Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Maranhão»São Bento e Aldeias Altas aparecem entre os dez municípios de menor desenvolvimento do Brasil
    Maranhão

    São Bento e Aldeias Altas aparecem entre os dez municípios de menor desenvolvimento do Brasil

    Aquiles Emir28 de junho de 201807 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    São Bento ocupa uma das piores posições no ranking elaborado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan)
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    São Bento e Aldeias Altas estão entre os dez municípios de menor desenvolvimento do país, segundo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), elaborados pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O estudo mostra o impacto da retração econômica que levou a uma queda de 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país, com reflexos nas três vertentes que compõem o estudo: emprego e renda, saúde e educação.

    Divulgado nesta quinta-feira (28), o IFDM 2018 tem por base dados de 2016 e avaliou 5.471 municípios, onde vivem 99,5% da população brasileira.

    O estudo adota uma escala de avaliação que vai de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento do município. As cidades são divididas em quatro categorias: baixo desenvolvimento (de 0 a 0,4), desenvolvimento regular (0,4 a 0,5), desenvolvimento moderado (de 0,6 a 0,8) e alto desenvolvimento (0,8 a 1). O índice vem sendo aferido há uma década.

    No resultado geral, incluída a média das notas dos três indicadores (emprego e renda, saúde e educação), foram observados apenas 431 municípios com alto rendimento, o equivalente a 7,9% do total.

    Indicadores – As três vertentes que compõem o IFDM apresentaram crescimento em 2016. O índice de emprego e renda atingiu 0,4664 ponto, voltando a crescer após duas quedas consecutivas, quando acumulou retração superior a 20%. Essa foi a área de desenvolvimento que mais sofreu com a recessão dos últimos anos.

    Tanto o IFDM educação como o IFDM saúde apresentaram discreta elevação, mantendo a trajetória observada desde o início da publicação do índice. No entanto, a evolução apresentada pelos dois indicadores foi a menor em 10 anos, indicando que a crise também teve impactos sociais, e não só econômicos. O IFDM educação subiu de 0,7644 (2015) para 0,7689 (2016). Já o IFDM saúde saiu de 0,7534 para 0,7655, no mesmo período.

    Resultado de imagem para aldeias altas-ma
    Aldeias Altas ocupa a 5463ª no ranking de desenvolvimento municipal da Firjan

    O estudo sustenta que é preciso acelerar o crescimento econômico – acima de 1,5% ao ano – para garantir o cumprimento de metas assumidas pelo Brasil, interna e externamente, em educação e saúde.Os principais problemas apontados foram deficiências no ensino infantil, com menos de 30% das crianças matriculadas em creches, e no acesso à pré-escola. Na área de saúde, o atendimento às gestantes, bem como a cobertura de atenção básica, estão longe do desejável.

    Segundo o diagnóstico, não houve diminuição de transferência de recursos financeiros para os municípios, mas sim falta de gestão eficiente.  “Acelerar o desenvolvimento no interior do país passa por uma política ampla de capacitação e aprimoramento dos gestores públicos, sobretudo nas regiões menos desenvolvidas”, defendem os autores do IFDM.

    “Quando a gente olha o impacto da crise econômica sobre os dados, percebe-se que grande parte dos municípios foi fortemente impactada. Quando se traça o horizonte à nossa frente, vemos que o desenvolvimento dos municípios na vertente emprego e renda, por exemplo, só voltará a um desenvolvimento próximo ao de 2013, que foi o do patamar pré-crise, em 2027”, avalia Jonathas Goulart, da Divisão de Estudos Econômicos da Firjan.

    Economista Jonathas Goulart, da Divisão de Estudos Econômicos da Firjan
    O economista Jonathas Goulart, da Divisão de Estudos Econômicos da Firjan, explica os dados do IFDM – Jorge Brum/TV Brasil
    De acordo com o estudo, de 2015 para 2016, foram fechados 3 milhões de postos de trabalho formais no país. Em 2016, a recuperação se deu em  2.254 cidades que geraram empregos, mas 60% dos municípios fecharam postos de trabalho, incluindo capitais e grandes centros econômicos.

