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    Home»Agronegócio»Crescer verticalmente é o grande desafio da bananicultura no Brasil
    Agronegócio

    Crescer verticalmente é o grande desafio da bananicultura no Brasil

    Aquiles Emir10 de maio de 202504 Mins Read
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    Produzir mais passa pelo manejo do solo

    A 4ª edição do Workshop da Banana, realizado pela Rovensa Next com 200 das personalidades mais influentes da cultura, discutiu as principais tendências do setor. Foi unânime entre os participantes que o grande desafio do Brasil é fazer a produção nacional crescer de forma vertical.

    “Precisamos crescer em produtividade, verticalmente falando, e não horizontalmente, como, hoje, muitos produtores discutem fazer”, aponta Rodrigo Kuhnen, gerente comercial nacional HF da Rovensa Next Brasil e anfitrião do encontro. Em outras palavras, a meta deve ser produzir mais por metro quadrado.

    Segundo Kuhnen, o bananicultor que busca produzir 35 mil toneladas em 1.000 hectares, por exemplo, pode chegar à mesma produtividade em apenas 500 hectares, ao promover boas práticas de produção, isso com o mesmo investimento de mão de obra, um recurso cada vez mais escasso.

    Produzir mais por hectare passa obrigatoriamente pelo equilíbrio no manejo do solo, um obstáculo comum dos bananais. De acordo com o especialista, cerca de 90% dos polos produtores têm solos ricos em fósforo, mas, em abundância, ele limita a disponibilidade de zinco, micronutriente ligado à qualidade da fruta. O mesmo pode ocorrer em relação ao nitrogênio.

    O excesso inibe a absorção de cálcio, principalmente associado a baixo índice pluviométrico e períodos de baixa luminosidade, originando uma anomalia no desenvolvimento vegetativo (embuchamento) e também a má formação dos cachos. A planta também pode ficar mais suscetível ao ataque de pragas e doenças, entre as quais destacam-se a sigatoka e a fusariose, conhecida como “mal-do-Panamá – ambas podem levar à perda total da produção.

    O controle da sigatoka é feito com defensivos químicos, o que requer adjuvantes de alta performance, como o WETCIT, formulado com óleo essencial da casca de laranja. Para tratar a fusariose, o Trichonext é a biossolução recomendada do portfólio Rovensa Next, devido à eficácia comprovada no fungo.

    Já o manejo preventivo é feito, justamente, equilibrando-se a quantidade de nutrientes do solo. Em relação aos insetos, a tripes e uma espécie de broca chamada “moleque da bananeira” são as principais fontes de dor de cabeça dos produtores. O primeiro ataca a fruta e o segundo, o sistema radicular, causando prejuízos severos.

    Produtividade – Kuhnen estima a área produtora em 450 mil hectares. São Paulo lidera a produção (e também o consumo), seguido por Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. As variedades Prata e Caturra (Nanica) são mais cultivadas. A produtividade média nacional de banana Nanica gira em torno de 30 a 35 toneladas por hectare e a da banana Prata fica entre 20 e 25 toneladas por hectare.

    “São produtividades extremamente baixas. Nas propriedades que possuem preocupação recorrente com as boas práticas de manejo, como é o caso das fazendas atendidas com portfólio Rovensa Next, a média de produção sobe para 55 a 60 toneladas por hectare, na Nanica, e 35 a 45 toneladas, na variedade Prata, atingindo, em alguns casos, picos de 80 toneladas”, ressalta Kuhnen.

    É o caso de Josoe Schappo, proprietário da Bananas São João, em São João do Itaperiú (SC), que há 12 anos utiliza as biossoluções da companhia. No início da parceria, ele produzia de 35 a 40 toneladas de bananas por hectare através de 60 mil plantas. Atualmente, são 300 mil plantas, com as quais produz de 50 a 60 toneladas por hectare, com alguns talhões superando os 80 ou 85 toneladas por hectare.

    Parceria fez a diferença – Mas engana-se quem acredita ter sido uma jornada fácil. Segundo ele, foram 12 anos de aprendizado com os produtos, o solo e a própria cultura. “Muita gente me procura para perguntar qual é o milagre. Não tem milagre! Tudo isso é resultado de um processo iniciado muitos anos atrás”, relata o produtor catarinense.

    Além da alta produtividade, Schappo observa padronização dos cachos, diminuição dos períodos de entressafra e maior resistência a secas e geadas. “Nada disso seria possível se ficasse trocando de fornecedor a cada nova oportunidade. Se hoje a gente colhe algo realmente diferenciado no mercado, foi por causa de uma forte parceria estabelecida”, conclui.
    Josoe Schappo foi uma das 200 personalidades, entre pesquisadores, consultores e produtores, de oito estados diferentes, responsáveis por 3% da produção nacional da fruta tropical, presentes no 4º Workshop da Banana, em Pariquera-Açu (SP), no dia 24 de abril. O evento foi realizado pela Rovensa Next Brasil, empresa de biossoluções que busca triplicar o faturamento neste segmento.
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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