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    Home»Maranhão»Se não concluir Hospital da Criança, Prefeitura de São Luís pode ficar sem verbas para carnaval
    Maranhão

    Se não concluir Hospital da Criança, Prefeitura de São Luís pode ficar sem verbas para carnaval

    Aquiles Emir12 de fevereiro de 201913 Mins Read
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    A Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE-MA) e o Ministério Público do Maranhão (MPMA) ingressaram na Justiça contra a Prefeitura de São Luís para tentar solucionar, em definitivo, as irregularidades do Hospital Dr. Odorico Amaral de Matos, o Hospital da Criança, localizado no bairro da Alemanha. As instituições pedem o bloqueio dos recursos públicos para patrocinar Carnaval, outros eventos festivos e publicidade enquanto não forem solucionadas questões referentes ao hospital, que vão desde o abastecimento regular de medicamentos à confecção de um plano operativo.

    A ação coletiva é assinada pelos defensores públicos Jean Carlos Nunes Pereira (Núcleo de Direitos Humanos), Davi Rafael Silva Veras e Joaquim Gonzaga de Araújo Neto (Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente), e pela promotora de Justiça de Defesa da Saúde, Elisabeth Albuquerque de Sousa Mendonça. A ação foi encaminhada à Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís.

    Dentre as medidas previstas na ação e que devem ser solucionadas pelo município estão a confecção de plano operativo – Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica (PCDT); a regularização do fornecimento de medicamentos, insumos e alimentos para pacientes e acompanhantes; abastecimento de água potável; instalação de aparelhos de ar-condicionado em todos os ambientes de internação e atendimento hospitalar; reforma dos banheiros e desentupimento de suas instalações; higienização e dedetização do ambiente hospitalar e reforma do refeitório.

    “Há razões suficientes para concluirmos que, caso não sejam tomadas medidas enérgicas, o Hospital da Criança permanecerá na UTI. Por isso, a ação tem como objetivo cumprir a regra constitucional que estabelece a absoluta prioridade na destinação de recursos públicos para políticas públicas de saúde para criança”, observa o defensor Davi Rafael Veras.

    Verba para carnaval aumentou este ano em R$ 10 milhões

    Histórico – A Defensoria Pública do Estado vem acompanhando há alguns anos a situação do Hospital da Criança, de forma coletiva. Vários procedimentos já foram adotados, com vistas a sanar irregularidades identificadas na instituição, mas alguns problemas persistem. Em abril de 2018, foi instaurado procedimento de tutela coletiva com a finalidade de apurar denúncias de inadequação do atendimento no hospital.

    “Na ocasião, verificamos questões como falta de estrutura, número insuficiente de profissionais, falta de medicamentos e de alimentação de qualidade, questões sanitárias, paralisação da obra de expansão, encaminhamento de crianças provenientes do interior, falta de leitos, falta de equipamentos, entre outras”, lembrou o defensor Jean Carlos Nunes.

    Em audiência pública, realizada pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos, em agosto de 2018, o secretário municipal de Saúde reiterou o quadro de escassez de recursos para viabilizar as demandas apontadas. Diante disso, foi estabelecido um prazo para apresentação de resultados, mas após 4 meses o quadro de funcionamento no hospital apresentou poucas alterações.

    Em contraponto, a Defensoria Pública buscou o orçamento municipal de 2018 e de 2019 e verificou que os dados contradizem a versão de escassez de recurso como justificativa para o quadro em que agoniza o Hospital da Criança.

    Para o ano de 2019, estava previsto um aumento orçamentário da ordem de R$ 100 milhões. Apesar do aumento, permanecia inalterado o quadro de destinação de recursos para as áreas não prioritárias. Além disso, os defensores identificaram que os gastos com cultura, mais especificamente com Carnaval e São João, aumentaram na ordem de R$ 10 milhões, se comparado ao ano anterior.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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    1 comentário

    1. William Moraes Corrêa on 12 de fevereiro de 2019 09:34

      Vocês estão confundindo os recursos que o Estado consegue, através da parceria com a iniciativa privada, para contratação de artistas (blocos, escolas de samba, turmas de samba, tambores de crioula, tribos, bandas e cantores) com o fraco desfile de passarela, a única coisa que a Prefeitura faz no carnaval – e mal. A cultura popular não tem culpa da incompetência e desonestidade de gestores ruins e políticos safados. E esses promotores querem é aparecer. Alguém avise para eles que o carnaval já começou faz tempo. És chegaram tarde – como sempre.

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    Demonstre sua humanidade: 8   +   3   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Epitácio Cafeteria sempre era bem votado na “filial do inferno”, como Renan Santos classificou o bairro Coroadinho. E os moradores dessa comunidade tratava como vizinhos porque morava numa mansão do conjunto Sitio Leal que ficava nas imediações.

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