Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»OEA envia ao TPI relatos de crimes contra humanidade na Venezuela
    Mundo

    OEA envia ao TPI relatos de crimes contra humanidade na Venezuela

    Aquiles Emir30 de maio de 201804 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    PAOLA DE ORTE

    O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, disse nesta terça-feira (29) que vai remeter ao Tribunal Penal Internacional (TPI) o relatório publicado por um painel de especialistas independentes nomeados por ele que acusa o presidente Nicolás Maduro e a alta cúpula de seu governo de crimes contra a humanidade. Segundo Almagro, o relatório também será usado como base para gestões junto a países da OEA para que denunciem ao tribunal os responsáveis pelos crimes.

    No relatório, os especialistas afirmam que há razões suficientes para afirmar que crimes contra a humanidade foram cometidos na Venezuela ao menos desde 12 de fevereiro de 2014. Segundo o documento, essas informações justificam o início de investigação criminal para avaliar as ações des

    sas pessoas e determinar sua possível culpa. O painel de especialistas independentes é formado por Santiago Cantón, da Argentina; Irwin Cotler, do Canadá; e Manuel Ventura Robles, da Costa Rica.

    O relatório do painel acusa o governo venezuelano de cometer crimes contra a humanidade, como assassinato, privação de liberdade, tortura, estupro, perseguição e desaparecimento forçado, e pede para que o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, seja investigado pelos crimes perante TPI.

    Caso o procurador do TPI aceite uma eventual denúncia contra Maduro e o atual presidente seja julgado pelo tribunal, poderiam ser aplicadas a ele, caso condenado, as penas de multa, perda de bens obtidos pelo crime, prisão por até 30 anos e até mesmo prisão perpétua, “se o elevado grau de ilicitude do fato e as condições pessoais do condenado o justificarem”, de acordo com o texto do Estatuto de Roma.

    Relação de implicados – O Estatuto de Roma, que estabelece o regulamento do tribunal, determina a responsabilidade penal individual de pessoas que tenham cometido crimes julgados pelo TPI. Neste sentido, segundo o relatório dos especialistas, Nicolás Maduro e sua cúpula de apoiadores mais próximos deveriam ser responsabilizados pelos crimes. O documento lista as pessoas que os especialistas acreditam que deveriam ser acusados com Maduro, 11 delas da alta cúpula que apoia o governo de maneira mais próxima e também outros 146 indivíduos.

    Segundo o texto, essas pessoas detêm o poder real na Venezuela e responsabiliza o grupo pela autoria intelectual da repressão à oposição. “São os responsáveis por todos os atos sistemáticos generalizados de repressão e perseguição, como detenções massivas, desaparecimentos forçados, assassinatos, torturas, estupros e outros atos de violência sexual, e perseguição cometidos por seus subalternos por meio de toda a cadeia de comando civil e militar”, diz o relatório.

    A OEA não pode denunciar crimes diretamente ao TPI. Quem decide se vai abrir uma investigação é o procurador do tribunal, que pode fazê-lo por iniciativa própria, com base em informações recebidas ou por meio de denúncias de um Estado Parte ou do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A maioria dos países da OEA são parte no Estatuto de Roma, inclusive o Brasil. Já os Estados Unidos não assinaram o Tratado de Roma e, portanto, não são membros do tribunal nem estão sob sua jurisdição.

    Dados do relatório – Entre as principais constatações do relatório, foram identificadas 131 vítimas de homicídio durante os protestos de 2014 e de 2017 em que o autor do assassinato foi identificado como um membro das forças de segurança pública do Estado ou dos colectivos, organizações comunitárias venezuelanas que apoiam o governo.

    Também foram identificados 8.292 casos de execução extrajudicial registrados desde 2015. Além disso, segundo o texto, mais de 12 mil venezuelanos foram presos de maneira arbitrária ou foram sujeitos a outras privações severas de liberdade física desde as eleições presidenciais de 2013. O documento também afirma que o país mantém ou manteve presos mais de 1.300 prisioneiros políticos, pessoas detidas por causa de sua oposição ao governo.

    (Agência Brasil)

    Previous ArticlePolícia Federal faz buscas em gabinetes de deputados do Solidariedade e PTB
    Next Article Em meio à crise dos caminhoneiros, Petrobras anuncia novo aumento no preço da gasolina
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Mundo


    Como Brasil e Índia estão aprofundando cooperação em setores estratégicos

    11 de agosto de 2026
    Mundo


    China critica sanções dos EUA contra Cuba por colaboração com Pequim e Moscou

    11 de agosto de 2026
    Mundo


    Brasil nega visto para servidores dos Estados Unidos que queriam monitorar urnas

    26 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 7   +   8   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Se não há mais amparo constitucional, que sigilo da fonte jornalística seja revisado ou retirado da Constituição Federal, pois o Brasil não pode continuar com uma Carta Magna que tem um amontoado de artigos, parágrafos, alíneas e incisos como letras mortas, enquanto a interpretação do certo e do errado estiver somente nas cabeças privilegiadas de alguns juízes.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Justiça proíbe Município de Imperatriz de autorizar realização de shows em desacordo com a Lei do Silêncio

    13 de agosto de 2026


    Diretoria do Fluminense não suporta pressão da torcida e demite o treinador Luís Zubeldía

    13 de agosto de 2026

    Assaí está com mais de trinta vagas abertas no estado do Maranhão

    13 de agosto de 2026


    BNDES amplia aprovações de crédito para o Maranhão com transferência de R$ 945,6 milhões

    13 de agosto de 2026


    Presidente do Supremo manifesta solidariedade a Flávio Dino, mas defende princípio constitucional do sigilo da fonte

    13 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.