Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Brasil»Manifestações contra Michel Temer em diversas cidades do Brasil
    Brasil

    Manifestações contra Michel Temer em diversas cidades do Brasil

    Aquiles Emir22 de maio de 201707 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Brasília - Policia Militar do Distrito Federal arma cordão de segurança em frente ao Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Manifestantes ligados a centrais sindicais e a movimentos de esquerda se reuniram neste domingo (21) em diversas cidades do país. Eles protestaram contra o governo federal e a favor de eleições diretas. No Rio de Janeiro, em Brasília e no Recife os protestos tiveram pouca adesão na manhã deste domingo. Em Porto Alegre, o ato foi cancelado em razão do mau tempo.

    Na capital federal, cerca de 350 pessoas se reuniram em frente ao Museu da República. De acordo com o tenente Marcus Uitálo Menezes, da Polícia Militar do DF, o ato, iniciado às 10h e encerrado pouco mais de duas horas depois, foi pacífico.

    As manifestações foram motivadas pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. Ontem (20), o presidente Michel Temer afirmou que segue na Presidência da República e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão do inquérito que o investiga.

    Manifestantes no Rio de Janeiro

    Durante o ato foi estendida uma faixa branca para que os manifestantes registrassem seus protestos

    Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

    Rio de Janeiro – Servidores de diversas categorias do estado do Rio e representantes de sindicatos se reuniram na Praia de Copacabana, próximo do Hotel Copacabana Palace. De acordo com Ramon Carrera, um dos líderes do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), que organizou o ato, a entidade já tinha marcado o encontro há duas semanas para protestar sobre a situação precária dos servidores do Rio, que enfrentam atrasos de salários e falta de condições de trabalho.

    A manifestação era também para pedir o impeachment do governador Luiz Fernando Pezão. Segundo Carrera, com os últimos acontecimentos no país, o ato serviu para também protestar contra o governo federal.

    “Era um ato contra o governo Pezão e contra a corrupção instalada no Rio de Janeiro, que ajudou a quebrar o estado. No meio da convocação, feita há duas semanas, a gente teve essa avalanche no governo federal, o que, para nós, é motivo de muita tristeza.”

    Carrera, que é também diretor-geral do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (Sindjustiça), destacou que a Lei de Recuperação Fiscal dos Estados, aprovada pelo Congresso e sancionada sexta-feira (19) sem vetos pelo presidente Michel Temer, ainda terá de passar por votações de medidas complementares de austeridade do estado como contrapartidas para assegurar a negociação das dívidas, entre elas o aumento da contribuição previdenciária dos servidores e o congelamento de reajustes salariais para as categorias.

    A nova legislação é apontada pelo governador Pezão como fundamental para colocar o pagamento dos servidores em dia. Para o integrante do Muspe, há medidas que poderiam ser adotadas e não provocar uma pressão sobre a população e servidores. “Os exemplos são cobrar o crédito da Lei Kandir, da ordem de R$ 50 bilhões, a divida ativa, de R$ 66 bilhões, fazer o enfrentamento e rever as isenções fiscais”, disse.

    De acordo com Carrera, a manifestação foi apartidária e custeada pelos sindicatos que vivem da contribuição dos servidores. Durante o ato foi estendida uma faixa branca para que os manifestantes escrevessem mensagens ou registrassem seus protestos.

    Um outro grupo de manifestantes se concentrou em frente à estação do metrô de São Conrado, seguindo pela orla do bairro da zona sul carioca até o prédio onde mora o presidente da Câmara dos Deputados, Rocrigo Maia (DEM).

    A organização e a Polícia Militar não divulgaram o número de pessoas que participaram da manifestação.

    Manifestantes em Belo Horizonte

     

     

    Manifestantes em Belo HorizonteLéo Rodrigues/Agência Brasil

    Belo Horizonte – Em Belo Horizonte, os manifestantes se reuniram às 9h na Praça da Liberdade e seguiram para a Praça Sete, tomando ruas do centro da capital mineira. Assim como o ato realizado na última quinta-feira (18), a convocação foi realizada pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo, grupos que reúnem centrais sindicais, sindicatos, organizações estudantis e entidades dos movimentos sociais.

    O principal mote dos manifestantes foi o pedido de eleições diretas. “Só o voto popular pode resolver essa imensa crise política, resgatar a democracia e credibilidade na principal instituição brasileira” informava a convocação nas redes sociais.

    Segundo Beatriz Cerqueira, presidente estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT-MG), a eleição indireta não resolve a crise no país. “Na eleição indireta, o Congresso elegerá o presidente da República e na sequência aprovará as reformas da Previdência e trabalhista. Por isso, para nós a única saída é ocupar as ruas gritando Diretas Já. Queremos de volta o direito de eleger o presidente”, disse.

    Para a sindicalista, o país vem piorando. “Essa tem de ser uma luta de todos os brasileiros. São 14 milhões de desempregados. Por isso também queremos reformas do Judiciário, tributária, porque o pobre é quem mais paga imposto hoje no Brasil, e política, porque os deputados e senadores estão sempre votando contra os interesses da população.”

