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    Home»Agronegócio»Aged e Imesc avaliam itransição para zona livre de aftosa sem vacinação no Maranhão
    Agronegócio

    Aged e Imesc avaliam itransição para zona livre de aftosa sem vacinação no Maranhão

    Aquiles Emir5 de abril de 202302 Mins Read
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    Reunião busca analisar impactos no setor agropecuário

    Em uma reunião técnica com representantes do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), na manhã desta terça-feira (04), a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA) apresentou as ações executadas em todo Estado para retirada da vacinação contra febre aftosa, observando a vigilância epidemiológica nas divisas do Estado. O objetivo foi solicitar apoio ao IMESC para realização de estudo de impacto e caracterização socioeconômica da atividade agropecuária na região.

    As fiscais estaduais agropecuárias da AGED, Margarida Prazeres, Michelle Lemos e Ynady Ferreira apresentaram ao presidente do IMESC, Dionatan Carvalho, ao diretor de estudos e pesquisas do Imesc, Rafael Silva e aos servidores Haniel Silva e Anderson Rodrigues, os avanços já alcançados pela Agência para solicitação da retirada da vacina em 2024 e os planos de sustentabilidade para a transição da zona sem vacinação, que envolvem principalmente as ações de monitoramento e vigilância do trânsito agropecuário entre o Maranhão e os estados que fazem divisa.

    Dentro do plano estratégico elaborado pelo Ministério da Agricultura para erradicação da febre aftosa, o Maranhão faz parte do bloco III, juntamente com os demais estados do Nordeste, exceto Bahia e Sergipe. Com o cumprimento das metas estipuladas no plano, o Estado busca o reconhecimento nacional de zona livre sem vacinação, juntamente com os estados que fazem parte dos blocos II e IV, que integra os demais Estados do país.

    Na oportunidade, a equipe da AGED apresentou explanações sobre a construção de um relatório de impacto, analisando as ações no território maranhense sob a ótica econômica do setor produtivo.

    O IMESC e AGED repetem a parceria que já construiu um artigo em 2021 sobre os impactos que o Maranhão sofreria com o atraso na retirada da vacina contra febre aftosa em relação aos estados com quem mantém relações comerciais. O artigo deu destaque que o Estado deixaria de movimentar a sua economia, em média, um total estimado de R$ 1,7 bilhão, com o trânsito de bovinos para outros estados, inclusive impedindo o acesso ao mercado fora do estado.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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