Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»Conta de luz mais barata compensa alta da gasolina e inflação oficial de janeiro fica em 0,33%, dentro da meta
    Negócios


    Conta de luz mais barata compensa alta da gasolina e inflação oficial de janeiro fica em 0,33%, dentro da meta

    Aquiles Emir10 de fevereiro de 202605 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Medição de energia é objeto de evento da Equatorial e Judiciário (imagem Luter Led/divulgação)
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Em janeiro do ano passado índice foi de 0,16%

    Os preços da conta de luz e da gasolina mediram força em janeiro e fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. Em janeiro de 2025, o IPCA tinha sido de 0,16%.

    Com o resultado, a inflação oficial – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – acumula 4,44% em 12 meses, dentro do limite máximo de tolerância da meta do governo.

    A gasolina exerceu a maior pressão de alta, respondendo por 0,10 ponto percentual (p.p.) do índice, enquanto a conta de luz mais barata representou -0,11 p.p.

    Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

    A meta – A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde novembro passado, o IPCA está dentro do limite de tolerância.

    Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

    Instituições financeiras ouvidas pelo Boletim Focus, do Banco Central, estimam que o IPCA deve terminar o ano em 3,97%.

    O índice – O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todos, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).

    Influências – Dos nove grupos de produtos e serviços, dois apresentaram recuo no mês. Confira os resultados e impactos no índice.

      • Comunicação: 0,82% (0,04 p.p.)
      • Saúde e cuidados pessoais: 0,70% (0,10 p.p.)
      • Transportes: 0,60% (0,12 p.p.)
      • Despesas pessoais: 0,41% (0,04 p.p.)
      • Alimentação e bebidas: 0,23% (0,05 p.p.)
      • Artigos de residência: 0,20% (0,01 p.p.)
      • Educação: 0,02% (0,00 p.p.)
      • Habitação: -0,11% (-0,02 p.p.)
      • Vestuário: -0,25% (-0,01 p.p.)

    Combustíveis – O grupo transportes foi o de maior impacto, influenciado pelos combustíveis, que subiram 2,14% no mês em média. A gasolina individualmente foi o preço que mais pressionou para cima a inflação, com alta de 2,06%.

    A explicação está no aumento do reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passou a valer na virada do ano. O tributo é estadual, mas foi reajustado em todo o país. 

    O IBGE também apurou elevação no etanol (3,44%), óleo diesel (0,52%) e gás veicular (0,20%).

    No fim de janeiro, a Petrobras anunciou redução de 5,2% no preço da gasolina.

    Para o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, “é preciso aguardar para ver como esse impacto chegará ao consumidor”.

    Ainda no grupo transportes, o ônibus urbano subiu 5,14% em média. Os pesquisadores calcularam reajustes de tarifas em seis capitais: Fortaleza (20%), São Paulo (6%), Rio de Janeiro (6,38%), Salvador (5,36%), Belo Horizonte (8,70%) e Vitória (4,16%). O IPCA é um índice nacional, mas comportamentos de preço locais exercem influências na média do país.

    No sentido contrário, transportes por aplicativo (-17,23%) e passagem aérea (-8,9%) tiveram queda de preços.

    Alívio na conta de luz – No grupo habitação, a energia elétrica residencial ficou 2,73% mais barata, representando impacto de -0,11 ponto percentual  (p.p), ou seja, foi o que mais puxou o IPCA para baixo.

    A explicação para a conta de luz mais barata está na bandeira tarifária. Enquanto em dezembro era a amarela, em janeiro vigorou a verde, que não impõe cobrança adicional na fatura. Já na amarela, havia adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatt-hora (Kwh) consumidos.

    Alimentos – O grupo alimentação, maior peso na cesta de consumo das famílias brasileiras, representando pouco mais de um quinto (21,42%) do orçamento familiar, subiu 0,23% em janeiro. Foi o menor resultado desde 2006 (0,11% na época). Em dezembro de 2025, o grupo tinha subido 0,27%, ou seja, os números apontam que houve desaceleração.

    A alimentação no domicílio ficou em 0,10%. Puxaram os preços para baixo:

    • Leite longa vida (-5,59%)
    • Ovo de galinha (-4,48%)

    Gonçalves explicou que a redução do leite é causada pelo aumento de produção e estoques, que incluem também leite importado.

    No lado das altas, eis os destaques

    • Tomate (20,52%)
    • Carnes (0,84%), principalmente o contrafilé (1,86%) e a alcatra (1,61%)

    De acordo com o gerente da pesquisa fatores como condições climáticas e a trajetória de queda do dólar, que torna commodities mais em conta (produtos primários negociados em grande quantidade no mercado internacional) contribuíram para o controle dos preços dos alimentos.

    A alimentação fora do domicílio ficou em 0,55%, tendo a refeição subido 0,66% em janeiro, e o lanche, 0,27%.

    Espalhamento – O índice de difusão, que mostra o quanto a inflação está espalhada, foi de 64%. Em dezembro havia atingido 60%. O IBGE colhe o preço de 377 produtos e serviços, os chamados subitens.

    O IBGE desagrega o IPCA em dois grupos, o de serviços, que traz os preços que sofrem mais influência do aquecimento ou esfriamento da economia, e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, e os combustíveis.

    O grupo de serviços ficou em 0,10% em janeiro, a menor desde junho de 2024 (-0.04% na época). Em 12 meses, acumula 5,29%.

    “Pode ser pressões de demanda e fatores de custo”, analisa Gonçalves, citando período de férias e aumento de salário mínimo como fatores que podem ter pressionado a demanda em janeiro.

    Os preços monitorados subiram 0,53%, chegando a 7,48% em 12 meses, o maior desde fevereiro de 2024 (8,6%). Os principais impactos foram gasolina, ônibus e taxas de esgoto.

    A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. 

    (Agência Brasil)

    FIEMA
    Previous ArticleGoverno do Estado dá um reajuste de 10% para professores e amplia os investimentos para valorização da Educação
    Next Article Ministra Gleisi Hoffamann ataca de puxadora de samba enredo ao discursar em homenagem ao PT
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Negócios


    Sesi orienta empresários do município de Grajaú sobre a adequação, redução de riscos e saúde mental

    25 de maio de 2026
    Negócios


    Câmara aprova projeto que torna crime passível de prisão aumento de preços pelos postos de combustíveis

    21 de maio de 2026
    Negócios


    Federação das Indústrias e Banco da Amazônia discutem crédito e projetos estratégicos para o Maranhão

    20 de maio de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 10   +   2   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Fake News são propagadas não apenas nas mídias sociais, mas também pelos veículos das chamadas mídias tradicionais, aqueles que dizem apurar antes de divulgar.
    www.mahoje.com.br

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Acordo prevê que redução da jornada de trabalho para quarenta horas semais terá transição de um ano

    25 de maio de 2026


    Hyundai, SBT e N Sports se unem para descobrir novos talentos para a cobertura esportiva

    25 de maio de 2026

    Novos integrantes da administração superior do Ministério Público tomam posse

    25 de maio de 2026


    Marajó Shopping suspende parcialmente seus serviços após ser atingido por forte ventania que danificou seu telhado

    25 de maio de 2026


    Maranhão Atlético Clube é condenado a multa de R$ 10 mil pelo não cumprimento de Direito à Informação de torcedor

    25 de maio de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.