dos finalistas no primeiro turno, realizado no último domingo (4). A pesquisa medirá as intenções de voto e, além disso, investigará percepções e prioridades do eleitorado que podem moldar o resultado no dia 25 de outubro.
Temas que influenciarão a decisão do eleitor
Além das intenções de voto, a pesquisa aprofunda os fatores que poderão pesar na escolha dos eleitores nesta reta final. Os entrevistados foram questionados sobre qual dos dois candidatos consideram mais preparado para promover as mudanças de que o Brasil precisa, e sobre quais assuntos terão maior peso na hora de votar.
A lista de temas apresentada aos entrevistados revela o campo de disputa do segundo turno: corrupção, crise no Supremo Tribunal Federal, economia, emprego e preços elevados, aumento do Bolsa Família, fim das bets, fim da escala 6×1, violência e segurança pública, saúde, educação, soberania nacional e atitudes de Donald Trump, além do debate sobre religião.
A inclusão de itens como anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e “crise no STF” na grade de perguntas evidencia a tentativa da extrema direita de pautar a agenda do segundo turno e mobilizar sua base eleitoral em torno de temas de confronto institucional.
A pesquisa também avaliou a percepção dos brasileiros sobre a economia: os entrevistados foram questionados sobre a situação econômica atual do país, as expectativas para o próximo ano e a própria condição financeira e a de suas famílias.
Flávio Bolsonaro chegou ao segundo turno na liderança, com 47,03% dos votos, contra 45,16% obtidos por Lula. A diferença de menos de dois pontos percentuais entre os dois candidatos no primeiro turno indica uma disputa extremamente equilibrada, o que torna o levantamento especialmente relevante para mapear o estado da corrida antes da reta




