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    Home»FERNANDO CALMON»BYD apela ao Governo Federal e leva vantagem amplamente criticada
    FERNANDO CALMON

    BYD apela ao Governo Federal e leva vantagem amplamente criticada

    Aquiles Emir26 de junho de 202607 Mins Read
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    Críticas generalizadas e não apenas da Anfavea

    “No Brasil até o passado é incerto”. A frase antológica de Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central, aplica-se ao imbróglio que a BYD e o Governo Federal, por meio do Gecex (comitê para tarifas de importação, cotas, medidas de defesa comercial e exceções tarifárias), aprontaram em meio às críticas generalizadas e não apenas da Anfavea.

    O Gecex decidiu só agora zerar imposto de importação de veículos desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD), de 1º de julho a 31 de dezembro deste ano, dentro de uma cota de US$ 463 milhões. Esta deliberação veio de reinterpretação, no mínimo enviesada, de uma posição anterior. Como a BYD teve obras atrasadas da fábrica de Camaçari (BA), acionou o governo estadual para ajudar e misturar política partidária com decisões econômicas. O que é sempre ruim.

    A Federação da Indústrias de São Paulo (Fiesp), em um dos seus comunicados, afirma que “ao alterar de surpresa as regras do jogo, o Governo Federal viola a segurança jurídica, sabota a previsibilidade regulatória e penaliza toda a cadeia automotiva brasileira”. Sindipeças destacou “a evidente necessidade de nivelamento de condições concorrenciais, com medidas que mitiguem os efeitos das importações de kits de veículos CKD ou SKD, não mais justificadas pelo simples motivo de que a implantação industrial em nosso país seja motivo para um tratamento favorecido”.

    Sérgio Nobre, da CUT (Central Única dos Trabalhadores), colocou que “a medida ignora resoluções anteriores do próprio colegiado, que acabaram com as cotas. Ao alterar de surpresa as regras do jogo, o Governo Federal viola a segurança jurídica, sabota a previsibilidade regulatória e penaliza toda a cadeia automotiva brasileira”.

    Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil, em julho de 2025, classificou a chegada da marca chinesa de forma nada elegante. “Se os dinossauros estão gritando, é sinal de que o meteoro está funcionando”, em referência às marcas representadas pela Anfavea durante 70 anos. Resolveu mudar o discurso frente às manifestações críticas desta associação, na última 2ª. feira, que incluem possível judicialização do tema. Agora, ele afirma que a entidade tem trajetória histórica e merece respeito. Soa como arrependimento.

    Elétricos pagarão mais impostos na China

    Planeja-se aumento de carga fiscal como medida para custear a manutenção de ruas e estradas em razão da sua massa bem maior, que pode chegar a mais de duas toneladas. Com queda nas vendas de carros com motores a combustão também se reduziu a arrecadação sobre combustíveis líquidos, que sempre foi a fonte mais importante e segura para financiar a conservação do piso asfáltico.

    Segundo o site chinês South China Morning Post, no último dia 21, essa iniciativa ainda está por ser anunciada. Contudo ameaça o ritmo das vendas domésticas de elétricos, que já enfrentam dificuldades com a redução recente dos incentivos fiscais, em grande parte eliminados. Antes davam sustentação para seu rápido crescimento. Porém, em cidades importantes como Xangai permanece o leilão de placas para carros com motores a combustão. O valor chega ao equivalente a R$ 70.000, porém as placas são vinculadas ao comprador que pode utilizá-las na aquisição futura de novos modelos.

    A mídia estatal e os críticos chamam atenção para o que pode acontecer daqui em diante. Atual imposto sobre a compra já inclui padrões de consumo. Aqueles modelos com massa superior a 2.700 kg devem limitar o gasto máximo de energia a 19,1 kW⋅h por 100 km (5,23 kW·h/km) para usufruir de uma redução de 50% na carga tributária. Mas isso não conteve totalmente a tendência de modelos maiores e mais pesados.

    O mercado interno de elétricos na China já enfrenta alguma dificuldade, com certa hesitação dos consumidores. Isso impulsionou as exportações e a iniciativa de construir fábricas na Europa, principalmente, para contornar as elevadas tarifas de importação impostas aos produtos chineses.

