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    Home»Maranhão»Maranhão tem um dos trechos rodoviários mais caros do Brasil, segundo pesquisa CNT
    Maranhão

    Maranhão tem um dos trechos rodoviários mais caros do Brasil, segundo pesquisa CNT

    Aquiles Emir30 de abril de 201805 Mins Read
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    O trecho rodoviário entre Araguaína (TO) a Picos (PI), que é compreendido também pelas BRs 230 e 135, no Maranhão, aparece entre os mais caros do Brasil para o transporte de cargas. É o que revela o estudo Rodovias Esquecidas do Brasil: Transporte Rodoviário, elaborado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), que identificou 15 ligações de estradas entre aquelas com as piores avaliações na Pesquisa CNT de Rodovias, entre os anos de 2004 e 2017.

    De acordo com o estudo, as rodovias em más condições do pavimento fazem elevar o custo operacional para os transportadores. Na situação mais grave, o aumento chega a 65%. 

    O trecho que diz respeito a parte do território maranhense atende vinte municípios nos três estados – Piauí, Maranhão e Tocantins – medindo 846 quilômetros de extensão.

    araguaina-picos-min.jpg

    Em 2017, 69,1% dos trechos avaliados foram considerados insatisfatórios e o custo operacional do transporte nessa ligação é 27,3% maior em razão dos problemas de pavimentação.

    A verificação dos resultados mostrou que, apesar de todas essas ligações pesquisadas aparecerem nas últimas posições do ranking pelo menos quatro vezes, algumas apresentaram melhorias nos últimos anos. Tanto que, em 2017, apenas oito permaneciam entre as 20 piores.

    Saiba quais são, dentre as rodovias esquecidas pelo poder público, são as demais mais caras para as transportadores: 

    • Jataí (GO) – Piranhas (GO) | BR-158 – Nessa ligação, que percorre três municípios, o estado geral está deficiente em todo o trecho. Isso impacta significativamente o custo do transporte, que se eleva em 65,1% devido aos problemas na pista. Foram analisados 191 km. A superfície da via apresenta pavimento desgastado, trincas na malha, afundamentos e buracos em toda a extensão, assim como falta de acostamento.  Aumento do custo operacional do transporte: 65,1%
    • Governador Valadares (MG) – João Neiva (ES) | BR-259/ES, BR-259/MG, BR-381/MG – Nessa ligação rodoviária, 95,7% do pavimento apresentou problemas nos 279 km analisados, o que faz o custo operacional do transporte ficar 44,1% mais caro. Os trechos atendem a nove municípios, onde vivem mais de 530 mil pessoas e que geram R$ 7,16 bilhões de PIB. Aumento do custo operacional do transporte: 44,1%
    • Barracão (PR) – Cascavel (PR) | BR-163/PR, BR-373/PR, BR-280/PR – Com 231 km, o número de municípios atendidos pela ligação é de 15. Dos trechos analisados pela Pesquisa CNT de Rodovias em 2017, 85,7% do pavimento apresentou problemas. As más condições dos trechos impactam diretamente o aumento do custo operacional do transporte, que chega a 42%. Aumento do custo operacional do transporte: 42%.
    • Florianópolis (SC) – Lages (SC) | BR-475/SC, BR-282/SC – Com extensão avaliada de 212 km, a ligação atende a oito municípios em uma região que se destaca por abrigar um parque industrial madeireira e uma intensa atividade pecuária. Em 2017, a Pesquisa CNT de Rodovias avaliou que 96,2% dos trechos apresentavam problemas. O custo operacional do transporte fica 42% mais alto. Aumento do custo operacional do transporte: 42%.

    maraba-dom-eliseu.jpgMarabá (PA) – Dom Eliseu (PA) | BR-222/PA – A CNT avaliou 215 km de extensão da via em 2017, e todo o trecho apresentou problemas no pavimento, na sinalização e na geometria da via. O custo operacional do transporte se eleva em 41%, segundo as estimativas da Confederação. A ligação passa por quatro municípios. Aumento do custo operacional do transporte: 41%.

    • Rio Brilhante (MS) – Porto Murtinho (MS) | BR-267/MS, BR-060/MS, BR-419/MS – A ligação atende potencialmente a oito municípios responsáveis por gerar R$ 14,4 bilhões em 2015. Sua posição estratégica está relacionada à localização próxima à fronteira com o Paraguai. Dos 400 km pesquisados, 90% apresentam problemas no estado geral. O custo operacional fica 36,9% maior devido às falhas no pavimento. Aumento do custo operacional do transporte: 36,9%.
    • Manaus (AM) – Boa Vista (RR) – Pacaraima (RR) | BR-174/AM, BR-174/RR, BR-210/RR – Essa ligação atende a uma região de elevada atividade industrial, responsável pela geração de R$ 22,89 bilhões de PIB, segundo dados de 2015, reunindo dez municípios e uma população de mais de 2,6 milhões de pessoas. Mesmo assim, 85,9% da extensão analisada pela Pesquisa CNT de Rodovias apresenta problemas no estado geral. O custo operacional do transporte fica 34,6% maior em razão das deficiências.  Aumento do custo operacional do transporte: 34,6%.
    • Dourados (MS) – Cascavel (PR) | BR-163/PR, BR-467/PR, BR-272/PR, BR-163/MS – Os 14 municípios que estão sob a área de influência da ligação possuíam, em 2015, um PIB total de R$ 9,34 bilhões. Além da relevância econômica da região, o município de Dourados tem uma posição geográfica privilegiada em termos de integração comercial com países vizinhos ao Brasil. O pavimento apresenta problemas em 60% dos trechos pesquisados em 2017, o que eleva o custo operacional em 29,4%. Aumento do custo operacional do transporte: 29,4%.
    • Marabá (PA) – Wanderlândia (TO) | BR-230/PA, BR-153/PA, BR-153/TO – Essa ligação atende a sete municípios. Dos 246 km avaliados pela CNT em 2017, 95,9% apresentaram problemas no estado geral. As más condições do pavimento provocam alta de 29% no custo operacional do transporte. Aumento do custo operacional do transporte: 29%.

    (Com dados da Agência CNT)

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