Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Blogs»Sociólogo e ativista de esquerda critica inclinação de Flávio Dino para a direita
    Blogs

    Sociólogo e ativista de esquerda critica inclinação de Flávio Dino para a direita

    Aquiles Emir24 de janeiro de 202004 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Não vem sendo bem recebido por alguns setores da esquerda o projeto  do governador Flávio Dino (PCdoB) para formação de ampla frente, com progressistas e conservadores para enfrentar Jair Bolsonaro em 2022. O sociólogo e ativista social Milton Alves chama essa frente de “teto rebaixado”.

    • Leia mais:
    • União com “bolsonaristas arrependidos” defendida pelo governador Flávio Dino recebe criticas do sociólogo e ativista de esquerda Milton Alves

    Segue seu artigo:

    A frente necessária é antineoliberal e democrática-popular

    Resultado de imagem para milton alves"

    Por Milton Alves*

    Ativista político e social. Autor do livro ‘A Política Além da Notícia e a Guerra Declarada Contra Lula e o PT

    A intensa movimentação do governador maranhense Flávio Dino (PCdoB) articulando a chamada “frente ampla” em conversas com personagens de partidos de direita como o ex-presidente Fernando Henrique (PSDB), o governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) e com apresentador Luciano Huck (Rede Globo) trouxeram à baila novamente o debate acerca da tática mais adequada e eficiente para derrotar o projeto do governo Bolsonaro, de caráter neoliberal, autoritário e excludente.

    No geral, dois caminhos são preconizados. Uma posição coloca acento na centralidade da luta contra o autoritarismo do governo Bolsonaro como eixo de aglutinação de forças. Essa posição defende a constituição de uma “frente ampla”, que ultrapasse as forças de esquerda, aglutinando partidos e lideranças consideradas de centro e centro-direita do espectro político. Formações de esquerda como o PCdoB e setores do PDT defendem a tese da “frente ampla’, um bloco político que abarcaria desde Rodrigo Maia (DEM), MDB, PSDB e até bolsonaristas arrependidos.

    O passaporte para ingressar no território dessa pretendida “frente ampla”, é a defesa da democracia no geral e sem a exigência de um programa de ruptura na economia e no restabelecimento dos direitos sociais retirados pelo golpe de 2016. Ou seja, uma frente de teto rebaixado, o que levaria a esquerda defender uma agenda aquém das necessidades impostas pela conjuntura política atual. É, na prática, marchar à reboque das velhas forças políticas da direita tradicional.

    Os companheiros do PCdoB, por exemplo, argumentam que é necessário conter a polarização, desarmar o embate entre o bolsonarismo e o petismo, desanuviando o cenário político. É um esforço em vão. A polarização é um fator político e social objetivo. É o resultado do conflito entre dois projetos polarizantes para o país: O projeto de Bolsonaro e da burguesia nacional, aliada e sócia menor do imperialismo na pilhagem do Brasil, contra o projeto democrático-popular do campo de esquerda, liderado pelo PT.

    Até porque as classes dominantes e seus representantes políticos resolveram partir para o golpismo em 2016, com impeachment da presidenta Dilma Rousseff, rompendo o pacto consagrado na Constituição de 1988. O que radicalizou o processo político facilitando, ao mesmo tempo, a emergência da extrema-direita bolsonarista.

    Uma segunda posição entende que, numa conjuntura em que o governo Bolsonaro tenta impor uma agenda ultraliberal, de desmonte do estado nacional e dos direitos econômicos e sociais do povo trabalhador, é fundamental a constituição de uma frente de caráter democrático-popular, reunindo a esquerda partidária, os movimentos sociais e personalidades progressistas.

    Tal frente, nucleada e conduzida pela esquerda – PT, PSOL PCdoB, setores do PSB e PDT, PCO, personalidades progressistas, frentes sociais Brasil Popular e Povo Sem Medo – tem a tarefa de derrotar globalmente o projeto antinacional e antidemocrático do governo Bolsonaro, apresentando uma programa de defesa da soberania nacional, dos direitos democráticos e sociais do povo trabalhador. Isso, tampouco, impede alianças pontuais e parciais com forças do centro em torno de objetivo políticos concretos e imediatos. Aliás, como já vem acontecendo.

    A necessidade da construção de uma frente democrático-popular, com um projeto alternativo de governo em contraposição ao projeto da extrema-direita bolsonarista e dos velhos partidos da direita tradicional (PSDB, DEM, MDB, PP e etc), é uma tarefa

    irrecusável, inadiável. Um projeto político com nitidez para disputar os rumos do país sem as velhas alianças e cedências programáticas para os partidos burgueses da centro-direita.

    A defesa consequente da democracia é inseparável da derrota do projeto neoliberal, esta é uma questão estruturante e definidora da disputa de rumos no país.

    Portanto, não é possível realizar uma frente nas atuais circunstâncias políticas e sociais com quem não reconhece a centralidade do combate à regressão neoliberal e ao esmagamento da soberania nacional.

    (Extraído do Blog do Esmael)

    FIEMA
    Previous ArticleMais de 600 mil empregos foram gerados no Brasil em 2019, segundo números do Caged
    Next Article Universidades oferecem vagas para pessoas trans por meio do Sisu
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Poder e Política


    José Gonçalo apresenta apresenta plano de gestão na CGJ para o biênio 2026-2028

    30 de abril de 2026
    Poder e Política

    Saiba o que vai funcionar no feriadão do Dia do Trabalhador

    29 de abril de 2026
    Poder e Política


    Em seu parecer a favor de Messias, Weverton Rocha lembra conflito com quilombolas de Alcântara

    29 de abril de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 5   +   8   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Apoio do presidente Lula nem sempre foi certeza de votos para seus aliados na política do Maranhão, como sonha o vice-governador Felipe Camarão no seu projeto para ser sucessor de Carlos Brandão.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Metade dos deputados pelo Maranhão vota para a derrubada do veto de Lula à dosimetria e no Senado 100% foram contra

    30 de abril de 2026


    Em nova derrota de Lula no Congresso, veto à Dosimetria é derrubado e beneficia os condenados pelo 08 de janeiro

    30 de abril de 2026


    José Gonçalo apresenta apresenta plano de gestão na CGJ para o biênio 2026-2028

    30 de abril de 2026

    Oportunidades de estágio do IEL no Maranhão oferecem bolsas de até R$ 1,6 mil

    30 de abril de 2026


    Instituto Euvaldo Lodi abre mais de 2,1 mil vagas de estágio com bolsas de até R$ 3,2 mil

    30 de abril de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.