Encontro ocorreu no Salão Oval
O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, foi recebido, nesta terça-feira (26), pelo presidente norte-americano, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, capital dos Estados Unidos. O encontro extraoficial durou cerca de dez minutos no Salão Oval
- Articulação: A agenda foi articulada pela ala ideológica do governo norte-americano com o apoio do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão do senador, que reside nos Estados Unidos.
- Duração: Fontes jornalísticas e correspondentes internacionais apontaram que a conversa foi breve, durando cerca de dez minutos, e o encontro não constava na agenda oficial de Trump.
- Acompanhantes: Flávio estava acompanhado de seu irmão Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo. Eles deixaram um documento com o mandatário norte-americano.
- Segurança Pública: Solicitação para que os EUA classifiquem as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.
- Liberdade de Expressão: Discussão sobre a garantia plena da liberdade de expressão nas redes sociais no Brasil, pauta comum entre os aliados da direita conservadora.
- Tarifas Comerciais: Pedido para que o governo dos EUA não aplique barreiras tarifárias contra o mercado brasileiro.

Momento Político no Brasil – De acordo com análises veiculadas pela imprensa nacional, a viagem aos EUA foi vista como um movimento estratégico para criar uma agenda positiva.
O senador tenta desviar o foco da crise gerada pelas denúncias que envolvem o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o financiamento de R$ 61 milhões para o filme “Dark Horse”, uma cinebiografia sobre Jair Bolsonaro.
Recentemente, pesquisas de institutos como o Datafolha indicaram uma oscilação negativa de Flávio nas intenções de voto no cenário presidencial.




