Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Arte e Espetáculo»Com pandemia, setor cultural perde 11,2% de pessoas ocupadas em 2020, diz pesquisa IBGE
    Arte e Espetáculo

    Com pandemia, setor cultural perde 11,2% de pessoas ocupadas em 2020, diz pesquisa IBGE

    Aquiles Emir8 de dezembro de 202105 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Para o controle do vírus da Covid-19, houve o fechamento total de casas de espetáculo, cinemas e teatros 

    A pandemia teve forte efeito no setor cultural em 2020, que perdeu, em relação ao ano anterior, percentual maior de postos de trabalho (-11,2%) do que o total da população ocupada no país (-8,7%). Em 2019, 5,5 milhões pessoas trabalhavam em atividades culturais, o que representava 5,8% do total de ocupados. No ano passado, eram 4,8 milhões (5,6%), invertendo ganho crescente do setor desde 2016.

    Os dados são do Sistema de Informações e Indicadores Culturais 2020, divulgado hoje (8) pelo IBGE.

    Entre 2019 e 2020, as atividades relacionadas à cultura que mais perderam pessoal ocupado foram moda, o setor moveleiro, impressão e reprodução, as atividades relacionadas a eventos, recreação e lazer. Já as ocupações que mais fecharam postos de trabalho foram organizadores de conferências e eventos; alfaiates, modistas, chapeleiros e peleteiros; marceneiros e afins; profissionais da publicidade e da comercialização.

    “Com raras exceções, a pandemia desacelerou a economia, como foi o caso das atividades consideradas não essenciais. No setor cultural, isso ficou ainda mais evidente no segmento de eventos e recreação, com o fechamento total de casas de espetáculo, cinemas, teatros e outros equipamentos culturais, com a menor mobilidade das pessoas para controle do vírus”, explica o analista da pesquisa, Leonardo Athias.

    41,2% dos trabalhadores da cultura atuam na informalidade

    Maior categoria de ocupados do setor cultural, o trabalhador por conta própria atingiu 41,6% em 2020, seguido dos empregados do setor privado com carteira (37,7%) e sem carteira (11,3%). Os empregados do setor privado sem carteira e os conta própria, categorias mais associadas com a informalidade, perderam participação relativa na ocupação da cultura.

    “A pandemia destruiu mais postos de trabalho informais do que formais. Apesar de um perfil com maior nível de instrução, houve mais trabalhadores em ocupações informais no setor cultural do que em todos os setores juntos. Em 2020, esse percentual foi de 41,2% dos ocupados no setor cultural e 38,8% dos ocupados em todos os setores”, observa Leonardo Athias.

    Os estados com os maiores percentuais de informalidade no setor cultural, em 2020, foram Amapá (71,3%), Pará (67,7%) e Maranhão (64,9%), enquanto os menores, foram Santa Catarina (24,9%), Rio Grande do Sul (28,4%) e São Paulo (34,9%).

    Massa salarial da cultura retrai, apesar do aumento no rendimento médio

    No ano passado, o rendimento médio mensal do trabalho dos ocupados em atividades culturais subiu para R$ 2.478, um aumento de 3,6% em relação a 2019. Os ganhos do setor, inclusive, foram maiores que a média do total das atividades produtivas (R$ 2.372). Apesar do aumento da renda, a massa salarial dos trabalhadores da cultura recuou 8,0%, passando de R$ 13,1 bilhões, em 2019, para R$ 12,1 bilhões em 2020.

    “O aumento nos rendimentos do setor cultural, em 2020, é reflexo da transição de pessoas em trabalhos informais para a desocupação. Tal movimento levou ao aumento do rendimento médio para os que permaneceram ocupados. Como o ganho da renda média não compensou a redução de ocupados entre 2019 e 2020, a massa salarial recuou”, explica Leonardo Athias.

    Pretos ou pardos – A participação das mulheres no setor cultural aumentou de 46,4%, em 2014, para 49,5% em 2020, atingindo seu maior percentual.

