Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Poder e Política»Soltura de Lula não elimina crimes que cometeu, lembra João Doria
    Poder e Política

    Soltura de Lula não elimina crimes que cometeu, lembra João Doria

    Aquiles Emir9 de novembro de 201903 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Em nota distribuída nesta sexta-feira (08), o PSDB, apesar de concordar que decisão judicial é para ser respeitada, entende que a soltura do ex-presidente Lula, como consequência da decisão do Supremo de proibir prisão em segunda instância, pode alimentar o clima de intolerância na sociedade brasileira. Antes, o governador João Doria, que deve concorrer à Presidência pela legenda, disse que a soltura de Lula não elimina os crimes que cometeu.

    Quem também se pronunciou sobre esses “dias difíceis” foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para quem “é hora de usar o trombone, reafirmar convicções democráticas e manter o equilíbrio”.

    João Doria
    A saída temporária de Lula da cadeia não anula os crimes que cometeu. Meu apoio a uma mudança constitucional para condenados em segunda instância serem presos e cumprirem integralmente suas penas. O Brasil quer justiça.
    Fernando Henrique Cardoso
    Dias difíceis. Quando os que mandam ou lhes são próximos perdem as formalidades e quando a polarização leva à agressão, mais se precisa de bom senso. É hora de usar o trombone, reafirmar convicções democráticas e manter o equilíbrio, mesmo que isso desagrade os poderosos.

    NOTA SOBRE A SOLTURA DO EX-PRESIDENTE LULA

    Nos últimos meses os chamados partidos de esquerda ficaram na “cômoda” posição de não participar do esforço nacional de recuperação das dificuldades criadas ao longo de seus governos para ficarem na confortável posição do grito “Lula Livre”.

    Os apoiadores de Lula, “inelegível pela lei da ficha suja”, se recusaram a dialogar, votaram contra as reformas que adequaram o Estado aos novos tempos e sequer propuseram saídas para a crise em que jogaram o Brasil.

    Lula, Dilma Rousseff – sucessora escolhida por ele – e o PT são os responsáveis diretos pela maior recessão de nossa história, pelo déficit fiscal explosivo, pela alta taxa do desemprego, e pela subsequente estagnação da economia. Propiciaram também a volta do crescimento da pobreza registrado a partir de 2015, segundo pesquisa do IBGE divulgada esta semana, após uma longa série de avanços que remontava aos anos 90.

    Decisão judicial se respeita. A soltura do ex-presidente Lula, entretanto, pode alimentar ainda mais um clima de intolerância na sociedade brasileira, no qual polos extremos preferem se hostilizar ao invés de dialogar.

    Com Lula solto, nova palavra de ordem não basta mais. Será preciso apresentação de soluções para a crise que eles próprios criaram. Retórica vazia não gera emprego nem reduz miséria ou desigualdade.

    Cabe a todos os atores políticos serem responsáveis e serenos neste momento de nervos à flor da pele.

    Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB 

    Previous ArticleJustiça do Paraná determina a soltura do ex-ministro José Dirceu
    Next Article Senadores visitam áreas atingidas por óleo no litoral de Pernambuco
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Poder e Política


    No Meeting Sun’26, Famem leva demandas dos municípios e defende participação nas receitas de energias renováveis

    5 de novembro de 2026
    Poder e Política


    Senado aprova PEC da Segurança Pública, mas deixa a maior idade penal para um debate futuro

    3 de novembro de 2026
    Poder e Política


    Tribunal de Justiça realiza sessão para entrega e abertura de exposição nesta quarta-feira

    3 de novembro de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 2   +   1   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Dois dos temas mais debatidos no Brasil na atualidade - violência contra mulher e redução da maior idade penal- trazem para o centro das discussão as mesmas personalidades, que na maioria das vezes agem de forma contraditória.

    Compartilhe este vídeo:
    ```
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Sudene apresenta resultados de 2026 e destaca avanços em financiamento, inovação e planejamento regional

    5 de novembro de 2026


    Embrapa Maranhão e parceiros realizam dia de campo de mandioca e curso de farinha em Amarante

    5 de novembro de 2026


    No Meeting Sun’26, Famem leva demandas dos municípios e defende participação nas receitas de energias renováveis

    5 de novembro de 2026


    Nissan entra em campo na Kings League Brasil para se conectar à nova geração de fãs de futebol e entretenimento digital

    5 de novembro de 2026


    Emplacamentos de veículos alcançam segundo maior acumulado da série histórica e Fenabrave prevê aumento de 12,8% sobre 2025

    5 de novembro de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.