O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto nesta segunda-feira (25) reconhecendo a soberania de Israel sobre as disputadas Colinas de Golã. A cerimônia de assinatura aconteceu depois que Trump concedeu discurso conjunto com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca.
No mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que o plano dos EUA de reconhecer a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã levaria a uma violação grosseira do direito internacional.
“Também foi enfatizado que (…) impediria a solução da crise síria e agravaria a situação no Oriente Médio”, disse o comunicado.
Antes da declaração do presidente dos Estados Unidos, o senador americano Lindsey Graham disse ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que pressionaria os Estados Unidos a reconhecer formalmente a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, que foram tomadas da Síria durante a Guerra dos Seis Dias de 1967.



