Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    6, novembro, 2026 Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Agronegócio»Estudo diz que agricultura e preservação ambiental podem andar juntas
    Agronegócio

    Estudo diz que agricultura e preservação ambiental podem andar juntas

    Aquiles Emir23 de agosto de 201904 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    ALANA GANDRA

    Pesquisadores da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos e do Instituto Internacional para Sustentabilidade divulgaram hoje, no Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um resumo do relatório Restauração de Paisagens e Ecossistemas que poderá ajudar nas decisões políticas sobre recuperação e uso sustentável de solos degradados no país.

    O estudo mostra que é possível recuperar 12 milhões de hectares de terras, ter desmatamento ilegal zero e ainda liberar mais de 30 milhões de hectares para o aumento da produção agrícola.

    “Não é por falar em restauração que vamos perder a área produtiva. São áreas sinergéticas. Plantios próximos de florestas vão trazer mais polinizadores e maior ganho econômico. O relatório mostra que a recuperação do solo degradado é viável”, disse o  coordenador do projeto, Renato Crouzeilles, professor do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Segundo Crouzeilles, tanto o relatório como o sumário apontam caminhos que mostram que “isso é realizável e não apenas um desejo”.

    O  estudo foi feito por 45 pesquisadores de 25 instituições públicas e privadas e teve como base artigos científicos, relatórios técnicos e casos de sucesso comprovado. Daqui a um mês, será entregue a representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio). O resumo, no entanto, já está disponível online.

    Solo – O Brasil tem atualmente pastagens totalmente improdutivas, com menos de uma cabeça de gado em área de extensão equivalente a um estádio do Maracanã, informou o pesquisador. “Se fizermos uma intensificação da pecuária, vamos conseguir recuperar a produção nos próximos anos”, disse.

    “O que a gente quer é uma paisagem diversificada. Ter agricultura, pecuária, mas também floresta em pé, restauração acontecendo. Há empregos a serem gerados, benefícios sociais, econômicos e ambientais.”

    A estimativa é que essa sinergia entre meio ambiente e agricultura, com base na restauração de solos degradados, incremente a produtividade agrícola nacional em até 90%. “A projeção é extremamente positiva, uma vez que o Brasil perdeu 70 milhões de hectares de vegetação nativa nos últimos 30 anos.”

    Na avaliação de Crouzeilles, é fundamental que haja a conscientização do governo sobre a sinergia entre meio ambiente e agricultura, o que pode elevar a qualidade ambiental, econômica e social do país, vitais para o enfrentamento das mudanças climáticas.

    Milho (Elza Fiúza/Agência Brasil)

    Vegetação – O estudo apresenta oito pilares considerados necessários para viabilizar a recuperação da vegetação nativa em larga escala no Brasil, identificados durante o processo de elaboração do Planaveg.

    Entre eles, a sensibilização dos proprietários de terras para que a restauração ocorra, porque é preciso ter um mercado de mudas e sementes que funcione; recursos financeiros para viabilizar a restauração dos solos degradados; e governança institucional que defina qual é o papel de cada instituição no desenvolvimento da atividade.

    Também deve ser feito um planejamento espacial, monitoramento da restauração, entre outras condições.  “Esses pilares são as condições necessárias para que a restauração possa acontecer”, apontou Crouzeilles.

    Benefícios – De todo o conjunto de benefícios que a restauração de solos pode trazer, entre os quais emprego e renda, o professor chamou a atenção dos benefícios para as espécies e serviços ecossistêmicos trazidos pelos movimentos de restauração.

    “Hoje, a gente sabe como colocar a restauração no espaço, reduzindo custos; como engajar pessoas e alavancar essa restauração de forma que ela seja economicamente viável. Queremos demonstrar que a restauração é uma atividade produtiva, economicamente viável, que pode render até mais que outras atividades produtivas.”

    O relatório aponta ainda que a restauração pode contribuir para que sejam atingidos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU associados à segurança alimentar, hídrica e energética; à redução da pobreza; geração de empregos; e produção e consumo sustentáveis.

    (Agência Brasil)

    Previous ArticleMais de 43,8 mil empregos formais foram criados no Brasil
    Next Article Maia sugere que recursos da Petrobras sejam destinados à Amazônia
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Agronegócio


    Embrapa Maranhão e parceiros realizam dia de campo de mandioca e curso de farinha em Amarante

    6 de novembro de 2026
    Agronegócio


    Novos produtos das cadeias do abacaxi Turiaçu e do mel são apresentados no Mundo Senai

    6 de novembro de 2026
    Agronegócio

    4 de novembro de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 0   +   1   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Dois dos temas mais debatidos no Brasil na atualidade - violência contra mulher e redução da maior idade penal- trazem para o centro das discussão as mesmas personalidades, que na maioria das vezes agem de forma contraditória.

    Compartilhe este vídeo:
    ```
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Turismo registra crescimento de 20,3% nos empregos formais no Maranhão desde 2023

    6 de novembro de 2026


    Sacerdotisa Analu Portugal alerta brasileiros para estocarem água e comida e prevê crise em até cinquenta dias

    6 de novembro de 2026


    Festival Mempodera promove vivência de wrestling para meninas em São Luís do Maranhão

    6 de novembro de 2026


    Presidente Lula anuncia que pretende levar o Brasil à condição de um país desenvolvido daqui a quatro anos

    6 de novembro de 2026


    Poder Judiciário anula decisão de 1878 que exonerou o promotor de Justiça Celso Magalhães

    6 de novembro de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.