    Na cultura, 43,8% dos ocupados eram de cor ou raça preta ou parda, enquanto na população ocupada em geral, esse número foi de 53,5%. Entre 2019 e 2020, houve uma queda de participação das pessoas pretas ou pardas tanto no setor cultural quanto em todos os setores. Trabalhadores pretos ou pardos foram os mais afetados pela pandemia.

    Desde 2014, os trabalhadores do setor cultural têm um nível de instrução mais elevado que os demais ocupados na economia. Em 2020, para a totalidade dos trabalhadores, 22,6% tinham nível superior completo, enquanto no setor cultural, eram 30,9%.

    Entre as unidades da federação, São Paulo (7,5%), Rio de Janeiro (7,0%) e Rio Grande do Norte (6,7%) tiveram o maior percentual de pessoas trabalhando no setor cultural em 2020. Por outro lado, Tocantins (2,7%), Acre (2,8%), Rondônia (3,1%), Amapá (3,1%) e Roraima (3,1%) apresentaram as menores taxas.

    Livros e imprensa perderam 1/3 das empresas – O estudo mostra ainda que 338,7 mil organizações formais, sobretudo empresas, atuavam em atividades consideradas culturais em 2019, uma redução de 38,8 mil em relação a 2009. Elas representavam 6,5% do total de organizações e ocupavam 2,0 milhões de pessoas, sendo 1,6 milhão de assalariados (3,4% do total). Houve perda de participação do setor ante 2009, quando a cultura representava 7,8% das empresas e 3,5% dos assalariados. O valor adicionado das atividades culturais foi de R$ 256 bilhões em 2019.

    As oito atividades centrais da cultura, conforme classificação da Unesco, respondem por 66,2% das organizações e 51,1% dos assalariados da cultura, e pagaram, em média, R$ 2.840 mensais. Já as atividades periféricas (equipamentos e materiais de apoio) incluíram o restante das organizações (33,8%) e dos assalariados (48,9%), com remuneração média maior (R$ 4.366 mensais).

    Em uma década, equipamentos e materiais de apoio teve a maior contribuição para a queda de 10,3% do número de organizações da cultural, com a redução de 40,2 mil empresas, influenciado pelo comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática.

    Já nas atividades culturais centrais, livro e imprensa perderam 26,7 mil organizações (-35,2%), enquanto design e serviços criativos ganharam 31,7 mil (alta de 91,9%), acumulando o maior número de organizações, 19,6% do total da cultura.

    (Agência IBGE)

    Previous ArticleCECGP e SVT Faculdade prestam homenagem ao procurador-geral de Justiça, Eduardo Nicolau
    Next Article Vendas no varejo variam -0,1% no mês de outubro, segundo levantamento do IBGE
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Arte e Espetáculo


    São Luís recebe espetáculo de Ariano Suassuna em comemoração ao centenário da dramaturgo

    13 de agosto de 2026
    Arte e Espetáculo


    Sesc celebra a trajetória de Zezé Motta com exibição de documentário e debate nesta terça-feira

    10 de agosto de 2026
    Arte e Espetáculo


    Plateia VIP Experience possibilita imersão além do palco do Teatro Sesc Napoleão Ewerton

    27 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 5   +   3   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    CONVERSA FRANCA Se não há mais amparo constitucional, que sigilo da fonte jornalística seja revisado ou retirado da Constituição Federal, pois o Brasil não pode continuar com uma Carta Magna que tem um amontoado de artigos, parágrafos, alíneas e incisos como letras mortas, enquanto a interpretação do certo e do errado estiver somente nas cabeças privilegiadas de alguns juízes.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Confederação Brasileira de Vôlei segue normas do COI e proíbe participação de mulheres trans em suas competições

    15 de agosto de 2026


    Pesquisa realizada pela Federação das Indústria aponta queda na produção e na geração de empregos no Maranhão

    14 de agosto de 2026


    Tribunal de Contas suspende execução financeira de contrato da Prefeitura de Imperatriz

    14 de agosto de 2026


    Botafogo goleado no Peru pelo Cienciano e Vasco apenas empata em casa com Olimpia do Paraguai

    14 de agosto de 2026


    Belga relembra disputa com Neymar em jogo da Copa de 2018: “Passava tempo demais no chão, mas tivemos sorte”

    14 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.