Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
    Maranhão Hoje
    Assinar
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Em 16 meses de governo, Macri enfrenta primeira greve geral na Argentina
    Mundo

    Em 16 meses de governo, Macri enfrenta primeira greve geral na Argentina

    Aquiles Emir7 de abril de 201704 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    O presidente da Argentina, Mauricio Macri, enfrentou nesta quinta-feira (6) a primeira greve geral em 16 meses de governo. As duas principais centrais sindicais do país exigem aumentos salariais para acompanhar a  inflação, que em 2016 foi de 40%, além de reclamar medidas para compensar a perda de empregos, causada pela politica de abertura econômica.

    O governo argumenta que não pode dar aumentos muito superiores à meta inflacionária deste ano, de 17%, e assegura que as medidas adotadas (entre elas, o reajuste dos preços dos serviços públicos, congelados desde a crise de 2001) atrairão investimentos, tirando o país da recessão. Como não houve acordo, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a Central de Trabalhadores Argentinos (CTA) decidiram paralisar o transporte público e o país, enquanto as organizações sociais de esquerda se mobilizaram para bloquear as principais vias de acesso aos centros urbanos.

    Cerca de 800 voos foram cancelados. Os trens, o metrô e os ônibus não circularão até a meia-noite. O líder sindical dos motoristas de táxi, Omar Viviani, chegou a ameaçar os que furarem a greve, prometendo “virar os carros”. Ele acabou sendo convocado para depor, perante a Justiça, acusado de atentar contra a liberdade do trabalho. “Mas o medo já está instalado”, disse à Agência Brasil o motorista Fernando Bianci. “Eu sempre trabalhava em dia de greve porque preciso, mas não posso correr o risco de ficar sem meu táxi, porque alguém resolveu arrebentá-lo”.

    Divisão –  Nos primeiros três meses deste ano, Macri  enfrentou uma manifestação sindical (em março), uma greve de professores e centenas de protestos isolados, além de piquetes (bloqueios de estradas). Em compensação, milhares de argentinos saíram às ruas no sábado (1º) em apoio ao governo. Aos gritos de “Argentina sem Cristina (Kirchner)” e “sim, se pode”, a multidão autoconvocada pelas redes sociais encheu as praças.

    “Na Argentina, a política é feita nas ruas”, disse o economista Marcelo Elizondo. “O que ficou evidente é que o país está dividido: uma parte quer manter a política populista dos 12 anos de governo dos ex-presidentes Nestor e Cristina Kirchner e outra quer as mudanças liberais de Macri”.

    Resultado de imagem para greve na argentina

    Na segunda-feira (03), dois dias apos a marcha a seu favor, Macri prometeu combater as “máfias” no poder. “Não podemos aceitar mais comportamentos mafiosos na Argentina, que estão nos sindicatos, nas empresas, na política e na Justiça”, afirmou. Segundo o governo, a greve custará ao país US$ 1 bilhão.

    De acordo com o líder sindical Hugo Yasky, da CTA, a greve será “um plebiscito contundente contra a política de ajuste do governo”, que resultou em “demissões,  suspensões e queda do poder aquisitivo” dos trabalhadores. “O governo já gastou 30% de seu mandato e ainda não vimos as mudanças prometidas”, acrescentou.

    Eleições – A queda de braço entre o governo e os sindicatos ocorre em ano eleitoral: em outubro, os argentinos irão às urnas para renovar metade da Câmara dos Deputados e um terço do Senado. Macri espera conquistar votos suficientes para converter seus aliados políticos na “primeira minoria” do Legislativo. O apoio no Congresso, segundo o próprio presidente, é indispensável para dar continuidade às suas políticas.

    A principal força de oposição a Macri nas eleições será o peronismo – o movimento fundado nos anos 50 pelo ex-presidente Juan Domingo Peron, que hoje está dividido entre “kirchneristas” e “tradicionais”, mas historicamente contou com a aliança dos sindicatos. Macri ganhou as eleições de dezembro de 2015, prometendo uma Argentina mais transparente e aberta ao mundo. Mesmo sem maioria no Congresso, ele conseguiu reduzir impostos sobre as exportações do setor agroindustrial e da mineração, concluir a renegociação da dívida externa (em moratória desde 2001) e eliminar os controles cambiais (impostos por sua antecessora, Cristina Kirchner, para evitar a fuga de capitais).

    Passado um ano, no entanto, ele não conseguiu reduzir de 30% para 25% a inflação herdada, como prometeu. Segundo o analista político Rosendo Fraga, o sucesso de Macri este ano nas urnas vai depender do crescimento econômico e da percepção dos argentinos sobre sua situação. “Ele prometeu crescimento, mas em 2016 a economia encolheu, a inflação aumentou para 40% e a pobreza afeta um terço dos argentinos”, disse. Além disso, houve perda de postos de trabalho.

    Nesta quinta-feira, durante a greve, o presidente Mauricio Macri participará em Buenos Aires do Foro Econômico Mundial sobre os desafios da América Latina.

    (Agência Brasil)

    FIEMA
    Previous ArticlePrefeitura de Santa Rita realiza Feira da Lua para incentivar produção de artesanato
    Next Article Procurador peruano pede prisão de governador de Callao por caso Odebrecht
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Mundo


    Homem atira durante jantar de Donad Trump com correspondentes em Washington

    26 de abril de 2026
    Mundo


    “Portugal pode ser a grande porta de entrada dos interesses empresariais brasileiros na Europa”, diz Lula em Lisboa

    21 de abril de 2026
    Mundo


    “A Alemanha é um parceiro indispensável para o Brasil”, diz Lula durante 42º Encontro Econômico Brasil–Alemanha, em Hanôver

    20 de abril de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 2   +   9   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Epitácio Cafeteria sempre era bem votado na “filial do inferno”, como Renan Santos classificou o bairro Coroadinho. E os moradores dessa comunidade tratava como vizinhos porque morava numa mansão do conjunto Sitio Leal que ficava nas imediações.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    Eleições 2026

    Na sua opinião para onde deve ir o prefeito Eduardo Braide?

    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Flamengo e Fluminense vencem seus jogos e se mantêm na vice-liderança atrás do Palmeiras

    27 de abril de 2026


    Sistema Federação do Comércio lança obras para construção da nova sede do Sesc no município de Caxias

    27 de abril de 2026


    Ainda sem vencer na Série D, Sampaio é derrotado neste domingo pelo Parnahyba

    27 de abril de 2026


    Palmeiras vence mais uma e se mantém isolado na liderança com seis pontos à frente do segundo colocado

    26 de abril de 2026


    irmãs se reinventam e constroem negócio de referência em soluções interiores na cidade de São Luís

    26 de abril de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.