O responsável direto pela marcação do brasileiro
A eliminação para a Bélgica traz uma lembrança dolorosa para o torcedor brasileiro. A Seleção fez um gol contra com Fernandinho, teve chances claras para empatar e até virar a partida. Presente em campo naquela ocasião, o defensor Toby Alderweireld foi responsável direto por marcar Neymar e relembra como foi o confronto em entrevista exclusiva à plataforma Hajper. Ele ressalta a dificuldade de parar o camisa 10 no auge, mas pondera o tempo em o jogador ficava no chão, além de considerar que seu país levou sorte para se classificar.
“Tenho que ser honesto: nós também tivemos um pouco de sorte. Sofremos uma finalização na trave e o Courtois fez uma grande defesa. Marcamos em uma cobrança de escanteio e em uma transição para fazer 2 a 0, e depois lutamos pelas nossas vidas. Especialmente no segundo tempo, quando eles marcaram um gol, foi muito difícil. Neymar estava no auge”, aponta.
Ele destaca a participação decisiva do goleiro Courtois e que ele e seus companheiros tiveram que ‘dar a vida’ para saírem classificados.
“Eles já tinham tantos jogadores bons e então o Douglas Costa entrou. Era uma seleção brasileira muito, muito boa, sabe? Mas acho que lutamos pelas nossas vidas como equipe e permanecemos unidos, e é nesse momento que você precisa que os grandes jogadores apareçam, e nossos defensores foram inacreditáveis. Courtois foi o nosso grande jogador. Ele também nos salvou. Às vezes você precisa desse tipo de qualidade e de uma dose de sorte, mas foi uma sensação especial vencer uma seleção brasileira muito boa, e uma lembrança especial”, descreve.
Enfrentamentos contra Neymar – Como atuava do lado direito da defesa da Bélgica, Alderweireld foi um dos responsáveis diretos por marcar Neymar naquela partida. Ele relembra a capacidade de improvisação do brasileiro, mas também pondera as vezes em que o camisa dez ia ao solo depois de faltas.
“Como foi enfrentar Neymar no auge? Ele era um jogador inacreditável, com seus dribles e a velocidade com que conseguia movimentar o corpo e mudar de direção, e até mesmo com seu primeiro toque. A única coisa era que ele passava tempo demais indo ao chão. É uma grande pena, porque isso tirou um pouco do que ele realmente era capaz de fazer. Jogando contra ele no um contra um, ou até no dois contra um, o que ele conseguia fazer com os defensores era inacreditável”.
O belga que atuou por Ajax, Atlético de Madri e Tottenham, entre outros times, afirma que o final da carreira de Neymar só dependerá do próprio jogador.
“Agora tudo depende dele, é claro, e de como ele quer terminar a carreira. Ele não é mais tão jovem. Será que ele realmente quer tirar tudo o que puder da carreira ou acha que já fez o suficiente? Teremos que esperar para ver”, conclui.





2 Comentários
Tirando isso pra variar o Tite acabou com o time. Firmino banco pro Jejum. Arthur no auge nem chamou pra copa do mundo. Um brincalhão. Infelizmente nas últimas 3 copas o treinador acabou com o time. E ainda vão e dão novo contrato pra esse último que nem brasileiro é, e teve a campanha mais medíocre da história do Brasil. Enfim, sem Neymar, ganhando ou perdendo, não assisto nunca mais esse time vendido e mascarado.
Falou muito e só esqueceu de dizer que o Fernandinho entregou o jogo pra vcs. Outra coisa, árbitro EUROPEU em jogo de Europeu contra Sul Americano, estão de brincadeira. Neymar é muito maior que a história inteira da Seleção belga.