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    Home»Brasil»Em parceria com Ministério da Cidadania, Sesi atenderá 800 mil jovens até 2022

    Em parceria com Ministério da Cidadania, Sesi atenderá 800 mil jovens até 2022

    Aquiles Emir31 de julho de 20190
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    Assinatura de convênio entre o SESI e o Ministério da Cidadania. Osmar Terra, ministro da Cidadania e Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.nBrasília (DF) 30.07.2019 - Foto: José Paulo Lacerda *** Local Caption *** Assinatura de convênio entre o SESI e o Ministério da Cidadania.
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    Assinado nesta terça-feira (30), acordo prevê a oferta de cursos de reforço em português, matemática e qualificação profissional em todo país para os inscritos em programas sociais do governo

    Cerca de 800 mil jovens de 18 a 29 anos que não estudam e nem trabalham deverão ser atendidos, nos próximos quatro anos, pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) em programas educacionais que facilitam a inserção no mercado de trabalho. A meta faz parte do acordo celebrado nesta terça-feira (30) com o Ministério da Cidadania. A parceria foi assinada pelo ministro da pasta, Osmar Terra, e pelo diretor do Departamento Nacional do Sesi, Robson Braga de Andrade, que também é presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    Segundo o acordo, os 800 mil jovens serão atendidos com reforço de português e matemática em módulos de 100 horas, com o desenvolvimento das habilidades socioemocionais integrados a cursos de qualificação profissional de 200 horas, em média. O programa ajudará a promover a empregabilidade e a geração de renda desta parcela da população em situação de vulnerabilidade. Segundo o acordo, serão contemplados os jovens inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal, com prioridade para os beneficiários do Bolsa Família.

    “O SESI tem um trabalho de reconhecida qualidade na oferta de educação básica e na educação de jovens e adultos, tendo como principal público os jovens das classes C, D e E. Esta parceria contribuirá para fortalecer este trabalho e para levar qualificação para muitos jovens, dotando-os das competências e habilidades exigidas pela indústria, o que deve trazer ganhos para a empregabilidade”, avalia Robson Andrade. “Com esta parceria, a missão institucional e a função social do SESI ficam ainda mais fortalecidas”, completa o diretor do Departamento Nacional do Sesi e presidente da CNI.  “O acordo ajudará uma parte da sociedade a mudar seu futuro”, afirma Robson Andrade.

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    “Vamos capacitar os jovens chamados de “nem-nem” (nem estudam, nem trabalham) usando a grande capilaridade do Sistema S. Com isso, estamos dando mais um passo para oferecer uma alternativa de um futuro melhor para nossa juventude, associando nossos beneficiários à educação de excelência ofertada pelo Sesi”, diz o ministro da Cidadania, Osmar Terra. “A parceria com o Sesi é importante para que os jovens mais pobres não fiquem mais pobres”, destacou o ministro.

    Robson de Andrade, presidente da CNI, manifestou otimismo com o convênio

    Oportunidade – As estimativas de atendimento nos estados e no Distrito Federal consideram a base industrial e será feita de proporcionalmente ao peso da indústria em cada unidade da federação. Assim, devem ser atendidos 44.318 jovens na região Norte; 99.342, no Nordeste; 147.551, no Sul; 461.072, no Sudeste; e 47.717, no Centro-Oeste. Há também um aumento progressivo no número de pessoas que serão atendidas ao longo dos próximos quatro anos, começando com 100 mil, em 2019, e chegando a 280 mil, em 2022. O atendimento e os investimentos previstos devem ocorrer da seguinte forma:

    2019

    100 mil jovens

    2020

    180 mil jovens

    2021

    240 mil jovens

    2022

    280 mil jovens

    Total

    800 mil jovens

    Emprego – Os cursos serão oferecidos de acordo com as particularidades econômicas de cada região, de forma a atender com maior eficiência as demandas do setor produtivo local. “O profissional qualificado tem mais chances de manter o emprego e pode conseguir uma vaga mais facilmente quando a economia voltar a crescer”, afirma o diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi.

    No caso específico da indústria, os cursos serão oferecidos considerando a capacidade instalada de cada estado e os dados do observatório do setor, que projeta o que os 28 setores industriais demandarão daqui a cinco anos em termos de qualificação técnica e competências, de acordo com a evolução dos meios de produção. Por meio do Mapa do Trabalho Industrial, por exemplo, a indústria conhece as ocupações mais exigidas por nível de qualificação e por unidade da Federação.

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    Aquiles Emir
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    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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