Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Poder e Política»Representante da Pfizer confirma: governo não respondeu ofertas feitas em agosto d
    Poder e Política

    Representante da Pfizer confirma: governo não respondeu ofertas feitas em agosto d

    Aquiles Emir13 de maio de 2021014 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, faloh a CPI da Pandemia

    Fonte: Agência Senado

    O pesidente da Pfizer para América érica Latina, Carlos Murillo, afirmou em testemunho à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (13) que os primeiros contatos da empresa com o governo brasileiro para apresentação de seu imunizante aconteceram entre maio e junho de 2020. À época, a empresa ainda estava desenvolvendo a vacina.

    Ele também declarou que a empresa chegou a oferecer, na segunda e na terceira propostas apresentadas ao Ministério da Saúde, em agosto do ano passado, 1,5 milhão de doses para serem entregues ainda em 2020, o que não ocorreu por não ter havido resposta governamental.

    Segundo Murillo, a primeira oferta oficial, feita ao Ministério da Saúde, ocorreu em 14 de agosto de 2020, com duas possibilidades: 30 milhões de doses ou 70 milhões de doses, ambas com a entrega de 500 mil doses ainda em 2020 (veja o quadro ao final da matéria).

    Na segunda oferta, em 18 de agosto de 2020, e na terceira, em 26 de agosto, também foram propostos os volumes de 30 milhões e 70 milhões, mas com uma nova possibilidade: 1,5 milhão de doses para serem entregues em 2020. O valor contratual seria de U$ 10 por dose, definido a todos os países de renda média.

    “Nossa oferta de 26 de agosto tinha uma validade de 15 dias. Passados os 15 dias, o governo brasileiro não rejeitou, tampouco aceitou a oferta”, esclareceu Murillo.

    Depois disso, novas ofertas teriam sido feitas, mas somente em 19 de março foi assinado contrato com a empresa para a oferta de 14 milhões no segundo trimestre de 2021 e mais 86 milhões para o terceiro trimestre. O segundo contrato, que estaria para ser assinado, prevê a entrega de mais 100 milhões no quarto trimestre deste ano.

    O presidente regional da Pfizer confirmou que em 12 de setembro do ano passado — conforme dito na quarta-feira (12) pelo ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fabio Wajngarten à CPI — a Pfizer enviou uma carta a seis autoridades brasileiras sobre as ofertas feitas ao Brasil e sobre o interesse em negociações.

    Murillo disse que a carta foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente, Hamilton Mourão, aos ministros Paulo Guedes (Economia), Eduardo Pazuello (que nessa época era o ministro da Saúde), Walter Braga Netto (então na Casa Civil) e ao embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Forster.

    Murillo garantiu que as negociações com o governo brasileiro sempre foram lideradas por ele, junto ao Ministério da Saúde, em especial com o ex-secretário-executivo da pasta, Élcio Franco. Murillo também confirmou a assessoria de dois escritórios externos de advocacia à empresa.

    Os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Ciro Nogueira (PP-PI) contestaram que a Pfizer pudesse entregar as vacinas ainda em dezembro ao Brasil, diante do fato de que somente em 11 de dezembro essas vacinas foram autorizadas pela agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (FDA), tendo sido iniciada a vacinação naquele país em 14 de dezembro.

    Os dois parlamentares alegaram que em dezembro não havia disposto legal para aceitação contratual com a empresa no Brasil, o que só teria ocorrido após a publicação em março de 2021 da Lei 14.125, de 2021, que dispõe sobre a responsabilidade civil relativa a eventos adversos pós-vacinação contra a covid-19.

    “Há três cláusulas jurídicas consideradas incompatíveis com a legislação brasileira. Imposição da farmacêutica: que o Brasil dispusesse de valores em uma conta no exterior, da Pfizer, como garantia de pagamento, na chamada pré-compra; que qualquer questão contratual fosse julgada em um tribunal de Nova York, nos Estados Unidos; e que o Estado brasileiro assumisse a responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina. A legislação não permitia, até então, a assinatura do contrato com cláusulas impostas nessas condições. Foi por isso que o Senado Federal e o Congresso brasileiro tiveram que aprovar uma legislação permitindo ao governo assinar esse contrato com a Pfizer‰pontuou Marcos Rogério.

