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    Home»Poder e Política»Filho do ex-senador Edison Lobão acusa juíza Gabriela Hardt no CNJ de cometer abuso de autoridade

    Filho do ex-senador Edison Lobão acusa juíza Gabriela Hardt no CNJ de cometer abuso de autoridade

    Aquiles Emir1 de abril de 20230
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    Abuso de autoridade teria sido nas operações Galeria e Vernissage

    A juíza da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, está sendo acusada por Márcio Lobão, filho do ex-senador Edison Lobão, de cometer abuso de autoridade na condução de processos originados pelas operações Galeria e Vernissage, que investigaram suspeitas de lavagem de dinheiro de esquemas de corrupção na Transpetro e em Belo Monte. O Corregedor-Nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, deu quinze dias para que ela rresponda à reclamação.

    A informação é do jornalista Robson Bonin, editor da coluna Radar, da revista Veja. Os abusos teriam sido cometidas na condução de processos originados pelas operações Galeria e Vernissage, em 2021, que investigaram suspeitas de lavagem de dinheiro de esquemas de corrupção na Transpetro e em Belo Monte quando era ministro de Minas e Energia no governo de Dilma Rousseff.

    Pai e filho foram citados por um delator como supostos beneficiários.

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    Marcio Lobão, de acordo com o colunista, alega que a juíza deu decisões nos processos mesmo depois de o TRF-4 e o STF terem declarado a incompetência da vara de Curitiba para julgar os casos. O filho do ex-senador acusa ainda a magistrada de ter mantido o bloqueio de bens seus e de parentes por tempo maior do que o decidido em instâncias superiores.

    Segundo o reclamante, as obras de arte de sua propriedade apreendidas pela operação Lava-Jato foram exploradas comercialmente sem a sua autorização pelo Museu Oscar Niemeyer e teve que arcar com os custos de transporte para que os itens voltassem para sua casa.

    Na sua decisão, o ministro Salomão registrou que é “salutar” que os fatos sejam apurados e pediu esclarecimentos. Ele reconheceu, contudo, que há uma “linha tênue que separa os atos simplesmente jurisdicionais dos que detêm relevância correcional”.

    “Ante o exposto, com fundamento no art. 67, §3º, do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça, notifique-se a magistrada GABRIELA HARDT para que, no prazo de 15 (quinze) dias, preste informações acerca dos fatos narrados”, determinou Salomão.

    (Com informações do site da revista Veja )

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    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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