Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»Maranhão tem um dos menores índices sobre sobrevivência de empresas, segundo o IBGE
    Negócios

    Maranhão tem um dos menores índices sobre sobrevivência de empresas, segundo o IBGE

    Aquiles Emir17 de outubro de 201907 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Sem mercadorias, gôndolas das lojas dos Supermercados Maciel retratam a crise enfrentada pela empresa
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    O Maranhão foi um dos estados que apresentaram as menores taxas de sobrevivência de empresas, segundo números do estudo Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira (17). De acordo o levantamento, as maiores taxas foram no Rio Grande do Sul (87,4%), Santa Catarina (87,2%), Minas Gerais (86,2%) e Paraná (85,5%). Já Amazonas (78,5%), Maranhão (80,1%), Pará (80,5%) e Amapá (81,1%) registraram as menores.

    Segundo o IBGE, em 2017 existiam, no Brasil, 4,9 milhões de empresas ativas, das quais 50,0% estavam localizadas na região Sudeste; 22,5%, na região Sul; 15,5%, na região Nordeste; 8,3%, na região Centro-Oeste; e 3,7%, na região Norte.

    As regiões Sul (86,6%) e Sudeste (85,0%) registraram as maiores taxas de sobrevivência, enquanto as maiores taxas de entrada e saída foram observadas nas regiões Norte (19,0% e 18,8%), Centro-Oeste (17,2% e 16,4%) e Nordeste (16,9% e 16,9%). O Sul teve a menor taxa de saída do Brasil (13,8%). Mas a redução mais significativa (2,8 p.p.) foi observada no Nordeste entre 2012 (19,7%) e 2017 (16,9%).

    Cerca de 40% das 597,2 mil empresas criadas em 2012 estavam ativas em 2017. Essa proporção, medida pela taxa de sobrevivência, aponta que seis em cada dez companhias encerraram suas atividades nesses cinco anos. Os dados são da Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, divulgada hoje pelo IBGE.

    Em 2017, a pesquisa mostra que havia cerca de 4,5 milhões de empresas no país, 22,9 mil a menos em relação ao ano anterior. Eletricidade e gás foi a atividade com maior proporção de novas empresas no ano (23,3%), enquanto o setor de construção registrou o maior percentual de empresas que fecharam as portas (20,8%).

    A analista da pesquisa, Denise Guichard, explicou que o saldo de empresas no mercado vinha positivo por vários anos até 2013. “Havia quase 4,8 milhões de empresas em atividade no país, com um saldo de 175 mil em relação a 2012, e o número de empresas crescendo. Mas esse número vem se reduzindo, com saldos negativos em todos os anos desde 2014, quando teve a maior queda, de quase 218 mil empresas”.

    A tendência é que a taxa de sobrevivência se reduza com o passar dos anos. Por exemplo, das organizações criadas em 2012, 78,9% sobreviveram após um ano de funcionamento, 64,5% após dois anos, 55% após três anos, 47,2% após quatro anos e 39,8% estavam abertas em 2017. Já das 558,6 mil empresas criadas em 2008, 47,8% sobreviveram em cinco anos.

    Número de unidades locais, por tipos de eventos demográficos,  com as respectivas distribuições percentuais e taxas, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação – 2017
    Unidades da Federação Número de unidades locais
    Ativas Sobreviventes Entradas Saídas
    Total (%) Taxas (%) Total (%) Taxas (%) Total  (%) Taxas (%)
    Brasil  4.881.337  4.137.395 100,0 84,8   743.942 100,0 15,2   762.944 100,0 15,6
    Norte   179.939   145.721 3,5 81,0   34.218 4,6 19,0   33.787 4,4 18,8
    Rondônia   31.125   26.045 0,6 83,7   5.080 0,7 16,3   5.168 0,7 16,6
    Acre   8.033   6.561 0,2 81,7   1.472 0,2 18,3   1.629 0,2 20,3
    Amazonas   31.153   24.461 0,6 78,5   6.692 0,9 21,5   6.667 0,9 21,4
    Roraima   6.297   5.125 0,1 81,4   1.172 0,2 18,6   1.125 0,1 17,9
    Pará   70.259   56.580 1,4 80,5   13.679 1,8 19,5   13.090 1,7 18,6
    Amapá   7.346   5.959 0,1 81,1   1.387 0,2 18,9   1.755 0,2 23,9
    Tocantins   25.726   20.990 0,5 81,6   4.736 0,6 18,4   4.353 0,6 16,9
    Nordeste   755.503   627.791 15,2 83,1   127.712 17,2 16,9   127.461 16,7 16,9
    Maranhão   62.134   49.764 1,2 80,1   12.370 1,7 19,9   11.590 1,5 18,7
    Piauí   44.646   37.501 0,9 84,0   7.145 1,0 16,0   6.093 0,8 13,6
    Ceará   128.754   107.279 2,6 83,3   21.475 2,9 16,7   22.554 3,0 17,5
    Rio Grande do Norte   53.517   44.426 1,1 83,0   9.091 1,2 17,0   9.537 1,3 17,8
    Paraíba   52.790   44.520 1,1 84,3   8.270 1,1 15,7   8.268 1,1 15,7
    Pernambuco   122.116   100.909 2,4 82,6   21.207 2,9 17,4   21.637 2,8 17,7
    Alagoas   37.094   30.712 0,7 82,8   6.382 0,9 17,2   6.344 0,8 17,1
    Sergipe   28.915   24.215 0,6 83,7   4.700 0,6 16,3   4 932 0,6 17,1
    Bahia   225.537   188.465 4,6 83,6   37.072 5,0 16,4   36.506 4,8 16,2
    Sudeste  2.438.800  2.074.014 50,1 85,0   364.786 49,0 15,0   383.300 50,2 15,7
    Minas Gerais   526.543   453.758 11,0 86,2   72.785 9,8 13,8   76.174 10,0 14,5
    Espírito Santo   97.610   83.038 2,0 85,1   14.572 2,0 14,9   14.721 1,9 15,1
    Rio de Janeiro   350.103   297.681 7,2 85,0   52.422 7,0 15,0   55.176 7,2 15,8
    São Paulo  1.464.544  1.239.537 30,0 84,6   225.007 30,2 15,4   237.229 31,1 16,2
    Sul  1.099.673   952.617 23,0 86,6   147.056 19,8 13,4   151.385 19,8 13,8
    Paraná   411.669   351.838 8,5 85,5   59.831 8,0 14,5   59.032 7,7 14,3
    Santa Catarina   281.534   245.532 5,9 87,2   36.002 4,8 12,8   34.394 4,5 12,2
    Rio Grande do Sul   406.470   355.247 8,6 87,4   51.223 6,9 12,6   57.959 7,6 14,3
    Centro-Oeste   407.422   337.252 8,2 82,8   70.170 9,4 17,2   67.011 8,8 16,4
    Mato Grosso do Sul   65.680   55.397 1,3 84,3   10.283 1,4 15,7   10.157 1,3 15,5
    Mato Grosso   90.434   74.185 1,8 82,0   16.249 2,2 18,0   15.420 2,0 17,1
    Goiás   167.267   138.460 3,3 82,8   28.807 3,9 17,2   26.848 3,5 16,1
    Distrito Federal   84.041   69.210 1,7 82,4   14.831 2,0 17,6   14.586 1,9 17,4
    Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Cadastro e Classificações, Cadastro Central de Empresas 2014-2017.

