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    Home»Mundo»Estados Unidos anunciam criação de canal direto com Coréia do Norte
    Mundo

    Estados Unidos anunciam criação de canal direto com Coréia do Norte

    Aquiles Emir1 de outubro de 201703 Mins Read
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    Investigações apontam que o meio-irmão do líder norte coreano Kim Jong-Un (foto) foi morto por uma versão mais mortal do gás sarin KCNA/Divulgação/EPA/Agência Lusa
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    O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson,  admitiu neste sábado (30) que os Estados Unidos têm um canal de comunicação direto com a Coreia do Norte para tentar negociar um acordo de desarmamento nuclear com Pyongang.  Direto de Pequim, na China, onde se reuniu com o presidente chinês Xi Jinging,

    Sem entrar em detalhes, Tillerson afirmou aos jornalistas que  os Estados Unidos “estão investigando” as possibilidades de conversação por meio de um contato direto entre Washington e Pyongang.  “Nós temos linhas de comunicação para Pyongyang”, afirmou após o encontro com o presidente chinês.

    “Estamos investigando, portanto, fiquem atentos”, afirmou Tillerson aos repórteres na China. O jornal americano New York Times já havia publicado que os governos dos Estados Unidos e da Coreia do Norte  tem “comunicação direta”, sobre os testes nucleares”.

    Os jornalistas perguntaram se os Estados Unidos trabalhariam com a China para se comunicar com a Coreia do Norte. Tillerson disse que não. “Diretamente… nós temos nossos próprios canais”.  Essa semana até o Pentágono defendeu a diplomacia para lidar com a crise, assim como a Coreia do Sul afirmou ainda haver saída diplomática para evitar uma guerra na região.

    Empenho – Na conversa com repórteres, o secretário de Estado também afirmou que a China tornou-se profundamente preocupada com o programa de mísseis nucleares da Coréia do Norte. Para ele, o país asiático está trabalhando muito para convencer Pyongyang a retomar negociações para um acordo de desarmamento.

    As declarações de Tillerson foram feitas após uma reunião entre ele, e o  presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim, capital chinesa.

    O secretário de estado norte-americano chegou à Àsia na última quinta-feira (28), em busca de cooperação na região e para tentar apaziguar a situação na península coreana, que vive sob  a tensão de um conflito, com a escalada de agressões entre o presidente Donald Trump e Kim Jong-Un.

    Mas ele também defendeu que os ânimos sejam apaziguados. “Eu acho que a ação mais imediata que nós precisamos é acalmar as coisas”, afirmou, Tillerson aos repórteres.

    No discurso antes da reunão com o presidente chinês, Tillerson afirmou que os Estados Unidos “não reconheceriam a Coréia do Norte como uma potência nuclear” e afirmou que a Casa Branca não tem a intenção de derrubar o regime de Kim.

    Manobras – As forças aéreas de Coreia do Sul e dos Estados Unidos fizeram novas manobras aéreas conjuntas ao norte de Seul, no meio das tensões com a Coreia do Norte, informou neste sábado (30) o comando unificado de ambos os exércitos.

    Os exercícios militares aconteceram em uma data não divulgada e incluíram unidades aéreas de vários regimentos dos dois países, segundo o Comando do Pacífico dos Estados Unidos (USPACOM).

    “Os exercícios de campo permitiram às tropas sul-coreanas e americanas aumentar o seu conhecimento mútuo dos sistemas de armamento, com a meta de reforçar a cooperação entre as suas unidades”, explicou o comando em comunicado.

    Trata-se da primeira vez em que os aliados ensaiaram exercícios aéreos defensivos de curto alcance no país asiático, manobras orientadas a repelir eventuais incursões de aeronaves norte-coreanas, segundo o USPACOM.

    (Agência EFE)

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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