    Manifestantes no Marco Zero do Recife

     

    Manifestantes no Marco Zero do RecifeSumaia Villela

    Agência Brasil

     

    Recife – Na capital pernambucana, o ato ocorreu no Marco Zero da cidade, localizado no Recife Antigo, e teve uma proporção bem menor que o protesto da última quinta-feira (18).

    Enquanto a reportagem esteve no local, até 15h, cerca de 300 pessoas participaram da manifestação.

    De acordo com Carlos Veras, presidente estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT), uma das organizações que convocaram a mobilização, já se previa que hoje não haveria uma adesão massiva.

    “O grande ato foi na quinta. Queremos dialogar com as pessoas que vêm ao Marco Zero [local turístico e de lazer] e nos mobilizarmos rumo à Brasília para o ato por Diretas Já do dia 24.”

    São Paulo – Em São Paulo, o ato pelas Diretas Já e contra o governo federal ocorreu sob forte chuva. Os manifestantes tentaram se proteger da chuva embaixo das marquises ou usavam guarda-chuvas e capas de chuva. O ato, convocado pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, teve início por volta das 15h e foi encerrado às 18h.

    O principal caminhão de som foi instalado ao lado do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, e nele discursaram líderes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), políticos e integrantes de centrais sindicais, entre elas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Intersindical.

    A manifestação da Avenida Paulista foi organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo
    A manifestação da Avenida Paulista foi organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem MedoRovena Rosa/Agência Brasil

    A Polícia Militar e os organizadores não divulgaram o número de manifestantes. Segundo a PM, o protesto transcorreu de forma absolutamente pacífica até este momento.

    Segundo Edson Carneiro Índio, secretário-geral da Intersindical, o ato defende a saída do presidente da República, a convocação de eleições diretas no país e a imediata interrupção da tramitação das reformas trabalhista e da Previdência. “Esse Congresso não tem a menor condição de aprovar essas mudanças que mexem com a vida do povo e nem de escolher um novo presidente”, afirmou Carneiro Índio.

    Presidente da CUT, Vágner Freitas disse que a chuva atrapalhou muito, mas defendeu a importância da mobilização. Para Freitas, as eleições diretas no país seriam possíveis por meio de uma emenda popular. Ele disse ainda que as centrais sindicais e os movimentos sociais continuarão mobilizados no país e pretendem fazer um grande ato na próxima quarta-feira, em Brasília. “Vamos continuar a mobilização e nas ruas até ter eleição direta”, concluiu.

    Fortaleza – Em Fortaleza, manifestantes se reuniram na Praia de Iracema e fizeram passeata pela Avenida Beira Mar. Organizado pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o ato reuniu pessoas da capital e do interior. As mensagens das faixas e cartazes exibiam frases com palavras de ordem, entre elas Diretas Já.

    “A solução para o país neste momento é promover eleições diretas, para que possamos continuar o ciclo de desenvolvimento interrompido pelo golpe”, disse o vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) no Ceará, Luís Carlos de Sousa.

    * Colaboraram Cristina Indio (Rio de Janeiro), Léo Rodrigues (Belo Horizonte), Sumaia Villela (Recife), Daniel Isaia (Porto Alegre), Elaine Patrícia Cruz (São Paulo) e Edwirges Nogueira (Fortaleza)

    Previous ArticleRodrigo Janot e defesa de Temer pedem à PF para investigar gravação do dono da JBS
    Next Article Fuga na Penitenciária de Pedrinhas com saldo de mortes e dezenas de presos em liberdade
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Brasil


    Polícia Federal investiga suposta mediação de Lulinha, filho do presidente Lula, para venda de cannabis ao governo

    30 de julho de 2026
    Brasil


    Instituto Euvaldo Lodi reúne mais de 3,8 mil vagas de estágio com bolsas de até R$ 2,3 mil

    30 de julho de 2026
    Brasil


    BNDES aprova R$ 30 milhões para projeto de inclusão digital que atenderá escolas da região Nordeste

    27 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 0   +   5   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Livro narra a história de um dos mais importantes importantes empresários do Maranhão, Luiz Noranha, que, além de outros negócios, foi representante da General Motors, pela Comave e Servepeças, sendo um dos responsáveis pela ampliação e dinamização do setor autorizo no mercado maranhense.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Livraria Leitura inaugura no Rio Anil Shopping sua terceira unidade em São Luís

    5 de agosto de 2026


    Associação Comercial do Maranhão lança APP ACM de Oportunidades como parte das comemorações de 172 anos

    5 de agosto de 2026

    À Justiça eleitoral, senador Weverton Rocha declara que seu patrimônio diminuiu R$ 2,1 milhões em quatro

    5 de agosto de 2026

    Jair Bolsonaro pede permissão ao STF para receber os filhos no próximo domingo, Dia dos Pais

    5 de agosto de 2026


    Justiça determina multas milionárias a bancos e dinheiro vai para o Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos

    5 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.