    Para Ciro Nogueira, “caem por terra” narrativas como a de que a população estaria vacinada se essas tratativas tivessem acontecido.

    “Acho que ficou bem claro, pelos números, contra esses fatos, o que Dr. Carlos Murillo colocou, que a quase totalidade das vacinas ofertadas pela Pfizer é para o terceiro semestre em diante, em especial o segundo semestre, no nosso país. E a segunda [narrativa] é a de que o país teria condições legais de ter comprado essas vacinas no ano passado:.

    As colocações de Marcos Rogério e Ciro Nogueira foram contestadas por vários senadores. O presidente da CPI, senador Omar Aziz, destacou que até 18,5 milhões de doses poderiam ter sido entregues ao Brasil até o segundo semestre de 2021, caso o governo tivesse aceito a oferta de 26 de agosto.

    — Eu conversei há pouco com o Dr. Dimas Covas, que é presidente do Instituto Butantan. Perguntei: “Dr. Dimas, quando é que chegou a CoronaVac ao Brasil?”. Ele falou: “Em novembro, nós tínhamos seis milhões de doses”. Aí, a aprovação na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] só foi em janeiro. Tanto é que a Anvisa aprovou em janeiro, num domingo, ao que todos nós assistimos pela televisão, e dois dias depois já estavam distribuindo as vacinas. O caso específico em relação à Pfizer poderia ter sido no mesmo sistema. Teríamos as doses, esperaríamos a Anvisa aprovar, como foi feito com a CoronaVac — argumentou Omar.

    O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que, se o Brasil tivesse atendido a todos os pré-requisitos exigidos pela Pfizer no mês de janeiro, no começo desse mesmo mês os brasileiros já estariam sendo vacinados com o imunizante americano.

    :A situação que nós estamos vivendo hoje, neste momento, de falta de vacina, sem dúvida nenhuma é [resultado da] política equivocada do governo federal”  declarou.

    Medida Provisória ‘ ,- Os senadores Eliziane Gama (Cidadania-MA) e Humberto Costa (PT-PE) questionaram o porquê de o governo não ter apresentado uma medida provisória para acelerar a compra da vacina.

    — A demonstração da falta de interesse é tão grande que as exigências que foram feitas pela Pfizer — que também foram feitas para outros países — só foram atendidas, senador Randolfe Rodrigues, porque o Congresso Nacional, a partir de uma iniciativa de Vossa Excelência e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, apresentou um projeto de lei. O governo brasileiro, desde o mês de agosto, quando as tratativas começaram a ter a forma de uma proposta, poderia ter editado uma medida provisória para que o Congresso Nacional pudesse votá-la — criticou Humberto.

    Em resposta a questionamento do vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Murillo declarou que desde novembro autoridades do governo brasileiro e a Pfizer já tratavam de alterações que deveriam ser feitas na legislação para que o contrato fosse firmado.

    Em dezembro de 2020, segundo Randolfe, já havia minuta de medida provisória com proposta de dispositivo que dava segurança jurídica para essa contratação, com definição de responsabilidade civil. A medida provisória teria sido apresentada à Câmara dos Deputados em janeiro de 2021, mas teria sido rejeitada por orientação do governo.

    — Estamos falando de três meses. Repito a pergunta: quantas vidas poderiam ter sido salvas nesses três meses? (…) Chile, Costa Rica e México, conforme confirmação do representante da Pfizer, iniciaram a vacinação com o imunizante da empresa em 14 de dezembro de 2020 e o Brasil poderia estar na lista.