     

    Considerando-se apenas a taxa de sobrevivência no primeiro ano, a maior foi registrada em 2008 (81,5%), caindo nos anos posteriores, até chegar a 71,9% em 2013, porém cresceu em 2014 (77,2%) e 2015 (78,3%), voltando a recuar para 73,2% em 2016.

    Entre as empresas sobreviventes em 2017, quase 60% têm pelo menos uma pessoa assalariada. “Já a maioria das empresas que fecham é formada apenas pelos donos e sócios”, explicou Denise.

    Ela ressalta também que, entre as empresas sobreviventes, 14,3% dos assalariados são de nível superior. “Já nas novas empresas, o pessoal com nível superior é somente de 8,7%. Nas que fecharam, corresponde a 7,6% do pessoal ocupado assalariado”, concluiu a analista da pesquisa.

    Na análise de empreendedorismo, a pesquisa estuda, entre outros aspectos, as empresas de alto crescimento, que são aquelas com 10 ou mais pessoas assalariadas no ano inicial de observação e que apresentaram crescimento médio anual de pessoal assalariado de pelo menos 20% por um período de três anos.

    A pesquisa mostra que as 20.306 empresas de alto crescimento representam o menor número da série iniciada em 2008 (30.954), enquanto o maior foi registrado em 2012 (35.206). Entre 2016 e 2017, houve redução do número de empresas de alto crescimento, tanto em termos absolutos, 692 empresas, como relativos, 3,3%.

    Esse grupo representava 0,5% das organizações ativas, 0,8% das empresas com pessoas ocupadas assalariadas e 4,5% daquelas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas.

    Previous ArticleSenac e Prefeitura lançam Programa Mais Renda Mulher no município de Caxias
    Next Article Ainda sonhando com o título do Brasileirão, Santos recebe Ceará nesta quinta-feira
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Negócios


    Pesquisa realizada pela Federação das Indústria aponta queda na produção e na geração de empregos no Maranhão

    14 de agosto de 2026
    Negócios


    BNDES amplia aprovações de crédito para o Maranhão com transferência de R$ 945,6 milhões

    13 de agosto de 2026
    Negócios


    Dia do Corretor terá palestra sobre inteligência emocional e comunicação para profissionais do mercado imobiliário

    12 de agosto de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 1   +   8   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    CONVERSA FRANCA Se não há mais amparo constitucional, que sigilo da fonte jornalística seja revisado ou retirado da Constituição Federal, pois o Brasil não pode continuar com uma Carta Magna que tem um amontoado de artigos, parágrafos, alíneas e incisos como letras mortas, enquanto a interpretação do certo e do errado estiver somente nas cabeças privilegiadas de alguns juízes.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Confederação Brasileira de Vôlei segue normas do COI e proíbe participação de mulheres trans em suas competições

    15 de agosto de 2026


    Pesquisa realizada pela Federação das Indústria aponta queda na produção e na geração de empregos no Maranhão

    14 de agosto de 2026


    Tribunal de Contas suspende execução financeira de contrato da Prefeitura de Imperatriz

    14 de agosto de 2026


    Botafogo goleado no Peru pelo Cienciano e Vasco apenas empata em casa com Olimpia do Paraguai

    14 de agosto de 2026


    Belga relembra disputa com Neymar em jogo da Copa de 2018: “Passava tempo demais no chão, mas tivemos sorte”

    14 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.