    O indicador emprego e renda registrou pequena recuperação ao atingir 0,4664 ponto, contra 0,4336 de 2015. “O movimento é explicado pelo aumento do rendimento real do trabalhador formal, em parte por conta da política de reajuste do salário mínimo”, explica o economista da Firjan.

    Ainda assim, o resultado continua em nível historicamente baixo e foi o pior da série histórica. Apenas cinco cidades alcançaram o alto desenvolvimento neste indicador: São Bento do Norte (RN), Capanema (PR), Telêmaco Borba (PR), Selvíria (MS) e Cristalina (GO).

    Disparidades Regionais – O IFDM 2018 confirma uma realidade que outros estudos sobre o tema já vinham revelando ao longo dos últimos anos: o país contínua desigual e com enormes disparidades regionais.

    Enquanto o Sul é a região mais desenvolvida do país, tendo 98,8% de cidades com desenvolvimento alto ou moderado, perfil semelhante ao apresentado pelo Sudeste e Centro-Oeste, as regiões Norte e Nordeste têm, respectivamente, 60,2% e 50,1% dos seus municípios com desenvolvimento regular e baixo.

    O estudo trouxe destaques  positivos, como a melhoria da região Centro-Oeste,  que alcançou o padrão Sul-Sudeste, com 92,4% dos municípios com desenvolvimento moderado ou alto e nenhum município com baixo desenvolvimento.

    “O que a gente percebe no IFDM 2018 é que o Brasil continua dividido em dois, com os estados do Norte e do Nordeste em um patamar muito baixo de desenvolvimento e os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste com um desenvolvimento bem mais forte”, afirma Goulart.

    Município de Louveira (SP)
    Município de Louveira (SP) é o primeiro no ranking de desenvolvimento da Firjan- Prefeitura de Louveira/Direitos Reservados
    Dez maiores IFDMs – Entre todos os municípios avaliados, Louveira (SP) é o mais desenvolvido, conquistando 0,9006 ponto, enquanto Florianópolis é a primeira das capitais, com 0,8584.

    Na cidade paulista estão instaladas sedes de importantes empresas multinacionais e de logística.

    Em segundo lugar vem a cidade de Olímpia, importante destino turístico, com 0,8820; seguida de Estrela do Norte, com 0,8810 ponto em decorrência da forte geração de empregos em obras de construção. Ambas as cidades também estão localizadas no estado de São Paulo.

    O município de Estrela do Norte registrou a maior evolução entre as dez primeiras cidades mais bem colocadas, saltando de 526º lugar em 2015 para terceiro, em 2016.

    Na quarta posição no ranking das cidades mais bem pontuadas está Dez maiores IFDMs Vale Real (RS). O município atingiu, em 2016, 08807 ponto, a partir da geração de empregos na construção e produtos metais. A cidade registrou um salto significativo ao sair da 276ª posição em 2015 para ocupar uma das primeiras posições em 2016.

    Em quinto lugar aparece Apucarana, no Paraná, com 0,8806 ponto. A cidade é um importante centro industrial. Ainda no Sul do país, o município de Lajeado (RS), polo da indústria alimentícia, ocupa a sexta posição com 0,8789 ponto.

    Fechando o ranking das dez mais bem posicionadas cidades do país estão Toledo (PR) na 7ª posição com 0,8786 ponto; Concórdia (SC), em 8º, com 0,8781; Itatiba (SP), em 9º, com 0,8779 ponto e Itupeva (SP), em 10º, com 0,8779 ponto.

    Piores colocados – Em último lugar do ranking, com 0,3214, está o município de Ipixuna, no Amazonas, que registra baixos índices de atendimento básico de saúde. A cidade ocupava em 2016 a 5471ª posição.

