Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    8, novembro, 2026 Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Mundo»Trump fala sobre guerra comercial com Oriente Médio e a China

    Trump fala sobre guerra comercial com Oriente Médio e a China

    Aquiles Emir26 de setembro de 20180
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Share
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não conseguiu chegar a tempo à sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nesta terça-feira (25) para seu segundo discurso na Assembleia Geral. Com isso, o pronunciamento do presidente do Equador, Lenín Moreno, foi antecipado.

    Como líder do país anfitrião da Assembleia Geral, Trump tinha o privilégio de ser o segundo a falar, logo depois do presidente do Brasil, Michel Temer, nação que sempre abre as sessões por razões históricas.

    Mas o presidente norte-americano só deixou a Trump Tower, na 5ª Avenida, às 10h08 (11h08 em Brasília), sete minutos antes da hora marcada para o início do seu discurso, conforme jornalistas que o acompanhavam.

    Acompanhe nosso canal do YouTube!

    Para não atrasar a sessão, e de acordo com o protocolo da ONU, Moreno, que falaria após Trump, fez o seu discurso depois que Temer terminou o dele.

    Oriente Médio – Sobre os conflitos no Oriente Médio, Donald Trump pediu que a comunidade internacional “isole o regime do Irã” e prometeu que aplicará mais sanções ao país, além das que entrarão em vigor em novembro.

    “Pedimos para que todos os países isolem o regime iraniano enquanto continuarem as agressões [por parte do Irã]”, declarou Trump em seu discurso. Ele argumentou que a saída dos EUA do acordo nuclear firmado com o governo iraniano foi bem recebida no Oriente Médio.

    Ele aproveito o discurso para reafirmar o compromisso dos EUA com um “futuro de paz e estabilidade” no Oriente Médio e considerou que sua decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel não prejudica o processo de paz entre palestinos e israelenses.

    “Neste ano demos um importante passo no Oriente Médio. Em reconhecimento ao princípio de que cada Estado soberano pode determinar sua capital, transferi a embaixada dos EUA de Israel para Jerusalém”, lembrou o governante americano em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.

    Nas últimas semanas, Trump ordenou o fechamento do escritório da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Washington e eliminou todos os recursos que os EUA concedem à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA), o que impactará nos serviços fornecidos a milhões de pessoas.

    Em resposta às declarações de Trump, o secretário-geral da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Saeb Erekat, divulgou um comunicado no qual critica o presidente dos Estados Unidos pelo discurso proferido na ONU e considera que o governo americano “fechou as portas para a paz”.

    Na opinião de Erekat, Trump “não pode desempenhar um papel no estabelecimento da paz [entre palestinos e israelenses] após afirmar que sua decisão de transferir a embaixada americana de Israel para Jerusalém, em violação à Resolução 478 [do Conselho de Segurança da ONU], foi ‘um reconhecimento da realidade'”.

    Segundo a OLP, os EUA “recompensam e incentivam as violações do direito internacional, a colonização, os crimes de guerra e o apartheid” de Israel.

    China – Trump também aproveitou sua fala para exigir que os países façam mudanças urgentes no sistema de comércio global e defender a postura americana em relação à guerra comercial com China, por considerar que o déficit com o governo chinês “não é aceitável”.

    “No mês passado, anunciei um revolucionário acordo comercial entre Estados Unidos e México. Ontem, estive com o presidente (sul-coreano) Moon Jae-in para anunciar a assinatura bem-sucedida do novo acordo comercial EUA – Coreia do Sul”, disse Trump ao comentar sobre a revisão do trato de 2012.

    “E isso é só o início. Muitos países nesta sala concordarão que o sistema de comércio global necessita urgentemente uma mudança”, acrescentou.

    Trump avisou que não tolerará mais “os abusos” comerciais de outros países nem permitirá que “vitimizem” ou “enganem” os trabalhadores e empresas americanos.

    “Os Estados Unidos acabam de anunciar tarifas para outros 200 bilhões de produtos chineses, totalizando US$ 250 bilhões. Tenho um grande respeito e afeto por meu amigo, o presidente [chinês] Xi Jinping. Mas deixei claro que nosso desequilíbrio comercial simplesmente não é aceitável”, esclareceu.

    Segundo o presidente americano, “as distorções do mercado da China e a forma como elas são enfrentadas não podem ser toleradas, e os EUA sempre atuarão em prol do interesse nacional”.

    (Agência Brasil com informações da Agência EFE)

    Previous ArticleTSE aprova registro das candidaturas de Haddad e Manuela
    Next Article Copa do Brasil: com vantagem do empate, Cruzeiro pega Palmeiras no Mineirão
    Aquiles Emir
    • Website
    • Facebook
    • Instagram

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar


    Polícia Federal prende em São Luís homem que transportava cerca de R$ 1 milhão em espécie de origem suspeita

    4 de novembro de 2026


    O “retorno” do Papa Leão à América Latina: uma viagem de escuta e unidade

    3 de novembro de 2026


    Risco de invasão de Cuba pelos EUA é real, avalia embaixador no Brasil

    1 de novembro de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 10   +   8   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Dois dos temas mais debatidos no Brasil na atualidade - violência contra mulher e redução da maior idade penal- trazem para o centro das discussão as mesmas personalidades, que na maioria das vezes agem de forma contraditória.

    Compartilhe este vídeo:
    ```
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Apae prorroga até 12 de novembro inscrições para curso de capacitação profissional

    8 de novembro de 2026


    Grêmio se veste com as cores do Cruzeiro para eliminar Atlético Mineiro e aguarda vencedor de Palmeiras e Vasco

    8 de novembro de 2026


    Domingo com pancadas de chuva na região oeste do Maranhão, mas na maioria do estado temperaturas elevadas

    8 de novembro de 2026


    Pipo Massa é campeão da Porsche Carrera Cup Rookie em sua primeira temporada no automobilismo

    8 de novembro de 2026


    No Maranhão foram gerados 654 empregos com carteira assinada no mês de setembro, segundo dados do Caged

    7 de novembro de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.