Cantora reconhece que o artista tem de usar sua influência
A cantora Cláudia Leitte postou em sua redes sociais na noite desta segunda-feira (24) dois vídeos em que se defende das críticas por não ter mostrado indignação, no programa Altas Horas, de Sergio Groisman, a exemplo de Ana Maria Braga e Débora Seco. A artista baiana reconhece que poderia ter sido mais contundente nos seus comentários sobre a pandemia de covid-19. O que não fez.
O que ela disse no programa:
“A minha indignação? Eu tenho um coração pacificador, Serginho. Eu me indigno, sou capaz de virar tudo pelo avesso, de chutar as barracas, mas todo mundo tem um lugar onde pode brilhar uma luz para desfazer o que está acontecendo. E se essa luz se acende, obviamente, não vai ter escuridão. Acho que eu me declarei”.
O que ela diz no primeiro vídeo:
“Mais que um desabafo, esse era um momento eu precisava ter muita consciência do meu papel social e eu não tive. Não sei porque, cargas d’água, dei uma resposta evasiva naquele momento e, desde que saí do programa, estou reflexiva”.
E completa:
“Eu acho que um artista tem um papel que precisa ficar muito claro. Eu subo num palco para cantar e eu sirvo o outro através da minha música, faço entretenimento, mas faço com uma missão, um propósito. E quando saio do palco, em qualquer situação, continuo sendo cidadã, mas se tenho o microfone ligado, continuo representando aquelas pessoas, servindo aquelas pessoas. Eu precisava ter falado das minhas indignações para levantar questões, discussões saudáveis, conversas a respeito daquilo, mudanças de atitudes, comportamentos dentro da sociedade”.
https://twitter.com/i/status/1397018982587289606





1 comentário
Top, encontrei sem querer esse blog e esse artigo aqui,
gostei muito do que lí aqui… Obrigado!