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    Home»Maranhão»Defensoria Pública pede realização de oficina em São Luís sobre planos de saúde
    Maranhão

    Defensoria Pública pede realização de oficina em São Luís sobre planos de saúde

    Aquiles Emir20 de fevereiro de 201902 Mins Read
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    O Núcleo de Defesa do Idoso, da Pessoa com Deficiência e da Saúde da Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA) solicitou da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a realização de uma oficina para representantes do setor e consumidores visando sanar dúvidas acerca dos regramentos dos planos de saúde. A solicitação se baseia numa agenda de oficinas que a Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos (Dipro) realizará em várias cidades do país até o fim de março.

    A proposta é que São Luís também seja incluída na agenda para que clientes de planos de saúde possam esclarecer dúvidas e representantes empresariais possam buscar orientações para a correta adequação dos planos em relação às normativas publicadas pela ANS.

    Fiscalização – Aproveitando a oportunidade, os defensores públicos solicitaram ainda esclarecimentos acerca do cumprimento dos termos da Resolução Normativa da ANS Nº 395/2016, que dispõe sobre as regras a serem observadas pelas Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde nas solicitações de procedimentos e/ou serviços de cobertura assistencial apresentados pelos beneficiários, em qualquer modalidade de contratação.

    De acordo com a norma, as operadoras de planos de saúde devem disponibilizar unidades de atendimento presencial, indicando os endereços disponíveis para atendimento ao beneficiário, e atendimento telefônico, contendo número da respectiva central de atendimento.

    Tendo em vista essa obrigatoriedade, os defensores solicitaram informações à Agência sobre quais planos que operam atualmente na capital maranhense estão cumprindo a norma e quais ainda não disponibilizaram unidades de atendimento presencial, para que seja aberto procedimento administrativo fiscalizatório.

    De acordo com o defensor Benito Pereira Filho, além dos transtornos enfrentados pelos usuários/consumidores para obter respostas formais por parte das operadoras, a ausência de atendimento presencial nas capitais também dificulta a resolução extrajudicial de demandas.

    “Há também a questão das comunicações, nos casos em que tentamos resolver administrativamente as demandas. Precisamos enviar ofício para os escritórios regionais das operadoras, mas esses, geralmente, estão instalados em outros estados, o que gera dificuldades. Além disso, há os casos das intimações judicias, que demoram muito devido à ausência de escritórios nesta capital”, explicou o defensor.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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