    O segundo pior IFDM foi verificado na cidade de Sebastião Barros, no Piauí, que apresentou queda nos três índices do estudo, pDez menores IFDMs rincipalmente em educação, com destaque para o aumento das taxas de abandono.

    A cidade de Santa Rosa do Purus, no Acre, com 0,3570 ponto, é a terceira pior colocada no ranking. Com desenvolvimento estagnado, o município ocupou a última colocação em três anos da série histórica iniciada em 2006.

    Estão ainda entre os municípios com os piores índices de desenvolvimento: Lábrea, no Amazonas (5468ª); Nova Canaã, na Bahia (5476ª); Porto Moz, no Pará (5466ª); São Bento, no Maranhão (5465ª); Piritiba, na Bahia (5464ª); Aldeias Altas, no Maranhão (5463ª); e Ribeirão do Largo, na Bahia, com IFDM de 0,3965 ponto.

    (Agência Brasil com foto principal de Zé da Graça)

    Previous ArticleRepartições públicas suspendem atendimento à população e reabrem somente na terça-feira
    Next Article Ministro Marco Aurélio Mello concede habeas corpus a Eduardo Cunha
    Aquiles Emir

      Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

      Você pode gostar

      Maranhão


      Diversidade e cidadania marcam mais uma edição do Casamento Comunitário LGBTQIAPN+

      5 de setembro de 2026
      Maranhão


      Moradores de Chapadinha podem economizar até 70% na primeira corrida de carro por aplicativo

      4 de setembro de 2026
      Maranhão


      Operação Rolezinho realiza nova etapa para fiscalizar carros com som automotivo

      2 de setembro de 2026
      Add A Comment
      Leave A Reply Cancel Reply

      Demonstre sua humanidade: 10   +   3   =  

      Conversa Franca – Aquiles Emir

      Senador Omar Aziz, relator na CCJ do Senado, da PEC que cria a escala semanal de 5 x 2, disse que regime de trabalho nos Estados Unidos parece escravidão. Impressionante como nenhum escravo norte-americano quer vir para o Brasil trabalhar regido pela CLT, mas milhares que estão no paraíso das leis trabalhistas brasileiras fogem em busca da escravidão nos EUA.

      Compartilhar .share-buttons { display: flex; gap: 15px; margin-top: 10px; }.share-buttons .btn { width: 30px; /* Botões maiores */ height: 30px; border-radius: 50%; display: flex; justify-content: center; align-items: center; color: white; font-size: 22 px; /* Ícones maiores */ text-decoration: none; transition: transform 0.2s, opacity 0.2s; }.share-buttons .btn:hover { transform: scale(1.18); opacity: 0.9; }/* Cores dos botões */ .facebook { background: #1877F2; } .whatsapp { background: #25D366; } .x { background: #000000; } .telegram { background: #0088CC; }
      Compartilhe este vídeo:
      • Últimas notícias
      • Revista Maranhão Hoje


      Fim de semana prolongado pelo feriadão movimenta turismo, lazer e pequenos negócios no Maranhão

      6 de setembro de 2026


      Felipe Camarão visita a assentamento do MST no município de Açailândia

      6 de setembro de 2026


      São Luís poderá ter um domingo de muitas nuvens, segundo alerta do Inmet

      6 de setembro de 2026


      Fluminense vence clássico carioca e manda Vasco de volta para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro

      6 de setembro de 2026


      Obras de expansão da Avenida Metropolitana no acesso ao Parque Independência, palco da Expoema, exigem paciência e atenção redobra dos motoristas

      5 de setembro de 2026

      MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

      6 de fevereiro de 2024

      MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

      30 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

      7 de dezembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

      2 de novembro de 2023

      MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

      29 de setembro de 2023
      Facebook Instagram YouTube WhatsApp
      Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

      Política de Privacidade / Termos de Uso

      Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.