    O senador destacou ainda que em 19 de novembro de 2020 Élcio Franco declarou que o governo brasileiro e o Ministério da Saúde não tinham intenção de preparar legislação para isentar de responsabilidade civil os responsáveis pelo imunizante americano.

    Mas, segundo Marcos Rogério, a medida provisória deixaria o presidente da República agindo unilateralmente em nome do Estado brasileiro em uma questão internacional.

    — Nesse caso, o devido processo legislativo, que a todos aqui deve instruir, indica que isso tem que ser feito por lei ordinária, conjugação de vontades, Executivo e Legislativo. Não caberia pela via de medida provisória.

    Cláusulas leoninas

    O presidente regional da Pfizer contestou as afirmações feitas pelo ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que, durante sessão no Senado em fevereiro deste ano, afirmou que a Pfizer só teria ofertado seis milhões de doses. Murillo rechaçou ainda a colocação do então titular da pasta de que a empresa teria exigências contratuais “leoninas”,

    — Não concordo com esse posicionamento e com o classificativo de cláusulas leoninas. A Pfizer exigiu a todos os países as mesmas condições que ofereceu ao Brasil — assegurou Murillo.

    Ao ser questionado pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre as dificuldades na negociação com a gestão do ex-ministro Pazuello, o representante da Pfizer relatou que os temas complexos da negociação estavam relacionados, primeiramente, com o tema logístico.

    — O Ministério da Saúde tinha preocupação com as condições de armazenamento para a nossa vacina. A nossa vacina requer um armazenamento a 70 graus negativos. (…) Porém, no final de outubro, numa reunião que nós tivemos no Ministério [da Saúde], nós fomos à reunião apresentar a caixa de embalagem que a Pfizer, em parceria com outras companhias, tinha desenvolvido, que permitia o armazenamento da nossa vacina nessa caixa somente com troca de gelo seco por até quinze dias, que poderia ser armazenada em refrigerador comum por até cinco dias, se não me engano.

    Murillo negou que tenha havido qualquer dificuldade com a Anvisa, que emitiu o registro permanente da vacina da Pfizer em 22 de fevereiro de 2021, “tendo sido o Brasil um dos primeiros países do mundo a obter o registro permanente” para o imunizante da empresa.

    — Iniciamos a submissão à Anvisa em 25 de novembro de 2020. Isso no processo de submissão contínua. A submissão dependente do registro formal foi feita em 5 de fevereiro de 2021, e o registro foi aprovado em 23 de fevereiro.

    CRONOGRAMA DE OFERTAS DE VACINAS DA PFIZER
    (Com base no depoimento do presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo)

    14/8/2020

    Primeira proposta

    • 500 mil doses para 2020
    • 1,5 milhão de doses para o 1º trimestre de 2021
    • 5 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 14 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 9 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 30 milhões de doses

    Segunda proposta

    • 500 mil doses para 2020
    • 1,5 milhão de doses para o 1º trimestre de 2021
    • 5 milhões de doses para o 2º trimestre 2021
    • 33 milhões de doses para o 3º trimestre 2021
    • 30 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 70 milhões de doses

    18/8/2020

    Primeira proposta

    • 1,5 milhão de doses para 2020
    • 1,5 milhão de doses para o 1º trimestre de 2021
    • 5 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 14 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 8 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 30 milhões de doses

    Segunda proposta

    • 1,5 milhão de doses para 2020
    • 1,5 milhão de doses para o 1º trimestre de 2021
    • 5 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 33 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 29 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 70 milhões de doses

    26/8/2020

    Primeira proposta

    • 1,5 milhão de doses para 2020
    • 2,5 milhões de doses para o 1º trimestre de 2021
    • 8 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 10 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 8 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 30 milhões de doses

    Segunda proposta

    • 1,5 milhão de doses para 2020
    • 3 milhões de doses para o 1º trimestre de 2021
    • 14 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 26,5 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 25 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 70 milhões de doses

    11/11/2020

    • 2 milhões de doses para o 1º trimestre de 2021
    • 6,5 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 32 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 29,5 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 70 milhões de doses

