Aprender ou aprimorar nova língua não tem idade
AQUILES EMIR
Atuando há cerca de trinta anos como educadora e facilitadora de intercambistas, atendendo pessoas que tencionam passar temporadas em outros países a fim de aprimorar seus conhecimentos numa língua estrangeira, Virgínia Gonçalves viu aumentar as oportunidades de ampliar seus negócios nessa área, após tornar-se franqueada da Student Travel Bureau (STB), uma das empresas de melhor avaliação nessa área e que oferece amplo leque de oportunidades a estudantes, professores, profissionais liberais, empresários e outros.
O anúncio da chegada desse serviço a São Luís ocorreu mês passado, quando ela reuniu ex-alunos, professores, empresários e outros para uma troca de informações sobre a importância desse tipo de investimento para satisfação pessoas ou busca de realização profissional.
Virgínia diz que para se fazer intercâmbio não há idade padrão, pois pode ser da infância até à fase em que a pessoa já está usufruindo sua aposentadoria. Tudo depende de qual o objetivo dessa iiniciativa, pois alguns querem apenas se tornar fluentes em inglês, espanhol, francês etc; outros querem dominar outro idioma para facilitar trabalho e enriquecer currículo; alguns se tornarem educadores; e há os que querem apenas viver uma nova experiência em outro país, descobrindo sua cultura, costume, culinária, mas mas interagindo com as pessoas no idioma local.
De acordo com a empresária e educadora, algumas pessoas optam pelo intercâmbio quando já estão aposentadas e se dedicam a aprender um novo idioma muitas das vezes só para ter uma atividade, sem a pressão do tempo, finanças e outros tipos de situações que podem até prejudicar o andamento do processo de aprendizagem.
O ideal, como aconselha, é que as pessoas procurem fazer intercâmbio onde dificilmente terão contato com outro idioma, principalmente parecido com o seu. É o caso da arquiteta Ana Catarina Leda, que viajou para a França a fim de aprimorar o Francês, porém em vez de Paris, Marselha, Lyon, Cannes e outros metrópoles foi para uma cidade pequena, onde a maioria falava somente francês. Catarina foi convidada a dar seu depoimento no lançamento do STB.

Trajetória – Graduada em Letras pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Virgínia Gonçalves diz que começou a trabalhar cm o inglês ainda na juventude. Ela foi por muitos anos proprietária do curso Oxford, e direcionava seus alunos para outros países com base nas suas experiências de viagens, de estudos, até que se tornou franqueada da EF.
A mudança para a STB deveu-se ao fato desta atuar em diversas outras frentes de intercâmbios, seja em variedade de línguas ou atendimento de expectativas: trabalho, negócios, cultura…
Ela está confiante de que com essa agregação da sua agência, Meca, com a STB, um número bem maior de pessoas poderá ser atendido no Maranhão. Virgínia Gonçalves informa que até mesmo para países asiáticos estão surgindo oportunidades de intercâmbio, o que é uma excelente oportunidade para quem quer entrar no competitivo mercado chinês.
Desse tempo de vivência com intercâmbio, apenas uma frustração: perceber o baixo interesse por estrangeiros pelo Português. O Brasil, sustenta, até que atrai muitas pessoas pela cultura, belezas naturais etc, contudo pouco vêm aprimorar o português.




