Líder da ONU pede urgência na cooperação internacional
Em conversa telefônica, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, elogiou os esforços de mediação do presidente da Turquia, Recip Erdogan, para resolver a crise entre a Rússia e a Ucrânia.
Neste domingo (13), o porta-voz da organização informou que a atuação turca mereceu o apreço do chefe da ONU. No diálogo, os dois líderes também abordaram diferentes iniciativas em curso para o fim do conflito, priorizando a paz como “o objetivo mais importante.”
Em nota separada, agências das Nações Unidas destacam que “a resolução pacífica para acabar com a guerra na Ucrânia é possível”.
O documento apelando ao fim imediato dos ataques ao setor da saúde na Ucrânia foi assinado pelas diretoras executivas do Fundo da ONU para a Infância, Unicef, do Programa das Nações Unidas para a População, Unfpa, e pelo diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS.
Para o grupo de agências, esta decisão deve ser acompanhada pelo fim das restrições para que os necessitados possam receber auxílio humanitário.

Pelo menos 12 pessoas perderam a vida e 34 ficaram feridas em atos que afetaram o acesso e a disponibilidade dos serviços essenciais de saúde. A OMS continua por confirmar danos mencionados em novos ataques, apesar dos pedidos de proteção ao setor.
Prioridade – O comunicado ressalta que aos contra serviços e profissionais de saúde afetam diretamente a capacidade de acesso a estes serviços essenciais, especialmente a mulheres, crianças e outros grupos vulneráveis. Neste momento necessidades aumentam em mulheres grávidas, novas mães, crianças menores e idosos.
Remédios – O apelo feito às partes envolvidas é para que atores humanitários e profissionais de saúde sejam capazes de manter e fortalecer com segurança a prestação de serviços essenciais, incluindo imunização contra a Covid-19 e a poliomielite. Outra necessidade é fazer a entrega de remédios essenciais aos civis em toda a Ucrânia, bem como para refugiados que atravessam para países vizinhos.
O Unicef, a OMS e o Unfpa pedem que haja serviços de saúde sistematicamente disponíveis nas passagens de fronteira, incluindo o atendimento rápido e os processos de encaminhamento para crianças e mulheres grávidas.
As agências consideram essencial que a comunidade humanitária alcance todos os civis necessitados de forma segura e desimpedida onde quer que estejam.
(ONU News)






