Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Arte e Espetáculo»Morre a escritora Toni Morrison, primeira negra a ganhar o Nobel de Literatura
    Arte e Espetáculo

    Morre a escritora Toni Morrison, primeira negra a ganhar o Nobel de Literatura

    Aquiles Emir6 de agosto de 201903 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    A escritora americana Toni Morrison, primeira negra a ganhar o Nobel de Literatura, morreu nesta segunda-feira (05), aos 88 anos, em Nova York. A morte foi comunicada nesta terça-feira pela editora que a representava e por sua família.

    “Sua narrativa e sua hipnótica prosa deixaram uma marca indelével na nossa cultura. Seus romances dominam e demandam a nossa atenção”, escreveu Sonny Mehta, diretor da editora Alfred A. Knopf, no Twitter.

    Em comunicado, a família de Toni Morrison informou que a escritora “morreu após uma breve doença”. “Apesar de sua morte representar uma tremenda perda, estamos gratos por ela ter tido uma vida longa e bem vivida”, afirma a nota, segundo a agência de notícias AFP.

    Conhecida por descrever as dificuldades enfrentadas pela comunidade negra nos EUA, Morrison ganhou o Nobel de Literatura em 1993 e, após uma carreira de décadas, deixa um legado com obras que se destacam pela sua humanidade, como Amada, Canção de Salomão e Deus Ajude essa Criança.

    O romance mais famoso de Toni Morrison, Amada, foi inspirado em uma história verdadeira e angustiante que a escritora primeiramente achou “inacessível à arte”. O livro lhe rendeu o Pulitzer de ficção em 1988.

    Seus outros trabalhos incluíram Playing in the Dark, uma coleção de ensaios; Dreaming Emmett, uma peça sobre o adolescente assassinado Emmett Till; e vários livros infantis de coautoria com Slade Morrison, seu filho que morreu de câncer em 2010.

    Toni Morrison também escreveu sobre os horrores da escravidão e do racismo, questionando a noção simplista do bem e do mal.

    Nascida em 1931 em Lorain, no estado de Ohio, Morrison formou-se em letras e lecionou em várias universidades, tendo trabalhado também como editora na Random House, num posto que lhe permitiu divulgar outros nomes da literatura afro-americana.

    Sua estreia como autora ocorreu pouco antes de completar 40 anos, em 1970, com o romance O Olho mais Azul, baseado numa história de infância sobre uma criança negra que desejava ter olhos azuis e que foi assediada pelo pai.

    Em entrevista ao jornal The New York Times, em 1979, Toni Morrison recordou que se sentia sozinha com os dois filhos, em Nova York, quando começou a escrever. “Escrever era uma coisa que eu fazia à noite, depois de as crianças irem dormir”, contou.

    Após O Olho mais Azul, seguiram-se Sula (1973), Canção de Salomão (1977), Tar Baby(1981) e Amada (1987), todos eles dando voz a personagens negras e evocando questões relacionadas ao racismo, segregação e minorias.

    Em 1993, quando se tornou a primeira escritora negra a ganhar o Nobel de Literatura, a Academia Sueca destacou a presença da tradição afro-americana nas obras da autora, por influência dos livros que lia e das histórias que o pai lhe contava, e da transposição desse patrimônio cultural para romances sobre redenção e integridade.

    No Twitter nesta terça-feira, o Nobel escreveu: “Toni Morrison, ganhadora de um prêmio Nobel, morreu aos 88 anos. Ela foi uma das forças literárias mais poderosas e influentes do nosso tempo.”

    A escritora foi casada com o arquiteto jamaicano Harold Morrison, com quem teve dois filhos. O casal se divorciou em 1964. A escritora deixa o filho Harold Ford Morrison e três netos.

    (Agência Brasil com informações da Deutsche Welle)

    Previous ArticleChina suspende compra de produtos agrícolas dos Estados Unidos
    Next Article Organizações de São Luís recebem recursos para aplicar projetos de educação
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Arte e Espetáculo


    São Luís recebe espetáculo de Ariano Suassuna em comemoração ao centenário da dramaturgo

    13 de agosto de 2026
    Arte e Espetáculo


    Sesc celebra a trajetória de Zezé Motta com exibição de documentário e debate nesta terça-feira

    10 de agosto de 2026
    Arte e Espetáculo


    Plateia VIP Experience possibilita imersão além do palco do Teatro Sesc Napoleão Ewerton

    27 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 7   +   4   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Se não há mais amparo constitucional, que sigilo da fonte jornalística seja revisado ou retirado da Constituição Federal, pois o Brasil não pode continuar com uma Carta Magna que tem um amontoado de artigos, parágrafos, alíneas e incisos como letras mortas, enquanto a interpretação do certo e do errado estiver somente nas cabeças privilegiadas de alguns juízes.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Justiça proíbe Município de Imperatriz de autorizar realização de shows em desacordo com a Lei do Silêncio

    13 de agosto de 2026


    Diretoria do Fluminense não suporta pressão da torcida e demite o treinador Luís Zubeldía

    13 de agosto de 2026

    Assaí está com mais de trinta vagas abertas no estado do Maranhão

    13 de agosto de 2026


    BNDES amplia aprovações de crédito para o Maranhão com transferência de R$ 945,6 milhões

    13 de agosto de 2026


    Presidente do Supremo manifesta solidariedade a Flávio Dino, mas defende princípio constitucional do sigilo da fonte

    13 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.