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    Home»Negócios»Presidente da Fiema pede ao Supremo celeridade no julgamento da inconstitucionalidade da MP Trabalhista
    Negócios

    Presidente da Fiema pede ao Supremo celeridade no julgamento da inconstitucionalidade da MP Trabalhista

    Aquiles Emir9 de abril de 202002 Mins Read
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    Medida do governo federal dispõe sobre redução de jornada de trabalho e salários

    O presidente da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), Edilson Baldez, solicitou ao presidente do Supremo Tribunal Federal,  Dias Toffoli, a manutenção do julgamento pelo plenário da Corte de decisão proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski sobre pontos da MP Trabalhista (936/20). A correspondência enviada pela entidade empresarial defende os interesses da indústria brasileira e da indústria maranhense neste momento de crise nacional.

    No documento, Baldez solicita ao STF que inclua o processo da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 6.363 contra a Medida Provisória nº 936/2020 do governo federal, na próxima pauta de julgamento do plenário do STF, dias 15 ou 16 deste mês, para que seja assegurada a necessária segurança jurídica que o tema requer e a nação precisa.

    A manutenção das medidas trabalhistas complementares para enfrentamento do estado de calamidade pública ocasionado pela pandemia da covid-19 permite a negociação direta entre empresa e trabalhador e dá celeridade para as partes na situação atual, que é fundamental neste momento.

    “A decisão do ministro Ricardo Lewandowski, na ADI nº 6.363, apanhou a todos de surpresa, paralisando as iniciativas e colocando em xeque os acordos individuais já firmados entre patrões e empregados”, enfatizou o presidente da Fiema.

    O propósito da correspondência, de acordo com o presidente, é esclarecer os fatos e chamar atenção para os  impactos  sociais  e  econômicos  que  a  decisão liminar invariavelmente produzirá.

    “Como   presidente   da   Fiema,  entidade  representativa  da  indústria  maranhense,  o  momento  me impõe o dever de solicitar a Vossa Excelência que inclua o processo na próxima pauta de  julgamento  do  Plenário  do  STF,  a  fim  de  que  a  liminar monocrática se submeta ao imediato escrutínio do colegiado, conferindo a necessária segurança jurídica que o tema requer”, destaca o documento.

    Ação conjunta – A solicitação da federação maranhense ao STF também é reforçada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde defende, em carta enviada ao Supremo, que a Medida Provisória nº 936 veio em boa hora, permitindo que empregadores e empregados firmassem acordos individuais com o propósito de preservar empregos.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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