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    Home»PONTO DE VISTA»Caso Rogério Cabloco revela que assédio sexual vai além de propostas diretas
    PONTO DE VISTA

    Caso Rogério Cabloco revela que assédio sexual vai além de propostas diretas

    Aquiles Emir8 de junho de 202103 Mins Read
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    André Costa, advogado especialista em assédio sexual e entrevistador forense
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    Especialista explica que o crime é baseado na dominação e começa de forma sutil até chegar às últimas instâncias

    André Costa, advogado especialista em
    assédio sexual e entrevistador forense

    O assédio sexual nem sempre se manifesta de maneira explícita com toques ou convites sexuais. Questionamentos constrangedores sobre a vida pessoal de funcionários também configuram crime e foi essa atitude que levou ao afastamento do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo. Segundo denúncia da imprensa, o dirigente teria feito diversas perguntas de cunho sexual a uma secretária da entidade. O áudio de uma das conversas foi revelado com exclusividade pelo programa Fantástico no último domingo.

    O advogado especialista em assédio sexual e entrevistador forense André Costa, que atua há mais de 10 anos investigando condutas inadequadas em empresas, explica que o assédio sexual começa, muitas vezes, de forma sutil. “As pessoas veem reportagens em que o chefe constrange um funcionário de forma explícita fazendo perguntas sobre sua vida sexual ou convites e acreditam que assédio é somente isso. Esse crime é um fenômeno de dominação de um ser humano em relação ao outro, então, ele começa com alguma ‘brincadeira’ ou ‘comentário’, algo muito mais sutil e é preciso estar atento a esses primeiros sinais”, afirma.

    Em trechos do áudio divulgado pela mídia, a secretária de Caboclo demonstra estar incomodada com as perguntas dele e afirma que prefere não comentar sobre a vida pessoal, mas o chefe continua questionando se ela mantém algum relacionamento amoroso com um colega de trabalho. “Quando o líder vem com uma ‘brincadeira’ mais sutil sobre a vida pessoal, demonstrando interesse ou tentativa de controle, é assédio sexual”, explica. “Todo questionamento e comentário de cunho pessoal feitos aos subordinados que têm a ver com relacionamento amoroso, sexualidade e que seja acompanhado, principalmente, de uma ironia ou um sorriso sarcástico, já é considerado assédio sexual. Por que o chefe ou a chefe querem saber, por exemplo, com quem o funcionário ou a funcionária se relaciona? É algo que implica o código de ética sobre relacionamentos entre funcionários? Porque se não houver uma explicação profissional para o questionamento, a invasão já pode ser considerada assédio, principalmente se os questionamentos tiverem viés de deboche, ironia e sarcasmo, muitas vezes com risos e olhares insinuadores”, completa o advogado.

    De acordo com o artigo 216-A do Código Penal brasileiro, o assédio sexual é o ato de “constranger” alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se de sua condição de superioridade no exercício de emprego, cargo ou função, com pena prevista de até dois anos de detenção. “(O assédio) Não é algo estrondoso de início, ele vai ganhando forma até chegar nas últimas instâncias, com comportamentos extremamente diretos, agressivos e intimidatórios”, explica o advogado.

    Na denúncia apresentada ao Conselho de Ética da Confederação Brasileira de Futebol, a funcionária alega ainda que sofreu insultos durante um dia de trabalho na casa do presidente. Na ocasião, após consumo de bebidas alcoólicas, ele a teria chamado de “cadelinha” e oferecido biscoitos de cachorro. Essa atitude é tipificada pelo Código Penal como assédio moral e também prevê detenção de até dois anos, além de uma indenização à vítima.

    O caso está sendo investigado. “A discussão de casos como esse é importante para coibir condutas sexualmente indevidas no trabalho, assim como fora dele. Afinal, todo funcionário dentro de uma organização é um cidadão fora dela”, afirma Costa.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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