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    Home»Entretenimento»Dinho Ouro Preto lança volume 3 do projeto Roque em Rôu
    Entretenimento

    Dinho Ouro Preto lança volume 3 do projeto Roque em Rôu

    Aquiles Emir10 de janeiro de 202004 Mins Read
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    Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial, iniciou seu projeto solo, o álbum digital Roque em Rôu, em 25 de outubro, lançando três versões de grandes músicas do rock nacional: Rolam as Pedras (Kiko Zambianchi), Saideira (Skank) e Tarde de Outubro (CPM22), que compôs o Vol.1

    Logo após, o Vol.2 deste mesmo projeto foi disponibilizado com mais três canções do rock brasileiro: Metamorfose Ambulante (Raul Seixas), A Mais Pedida (Raimundos) e Inverno (Vertigo).

    Agora Dinho vem com mais uma novidade do seu projeto solo, o Vol.3 com mais três canções que celebram o rock verde amarelo: Quase Sem Querer (Legião Urbana), Tempos Modernos (Lulu Santos), O Que Sobrou do Céu (O Rappa).

    Ouça aqui!

    Quase Sem Querer (Legião Urbana) por Dinho

    “A Legião é meu grupo brasileiro favorito. Acho o Renato um dos maiores nomes da música popular brasileira desde a minha adolescência. Tive o privilégio de crescer acompanhando de perto a sua transformação no maior nome da minha geração. Gosto do jeito que ele escreve, canta e compõe. Renato é um artista completo, que transcende ao tempo, maior do que o rock brasileiro, ele comove a todos.

    Eu já cantei e gravei inúmeras músicas dele. Sou tão apaixonado por sua obra que eu seria capaz de gravar um disco inteiro em tributo a ele. Já passei horas, dias e meses ouvindo suas canções. Elas são parte de mim, e me ajudam a explicar que eu sou. Elas são a razão pela qual estou aqui.

    Mas tive que passar pelo difícil processo de escolher uma só canção entre tantas possibilidades. Acabei então optando pela música cuja letra tem um significado forte para mim. Quase Sem Querer é profunda e singular. Ela é um dos momentos mais inspirados do Renato. Ele põe em palavras várias coisas que sinto e nunca consegui verbalizar. Sinto um imenso prazer em cantar essa música. É com alegria que presto essa homenagem ao meu genial amigo!”

    Tempos Modernos (Lulu Santos) por Dinho

    “O Lulu é um gênio. Ele compõe de um jeito peculiar e sua voz é singular.  Ele é capaz de surpreender e inovar. Suas canções eram tão bem boladas que com frequência elas me remetiam aos Beatles. Lulu é um compositor genial. Quando eu ouço sua voz eu penso em veludo. Sua capacidade de escrever músicas tão diferentes entre si, me surpreende. A facilidade com a qual ele toca guitarra como se fosse uma extensão de seu corpo, me fascina. Fico com a impressão que a guitarra e Lulu são um só ser.

    Se eu tivesse que apontar a principal virtude do Lulu, eu teria dificuldade em responder. Acho que possivelmente eu falaria que é seu talento como compositor. Por isso foi uma tortura decidir qual música sua gravar – eu adoro várias.

    Mas Tempos Modernos é algo à parte. Lulu navega entre vários universos e essa é um de seus momentos mais roqueiras dele. Então, resolvi turbina-la ainda mais. É como se ela tivesse sido posta num liquidificador. O resultado é uma versão meio punk rock de sua canção. Hey! Ho! Let`s go, Lulu!”

    O Que Sobrou do Céu (O Rappa) por Dinho

    “O Rappa é um dos grupos mais intensos que eu conheço. Tanto os shows quanto os discos são experiências marcantes. Já toquei com eles várias vezes e fui vê-los tocar muitas vezes também. Gosto muito da sonoridade que eles produzem. É uma banda que produz uma pressão surpreendente – é impossível ficar alheio. Isso tudo sem falar das letras. Gosto do contexto social do texto. Acho que eles introduzem suavidade e contundência ao mesmo tempo.

    O álbum Lado A Lado B é uma pérola. Eu o considero um dos maiores discos do rock brasileiro. Gosto dele da primeira à última música. Esse é daqueles álbuns que ouvi sem parar, obsessivamente, durante meses. Não foi fácil escolher que música gravar. Cheguei a tocar algumas, e descobri que não é tão fácil assim cantar O Rappa.

    O Que Sobrou do Céu sempre esteve entre as minhas favoritas, e depois de tocá-la ao vivo, bati o martelo. Próximo passo – interpretá-la de um modo mais pessoal. Optei por uma levada meio “Hendrix”. Gostei tanto que fizemos duas versões. A que está saindo agora é a acústica. Divirtam se com ela e aguardem a versão elétrica.”

     Ficha técnica de Roque em Rôu – Vol.3

    • Vocal: Dinho Ouro Preto
    • Guitarra: Fabiano Carelli
    • Baixo: Mauro Berman
    • Bateria: Lourenço Monteiro
    • Teclados: George Fonseca
    • Gravação, mixagem e masterização: Marck
    • Estúdio de gravação: Nano Studio
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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