Comitiva participou da Canton Fair em Guangzhou
Conhecer novas tecnologias, identificar oportunidades comerciais e acompanhar as transformações da indústria mundial foram os objetivos da missão empresarial do Maranhão à China, realizada neste mês de outubro. A comitiva contou com a participação de Fábio Nahuz, vice-presidente executivo da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) e presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado do Maranhão (Sinduscon-MA) e empresários do setor.
A agenda incluiu visitas à Canton Fair, uma das principais feiras internacionais de comércio, realizada em Guangzhou. O evento reúne fabricantes, fornecedores e empresários de diversos países, com apresentação de produtos, equipamentos e soluções tecnológicas para diferentes segmentos produtivos.
Para a construção civil, a experiência possibilitou conhecer alternativas relacionadas a máquinas, materiais, automação e sistemas construtivos que podem contribuir para melhorar a produtividade e otimizar os processos das empresas.
“Conhecer de perto o que está sendo desenvolvido em outros mercados é fundamental para ampliar nossa visão sobre os caminhos da construção civil. A inovação e a modernização dos processos são importantes para que as empresas maranhenses acompanhem as transformações do setor, avaliem novas tecnologias e se tornem mais competitivas”, afirmou Nahuz.
A participação do dirigente também está relacionada à atuação do SINDUSCON-MA na representação da indústria da construção civil e no acompanhamento de temas estratégicos para o desenvolvimento do segmento no estado.
A missão integra o Projeto Inova Indústria, desenvolvido pela Fiema em parceria institucional com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Maranhão (Sebrae-MA). A iniciativa busca aproximar empresários maranhenses de experiências e soluções que possam contribuir para a inovação e a competitividade dos negócios.
Além do contato com fornecedores internacionais, a agenda permitiu observar tendências e identificar possibilidades de aplicação no mercado local. A adoção dessas tecnologias, entretanto, depende de estudos de viabilidade, custos, adequação às normas brasileiras e capacitação das equipes para que possam ser aplicadas.