    24/11/2020

    mesma oferta do dia 11/11, com algumas condições diferentes

    15/2/2021

    • 8,7 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 32 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 59 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 100 milhões de doses

    8/3/2021

    (contrato que já foi assinado)

    • 14 milhões de doses para o 2º trimestre de 2021
    • 86 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • Total: 100 milhões de doses

    23/4/2021

    (contrato em fase de finalização)

    • 30 milhões de doses para o 3º trimestre de 2021
    • 70 milhões de doses para o 4º trimestre de 2021
    • Total: 100 milhões de doses

    Posteriormente, foi informado que as 100 milhões de doses serão entregues no 4º trimestre de 2021.

    Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

    Saiba mais

    • Representante da Pfizer diz que ofertas de vacina ao governo brasileiro previam entregas em 2020
    • Executivo da Pfizer confirma oferta de 70 milhões de doses de vacina em agosto

      00:0004:14
    • Intermediações de Wajngarten com a Pfizer voltam a ser questionadas na CPI
    • CPI pode quebrar sigilo e reconvocar Fabio Wajngarten para acareação com jornalista
    • Na segunda semana de CPI, senadores comentam revelações sobre ofertas de vacinas da Pfizer
    • Veja a carta da Pfizer
    • Coronavírus: propostas de enfrentamento aprovadas no Senado

    MAIS NOTÍCIAS SOBRE:
    Covid-19 CPI CPI da Pandemia Hamilton Mourão Jair Bolsonaro Ministério da Saúde Pandemia SenadoContraCovid19 Senador Ciro Nogueira Senador Marcos Rogério Senador Omar Aziz Senador Otto Alencar Senador Randolfe Rodrigues Senador Renan Calheiros Vacinação

    IMPRIMIR | E-MAIL Compartilhar: Facebook | Twitter | Telegram | Linkedin

    Veja também

    CPIs

    Na segunda semana de CPI, senadores comentam revelações sobre ofertas de vacinas da Pfizer

    Comissões

    CDR debate impactos da pandemia sobre segmento de eventos corporativos

    CPIs

    Randolfe diz não acreditar que Pazuello consiga habeas corpus para ir à CPI

    Plenário

    O 13 de maio reforça que a abolição da escravatura não foi concluída, diz Paim

    CPIs

    Intermediações de Wajngarten com a Pfizer voltam a ser questionadas na CPI

    Senado Agora
    • 19h47 Tarifa de energia elétrica: Os senadores aprovaram proposta para criar mecanismo de redução de tarifas de energia elétrica pelo prazo de 5 anos (PL 1.143/2021). Projeto segue para votação na Câmara dos Deputados.
    • 19h24 Reajuste de medicamentos: O Senado aprovou por 58 votos favoráveis e 6 contrários o projeto que veda reajuste anual de preços de medicamentos enquanto durarem as medidas de emergência da pandemia de covid-19 (PL 939/2021). O texto segue para a Câmara.
    • 17h54 Dívidas com Finor e Finam: Aprovado o PLV 3/2021, oriundo da MP 1.017/2020, que define regras para quitação e renegociação de dívidas com o Fundo de Financiamento do Nordeste (Finor) e o Fundo de Investimento da Amazônia (Finam). Texto volta à Câmara.
    Primeira página
    Volta à Câmara a MP que renegocia dívidas e extingue o Finor e o Finam
    Volta à Câmara a MP que renegocia dívidas e extingue o Finor e o Finam
    Pfizer confirma: governo não respondeu ofertas feitas em agosto
    Pfizer confirma: governo não respondeu ofertas feitas em agosto
    Randolfe diz não acreditar que Pazuello consiga habeas corpus
    Randolfe diz não acreditar que Pazuello consiga habeas corpus
    Abdias Nascimento preside a sessão de abertura do 3o Congresso de Cultura Negra das Américas. São Paulo, 1982
    Abdias Nascimento e sua luta pela abolição do racismo
    Senadores lembram os 133 anos da Lei Áurea nesta quinta
    Senadores lembram os 133 anos da Lei Áurea nesta quinta
    Intermediações de Wajngarten com a Pfizer voltam a ser questionadas
    Intermediações de Wajngarten com a Pfizer voltam a ser questionadas

