CONVERSA FRANCA
Ainda fará sentido combater tráfico?
Ainda fará sentido deslocar policiais federais para destruir plantações de maconha se aquilo que está sendo cultivado pode estar legalmente nas mãos de alguém?A
inda fará sentido a Polícia Rodoviária Federal reter transporte de maconha, se aquilo que está sendo transportado (antes era traficado) pode estar legalmente nas mãos de alguém?
Se um grupo de dez pessoas embarcar em um ônibus ou um avião e cada um levar a quantidade de maconha autorizada pelo Supremo, a soma desse produtos pode se caracterizar tráfico ou são ações individualizadas?
Se a Justiça está determinando que não é crime possuir maconha, ela vai exigir também da polícia uso de balança de precisão para determinar se uma pessoa pode ou não ser presa pela quantidade que guarda ou transporta?
Quantos especialistas em saúde foram ouvidos pelo Supremo para dizerem a partir de qual quantidade de maconha, ela passa a ser um problema para quem consome e para as pessoas no entorno?
Se a pessoa pode ter uma quantidade de maconha para consumo próprio, esse consumo pode se dar em todos os espaços públicos?
Nos avisos de aviões, além dos alertas de proibição de cigarros de tabaco e de palha, vai ser anunciado que não se pode fumar maconha também ou para estes não haverá proibição?
PERGUNTAR NÃO OFENDE
Quantas vezes por dia uma pessoa pode ser flagrada portando quarenta gramas de maconha (mais de quarenta cigarros) sem estar cometendo crime porque esta quantidade não se configura tráfico?
Nome do elevado será Bacabeirinha
De tanto chamarem o elevado da Avenida dos Holandeses, no bairro da Ponta do Farol, em São Luís, de Bacabeirinha, o governador Carlos Brandão estaria sendo incentivada o adotar este como nome oficial da obra, e assim acabar com as críticas dos que se opõem a esse projeto.




