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    Home»Poder e Política»“Pela democracia”, ex-presidente José Sarney declara voto em Lula na eleição deste domingo
    Poder e Política

    “Pela democracia”, ex-presidente José Sarney declara voto em Lula na eleição deste domingo

    Aquiles Emir25 de outubro de 202214 Mins Read
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    Sarney diz que Bolsonaro prega divisão, racismo, xenofobia…

    Aliado de Lula desde a eleição de 2002, o ex-presidente José Sarney (MDB) declarou voto ao ex-presidente no segundo turno das eleições, pois acha que votar em Jair Bolsonaro (PL) poderia ser um voto contra as instituições. Na carta Voto pela Democracia, publicada em seu site, ele declarou que a reeleição do presidente “terá como consequência anos de autocracia, um regime de força construído na mentira sistemática e no abuso do poder”.

    Ainda de acordo com Sarney, “o voto em Lula — que já tem seu lugar na História do Brasil como quem levou o povo ao poder e como responsável por dois excelentes governos — é voto pela democracia, pela volta ao regime de alternância de poder, pela busca do Estado de Bem-Estar Social. A diferença é clara”.

    Segundo Sarney, as marcas de Bolsonaro são a proliferação de notícias falsas, racismo, xenofobia e divisão da sociedade. “Assim se hostiliza, agora, os nordestinos, os pobres, como se fossem brasileiros inferiores. Isso atenta contra todos os princípios democráticos e até éticos”.

    A Página do Sarney

    Sarney ainda comparou Bolsonaro a outros líderes mundiais conservadores, como Vladmir Putin (presidente da Rússia), ex-presidente Donald Trump (Estados Unidos) e Viktor Orbán (primeiro-ministro da Hungria).

    Eis a carta do ex-presidente

    Voto pela Democracia

    Quando, em janeiro de 1985, Tancredo Neves e eu fomos eleitos por um grande acordo da sociedade, tínhamos muito claro um compromisso: a transição para a democracia. A partir da eleição é que, no espaço cedido pela Fundação Getúlio Vargas, começou-se a detalhar números e tarefas. Antes de janeiro a tarefa não apenas era impossível por não dispormos dos dados reais sobre o funcionamento do governo, mas sobretudo porque a dimensão do que se decidiria na eleição era política e institucional, num nível superior de decisão: estava em jogo o Estado Democrático de Direito, o futuro da Nação.

    Estamos, neste momento, numa situação que tem desafios semelhantes. Disfunções dos Poderes aconteceram de tempos em tempos, mas raras vezes se viu o ataque sistemático do Executivo contra o Judiciário. Ora, guardião da Constituição, o Supremo Tribunal Federal se transformou, ao longo das gerações, no ponto de equilíbrio do nosso sistema político. O desacato de Floriano Peixoto, nos primeiros dias da República; a intervenção de Getúlio Vargas, acompanhando os Estados concentracionários europeus; o regime militar, manipulando sua composição para controlá-lo, foram momentos breves, registros inglórios de tempos sombrios. A partir da transição democrática, a Corte Suprema consolidou-se como o mais importante símbolo do Estado brasileiro, por caber-lhe sobretudo a defesa daquilo que nossa Constituição tem de melhor: a garantia dos direitos — individuais, coletivos, difusos, sociais.

    O atual contrato “secreto” entre o Executivo e o Legislativo, fixado em valores agigantados diante dos parcos recursos do Orçamento da República, é campo privilegiado para os interesses escusos. A minoria, esmagada de uma forma que não se via desde o princípio do Império — lembro que nos períodos de exceção não há maioria ou minoria —, tem como única defesa apelar para que o Judiciário faça o que não é sua função e interfira no funcionamento do Congresso Nacional.

    Um aspecto tenebroso dos movimentos políticos é sua globalização. Desde a Antiguidade as estruturas das nações assumem formas paralelas. Um exemplo é a proximidade das figuras de Trump, Orbán, Putin, Bolsonaro. Uma de suas marcas é a proliferação das fake news. Outras a xenofobia, o racismo, a divisão da sociedade. Assim se hostiliza, agora, os nordestinos, os pobres, como se fossem brasileiros inferiores. Isso atenta contra todos os princípios democráticos e até éticos. É a guerra contra a democracia, o demos, o povo.

    No próximo domingo, o eleitor decidirá se vota pelo fim da democracia ou por sua restauração. Esse voto não é para quatro anos de governo: é um voto para o destino do Brasil. O voto em Bolsonaro é voto contra as instituições, que terá como consequência anos de autocracia, um regime de força, construído na mentira sistemática e no abuso do poder. O voto em Lula — que já tem seu lugar na História do Brasil como quem levou o povo ao poder e como responsável por dois excelentes governos — é voto pela democracia, pela volta ao regime de alternância de poder, pela busca do Estado de Bem-Estar Social. A diferença é clara.

    No mesmo espírito dos que construíram em torno de Tancredo Neves a Aliança Democrática, reunindo um amplo espectro de homens públicos, agora congregamos em torno do Presidente Lula os homens de maior responsabilidade do País para formar uma nova união pela democracia. É a esperança que nos convoca.

    (Com informações do G1)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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    View 1 Comment

    1 comentário

    1. Clenio+Ramos+de+Farias on 25 de outubro de 2022 08:31

      Os maranhenses já sabem então que devem seguir na direção oposta. Pelo bem do Brasil,pelo bem do Maranhão.

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    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Por conta do feriado municipal de São Pedro, segunda-feira (29), São Luís terá um fim de semana prolongado para ninguém botar defeito: três dias de folga, mas pode chegar a quatro, dependendo da atividade ou do endereço do local de trabalho. Os servidores públicos terão direito a ponto facultativo, e as empresas do bairro do João Paulo não abrem, por conta do desfile de São Marçal, terça-feira (30), para encerrar a temporada junina na capital maranhense.

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