Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Biden movimenta indústria bélica dos EUA e endivida Ucrânia ao estender conflito, diz especialista
    Mundo

    Biden movimenta indústria bélica dos EUA e endivida Ucrânia ao estender conflito, diz especialista

    Aquiles Emir17 de janeiro de 202304 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Especialistas dizem que EUA querem manter o conflito

    A poucas semanas de a operação militar russa na Ucrânia completar um ano, a ajuda militar do Ocidente ao regime de Vladimir Zelensky segue se multiplicando. Os Estados Unidos e a União Europeia continuam distribuindo quantias bilionárias a Kiev em sinalização de que o fim do conflito por uma solução negociada não conta com o apoio ocidental.

    Nos últimos dias, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, tem cobrado o aumento do fornecimento de armas à Ucrânia, incluindo armamento pesado, alegando que isso levaria a um caminho de paz. Essa estratégia, no entanto, contraria o que dizem analistas ouvidos pela Sputnik Brasil, que apontam que o envio de armas massivo apenas agrava o conflito e compromete a segurança na Europa.

    Esse reforço sugere que uma solução negociada não é de interesse imediato do Ocidente, em especial dos Estados Unidos. Especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil explicam que os EUA querem a manutenção do conflito para tentar enfraquecer a Rússia e o governo do presidente Vladimir Putin.

    Hugo Alburquerque, editor da Autonomia Literária e diretor do Instituto Humanidade, Direitos e Democracia (Ihudd), destaca que “os EUA não apenas anunciaram o envio de novos equipamentos à Ucrânia, como ainda previram mais investimento na guerra e estão pressionando países europeus a fazerem o mesmo”, em especial a Alemanha.

    “Isso, em grande medida, movimenta a indústria bélica dos próprios EUA e torna a Ucrânia um país endividado, cuja eventual reconstrução será um ativo do capital estadunidense. Os objetivos dos EUA como nação são conflitantes, mas o que a administração Biden e os democratas têm é, na verdade, uma autorização da elite do seu país a tocar uma política que mira derrotar e aniquilar o presidente Putin para, em um segundo momento, colocar no poder um governo dócil aos EUA.”

    Albuquerque reforça que “não há um plano claro” dos EUA e destaca críticas de analistas como Henry Kissinger, ex-secretário de Estado norte-americano.

    “Falta um plano se a estratégia de Biden ‘der certo’, isto é: o que os EUA fariam a partir de uma situação de ‘vácuo de poder’ na Rússia? Não há plano para isso. O que há é a expectativa de que isso reproduza a guerra do Afeganistão com a União Soviética e a Perestroika e daí surja um novo Boris Yeltsin em Moscou”, acrescentou.

    Para Valdir Bezerra, pesquisador do Grupo de Estudos sobre os BRICS (GEBRICS) da Universidade de São Paulo (USP), a manutenção do conflito por meio do financiamento do Ocidente faz parte de um plano de Washington de tentar enfraquecer a Rússia internacionalmente.

    “O enfraquecimento da posição da Rússia em seu exterior próximo, e na Eurásia de um modo geral, trata-se de um objetivo geopolítico tradicional da política externa americana, o que leva autoridades em Washington a justamente auxiliarem a Ucrânia militarmente, na esperança de que os russos sejam eventualmente derrotados no campo de batalha. Com isso, vê-se cada vez mais dificultada uma solução diplomática para o conflito”, aponta o pesquisador da USP.

    “Em qualquer conflito ao redor do mundo em que armamentos ou pessoal militar estadunidense tenham participação existe um interesse bastante evidente por parte do complexo militar-industrial americano pela continuidade, e o caso da Ucrânia não é exceção”, disse ainda.

    Questionados sobre as chances de uma escalada nuclear do conflito em razão da provocação feita diante desse constante apoio militar, os especialistas minimizaram a possibilidade. “Por mais que essa assistência militar à Ucrânia tenha sido bastante reiterada ao longo dos últimos meses, não vejo exatamente uma pressão por parte dos americanos a fim de que a Rússia responda de forma nuclear”, diz Bezerra.

    Albuquerque acredita que a Rússia terá que “dar uma resposta à altura” se o envio do sistema de mísseis Patriot se efetivar e algum tipo de míssil ofensivo de médio alcance for entregue a Kiev, “mas a Rússia não necessariamente precisaria atacar com armas nucleares”.

    (Agência Sputnik)

    Previous ArticleMinistro do TSE dá três dias para Jair Bolsonaro explicar minuta de decreto
    Next Article Julgamento de responsáveis por plano para assassinar Emmanuel Macron tem início na França
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Mundo


    Brasil nega visto para servidores dos Estados Unidos que queriam monitorar urnas

    26 de julho de 2026
    Mundo


    Em 2025, Justiça da Argentina autorizou Lula visitar Cristina Kirchner e no Brasil STF proíbe Milei de visitar Jair Bolsonaro

    18 de julho de 2026
    Mundo


    Brasil envia ajuda humanitária a Cuba em meio ao cerco dos Estados Unidos

    14 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 7   +   4   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Livro narra a história de um dos mais importantes importantes empresários do Maranhão, Luiz Noranha, que, além de outros negócios, foi representante da General Motors, pela Comave e Servepeças, sendo um dos responsáveis pela ampliação e dinamização do setor autorizo no mercado maranhense.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Roberto Alencar é distinguida pela CNI com a Medalha do Mérito Industrial

    8 de agosto de 2026


    Eduardo Braide diz como recebeu do antecessor Edivaldo Holanda Júnior, o Hospital da Criança

    7 de agosto de 2026


    Ministério Público realiza nesta sexta-feira audiência para debater medidas para enfrentar violência nos estádios do Maranhão

    7 de agosto de 2026


    Hotel Collection Ópera traz programação de jantar com música erudita uma vez por semana para São Luís

    7 de agosto de 2026


    Agora é oficial: Eduardo Braide confirma presença no debate da Band Maranhão com os candidatos a governador no próximo domingo

    7 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.