    RS e-tron GT Performance: Audi mais potente até hoje

    Base mecânica é a mesma do Porsche Taycan e também o primeiro Audi cupê de quatro portas, topo de linha com motorização elétrica. Nada menos de 925 cv (no modo controle de largada) e um torque brutal de 104,8 kgf·m colocam o RS e-tron GT Performance como o mais potente já lançado em série pela marca alemã, conhecida pelos quatro anéis entrelaçados. Suspensão pneumática ativa com taxa de amortecimento variável, tração quattro elétrica com duas marchas, cinco vezes mais rápida que o sistema mecânico tradicional e eixo traseiro esterçante em 2,8 graus, que ajuda tanto em manobras quanto no comportamento em curvas, estão entre os destaques.

    Outra característica da suspensão é redução do seu curso em até 25 mm durante fortes acelerações e desacelerações, além do controle de rolagem em curvas de alta velocidade. E ainda faz concessões ao motorista e acompanhantes ao elevar a carroceria de 50 a 70 mm para facilitar o acesso a um toque na maçaneta. Ao fechar as portas, carroceria volta a baixar.

    Como todo cupê, volume do porta-malas é limitado a apenas 350 litros mesmo sem estepe, apesar de suas dimensões externas avantajadas (mm): 4.997, comprimento; 2.900, entre-eixos; 2.158, largura; 1.379, altura. Há um volume adicional de 77 litros sob o capô ideal para mochilas. Rodas de 21 pol., pneus Pirelli PZero e discos de freio cerâmicos. Alcance médio (Inmetro): 608 km com a bateria de 105 kW⋅h. Aceleração 0 a 100 km/h: 2,5 s (massa de 2.395 kg). Na Alemanha, também importa 0 a 200 km/h: 7,9 s.

    O interior apresenta acabamento de alto nível. O teto solar, ao comando um de um botão, passa de transparente a opaco para isolar o interior em dias mais quentes. Segundo a Audi, há mais de um milhão de combinações possíveis, ao se somarem todas opções internas e externas. O proprietário pode escolher desde as cores das carcaças de retrovisor e até das pinças de freio ou o tipo de revestimento do volante, dos bancos e das laterais das portas. Literalmente, o céu é o limite.

    Preço: a partir de R$ 1.334.990.

    GWM amplia linha elétrica com o ORA 5

    O novo modelo ganha dimensões maiores, pacote de tecnologia ampliado e vem bem equipado, logo acima do Ora 3. Com 4.471 mm de comprimento, 2.720 mm de entre-eixos e porta-malas de 362 L traz motor elétrico de 204 cv, 26,6 kgf·m e bateria de 58,3 kW⋅h para alcance médio de 349 km, pelo padrão Inmetro. Se estiver disponível um carregador rápido de corrente contínua (DC) de 120 kW, repõe de 30% a 80% da capacidade da bateria em aproximadamente 20 minutos.

    Destacam-se a central multimídia de 14,6 pol., atualizações remotas de software, comandos de voz com inteligência artificial e recurso V2L que permite utilizar a energia da bateria para alimentar equipamentos externos. Oferece ainda condução semiautônoma Nível 2, frenagem autônoma de emergência, monitoramento de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo, câmera 540° e seis airbags.

    É um hatch espaçoso internamente, de linhas atraentes. Primeiro contato com o ORA 5 foi em uma pista demarcada no aeroporto regional Campo de Marte, em São Paulo (SP). O motor de 204 cv e 26,5 kgf·m entrega acelerações rápidas e respostas imediatas ao comando do acelerador, característica comum dos veículos elétricos. Segundo o fabricante, acelera de 0 a 100 km/h em 7,7 s, uma boa marca para um automóvel deste porte.

    A GWM afirma ter desenvolvido uma calibração específica para o mercado brasileiro por meio de ajustes voltados às condições de uso encontradas aqui. O conjunto utiliza suspensão independente nas quatro rodas, com McPherson na dianteira e multibraço na traseira.

    Preço: R$ 159.000

     

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    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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