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    Home»Agronegócio»Confederação da Agricultura denuncia Sarney Filho por divulgar dados sobre fazendeiros
    Agronegócio

    Confederação da Agricultura denuncia Sarney Filho por divulgar dados sobre fazendeiros

    Aquiles Emir13 de janeiro de 201702 Mins Read
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    A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) protocolou nesta sexta-feira (09) representação contra o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, na Procuradoria-Geral da República (PGR). A entidade acusa o ministro de cometer crimes de responsabilidade e improbidade administrativa por divulgar informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

    No fim de novembro, o governo anunciou que tornaria públicos os dados do Sistema Nacional do CAR (Sicar), atendendo a pedidos de ambientalistas. Os dados estão organizados em um mapa que permite identificar a quantidade de imóveis rurais por estado, quantos hectares tem cada um e se estão em situação irregular ou com restrição.

    Para a CNA, a divulgação possibilita a “fácil identificação dos produtores, sem qualquer dificuldade, permitindo o acesso a informações de caráter pessoal, resguardadas pela Constituição Federal”. A entidade também alega que os nomes das fazendas chegaram a ser divulgados e só foram retirados do ar pelo ministério dias depois.

    Na representação, a CNA pede que Sarney Filho responda por crimes de responsabilidade e que seja aberto um inquérito civil público para apurar a prática de improbidade administrativa. Além disso, solicita que o Ministério do Meio Ambiente libere cópias de todos os documentos relacionados à divulgação dos dados do CAR, inclusive pareceres jurídicos que teriam embasado a decisão de divulgá-los.

    O presidente da CNA, João Martins, havia informado na terça-feira (6) a intenção de ir à Justiça contra o ministro do Meio Ambiente. Na ocasião, ele argumentou que os dados são sigilosos e que sua divulgação dá acesso a informações estratégicas sobre o potencial produtivo do país. Martins falou sobre o assunto em entrevista sobre perspectivas para o agronegócio em 2017.

    A PGR informou que a representação será analisada e distribuída internamente. Como faz referência a um ministro, provavelmente será encaminhada ao gabinete do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Caso entenda que há indício de irregularidade, Janot pode pedir a instauração de um inquérito. O procurador-geral pode também pode arquivar a representação.

    Procurado, o Ministério do Meio Ambiente informou que não vai se manifestar sobre o assunto.
    (Agência Brasil)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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