    Veja mais destaques ›

    Últimas
    13/05/2021 – 20h09 – Plenário

    Senado aprova projeto que suspende reajuste de remédios até o fim do ano

    13/05/2021 – 20h08 – CPIs

    Na segunda semana de CPI, senadores comentam revelações sobre ofertas de vacinas da Pfizer

    13/05/2021 – 19h57 – Áudio

    Executivo da Pfizer confirma oferta de 70 milhões de doses de vacina em agosto

    13/05/2021 – 19h24 – Plenário

    Senadores lembram os 133 anos da Lei Áurea nesta quinta

    13/05/2021 – 19h02 – Plenário

    Sessão especial comemora os 50 anos da Santa Casa de Rondonópolis nesta sexta

    Serviços

    • NewsletterNewsletter
    • RSSRSS
    • WidgetWidget

    Especiais

    • Glossário legislativoGlossário legislativo
    • Entenda o assuntoEntenda o assunto
    • Manual de ComunicaçãoManual de Comunicação
    • Arquivo SArquivo S
    • Especial CidadaniaEspecial Cidadania

    Assessoria de Imprensa

    • Notas à Imprensa
    • Credenciamento de Imprensa
    • Guia de informações
    • Formas de contato
    • Expediente

    Expediente

    • Quem somos
    • Fale conosco
    • Mapa do site
    • Política de Uso
    • Política de Uso das Redes Sociais
    Câmara dos DeputadosCongresso NacionalTribunal de Contas da União
    ENGLISHESPAÑOLFRANÇAIS
    Intranet
    Servidor efetivoServidor comissionadoServidor aposentadoPensionista
    Fale com o Senado
    Senado Federal – Praça dos Três Poderes – Brasília DF – CEP 70165-900 | Telefone: 0800 0 61 2211

    Fonte: Agência Senado

    Previous ArticleAmeaçado de nova nova convocação para depor no Senado, Queiroga diz que se preocupa mais com CTI do que CPI
    Next Article Atlético Mineiro vence e garante sua classificação para oitavas da Copa Libertadores
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Poder e Política


    TCE condena ex-prefeito de Santana do Maranhão ao pagamento de débito de R$ 300 mil

    2 de julho de 2026
    Poder e Política


    Empresários atacam PEC 6×1 no Senado, mas sindicatos de trabalhadores e governo defendem

    2 de julho de 2026
    Poder e Política


    Pesquisa AtlasIntel mostra liderança do presidente Lula tanto nos cenários de primeiro quanto de segundo turno

    1 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 4   +   10   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    A partir desta terça-feira (30), comunicadores que vão disputar as eleições deste ano não poderão mais atuar como apresentadores ou comentaristas em programas de rádio e televisão. Segundo justificativa da Justiça Eleitoral, o objetivo é manter o equilíbrio entre os concorrentes, o que se torna impossível mantendo esses profissionais em suas funções.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Portugal e Espanha se enfrentam segunda-feira nas oitavas de final após superarem seus desafios desta quinta-feira

    2 de julho de 2026


    TIM é a primeira operadora de telefonia do Brasil com app no ChatGPT

    2 de julho de 2026


    Maranhão pode ter até 36 municípios atendidos pelo BNDES por ação do Fundo Amazônia para negócios da floresta

    2 de julho de 2026


    Estudantes podem concorrer a até R$ 10 mil em olimpíada nacional de Inteligência Artificial Aplicada

    2 de julho de 2026


    Emplacamentos de veículos fecham primeiro semestre com alta acima de 16%, segundo Fenabrave

    2 de julho de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.