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    Home»Mundo»Chanceler brasileiro, Carlos França, diz que pretende ampliar relações com a China
    Mundo

    Chanceler brasileiro, Carlos França, diz que pretende ampliar relações com a China

    Aquiles Emir6 de maio de 202102 Mins Read
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    Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) realiza audiência pública interativa para ouvir, na qualidade de convidado, o ministro das Relações Exteriores para prestar informações no âmbito de suas competências, conforme disposto art 103, § 2º do RISF. Mesa: presidente da CRE, senadora Kátia Abreu (PP-TO), conduz audiência; ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto Franco França. Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado
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    Ministro Carlos França falou hoje na CRE do Senado

    O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, disse nesta quinta-feira (06) que o Brasil pretende ampliar e diversificar as relações econômicas e comerciais que têm com a China. Em audiência na Comissão de Relações Exteriores do Senado, o chanceler acrescentou que a relação com o país asiático está entre as prioridades do governo brasoleiro.

    Ao iniciar sua fala, o ministro das Relações Exteriores disse que a China é um dos países priorizados pelo Brasil e que, além de ser o maior parceiro comercial, é um dos nossos cinco maiores investidores estrangeiros.

    “O comércio bilateral cresceu em 2020, apesar da pandemia, para volume recorde de US$ 102,5 bilhões, com saldo superavitário para o Brasil de US$ 33 bilhões. Queremos um relacionamento econômico e comercial maior e mais diversificado com a China. Nossas exportações, ainda concentradas em poucos produtos primários, poderão expandir-se em quantidade e em variedade”, disse o chanceler.

    A afirmação foi feita após a presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Kátia Abreu (PP-TO), ter manifestado preocupação com a possibilidade de as relações entre os dois países serem “vetadas, atrapalhadas ou impedidas”.

    “Em 2020, a China absorveu 32,3% de exportações brasileiras, o que propiciou ao nosso país superávit comercial de US$ 33,8 bilhões. O Brasil responde hoje por 4% de tudo que a China importa, e esse número cresce para 22% no caso do agronegócio. Temos espaço para avançar. Caso a China cresça a uma taxa anual de 4,6% na próxima década, as exportações podem saltar de US$ 34 bilhões ao ano, para US$ 53 bilhões. Nada pode impedir essa grande perspectiva para nosso país”, disse a senadora ao abrir a audiência.

    (Agência Brasil)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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