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    Home»Brasil»Na crise do coronavírus, mulheres se preocupam mais com saúde e homens com falência
    Brasil

    Na crise do coronavírus, mulheres se preocupam mais com saúde e homens com falência

    Aquiles Emir4 de abril de 202003 Mins Read
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    Brasil tem mais de 180 mil mortos pela covid-19
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    Estudo realizado pela Demanda Pesquisa monitora o impacto das medidas de combate à pandemia na rotina do brasileiro

    Entre os dias 18 e 21 de março, a Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing entrevistou 1065 pessoas de todo o país. Os resultados identificaram os níveis de preocupação, de atitudes tomadas para prevenção e de informação acerca da pandemia da Covid-19 (coronavírus). O estudo tem nível de confiabilidade de 95% e margem de erro de 3%.

    “Uma das armas contra a pandemia do coronavírus é a informação, por isso dedicamos nossa expertise em análise de informação e mapeamento de tendências para entendermos o verdadeiro impacto do coronavírus na vida das pessoas. Dessa forma, a Demanda pretende dar sua parte de contribuição ao país em um momento que exige união de todos”, explica Gabriela Prado, diretora executiva da Demanda Pesquisa, Desenvolvimento e Marketing.

    Diferentes preocupações – O que mais preocupa os brasileiros no período de pandemia é o colapso no sistema brasileiro de saúde, mencionado por 52% dos entrevistados. “A preocupação com algo que afeta o coletivo vem em primeiro lugar, antes do que reflete individualmente”, destaca Gabriela. Muito mencionados também são o temor pelo aumento do desemprego (50%) e uma eventual recessão econômica (43%), bem como a possível quebra de empresas (41%). Um ponto fora da curva nessa questão é o medo do desabastecimento: a paralisação na fabricação de produtos (6%) e a redução de oferta de produtos (6%) aflige pouco as pessoas.

    Quando os grupos são separados por gênero, percebe-se uma diferença grande nas preocupações de homens e mulheres em alguns pontos. É possível identificar que as mulheres pensam um pouco mais na saúde enquanto homens pensam mais nas questões financeiras. Por exemplo, o colapso na saúde foi citado por 58% das mulheres e por 47% dos homens, já a falência das empresas foi lembrada por 39% e 43%, respectivamente.

    Internet é o principal canal de informação – Como canais de busca de informação sobre a pandemia e o coronavírus, a internet foi a mais citada, por 86% dos entrevistados, seguida pela TV (72%) e o jornal impresso (50%). A consulta a amigos e parentes (22%) ficou bem acima das entidades da saúde, como unidades do SUS (5%), hospitais privados (4%), hospitais públicos (3%) e clínicas privadas (2%).

    Apesar da obviedade da internet figurar no topo da lista, Gabriela alerta que é um detalhe que merece atenção. “Sabendo que quase 3 em cada 4 brasileiros se informam pela internet, é um sinal de que o cuidado com informações erradas ou mesmo as fake news deve ser extremamente grande, começando dentro das casas e criando essa consciência nos cidadãos”.

    Atividades ao ar livre – Sobre as alterações de rotina, entre as maiores privações estão as atividades ao ar livre (87%), eventos (83%) e visita a bares e restaurantes (82%). Nos cuidados com a higiene, os hábitos mais inseridos no dia-a-dia das pessoas foram lavar as mãos com maior frequência (93%), evitar beijos e abraços (90%) e o uso do álcool gel (90%).

    Mudanças também foram identificadas no abastecimento do lar. 36% dos entrevistados disseram que modificaram seu comportamento de compra adquirindo mais itens do que o normal. Entre os produtos que tiveram maior aumento de consumo estão os alimentos não perecíveis (76%), produtos de higiene pessoal (60%) e produtos de limpeza doméstica (56%). Já os medicamentos estão sendo mais estocados por 36% dos entrevistados.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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    Eduardo Braide usou o mesmo argumento de Edivaldo Holanda Júnior, na eleição municipal de São Luís em 2026, e que ele criticava, para não ir ao debate na Band Maranhão, neste domingo, dia 09. “Debate só vale a pena na Globo”.

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