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    Home»Mundo»Estudo israelense questiona alegações de genocídio e fome na Faixa de Gaza
    Mundo

    Estudo israelense questiona alegações de genocídio e fome na Faixa de Gaza

    Aquiles Emir5 de setembro de 202505 Mins Read
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    Documento analisa dados de 2023 a2025

    O think tank israelense, The Begin-Sadat Center for Strategic Studies, divulgou um relatório que coloca em xeque as alegações de genocídio e fome deliberada na Faixa de Gaza. O documento analisa dados oficiais de 2023 a 2025, incluindo relatórios da ONU e informações coletadas de forma independente, com o objetivo de oferecer uma análise quantitativa baseada em evidências forenses sobre o conflito.

    Segundo a publicação, não há evidências que sustentem a narrativa de genocídio ou de privação intencional de alimentos por parte de Israel. Os autores Danny Orbach, Jonathan Boxman, Yagil Henkin e Jonathan Braverman, contudo, destacam que isso não exime o país de suas responsabilidades morais em relação à população civil palestina.

    Entre os pontos destacados, o estudo revela que a entrada de suprimentos em Gaza aumentou durante a guerra: antes de 7 de outubro de 2023, a média era de 73 caminhões por dia, enquanto no período do conflito esse número subiu para 101. O levantamento ainda questiona a meta de 500 caminhões por dia, frequentemente citada pela ONU, apontando inconsistências em relatórios anteriores e classificando o dado como fruto de interpretações equivocadas que acabam alimentando manchetes alarmistas na mídia internacional.

    Outro aspecto abordado é a metodologia utilizada pelo Ministério da Saúde de Gaza, sob controle do grupo terrorista Hamas, que registra todas as mortes como civis, sem investigar vínculos das vítimas com grupos armados. Essa diretriz oficial distorce a proporção real entre combatentes e não combatentes, inflando números que reforçam a narrativa de genocídio.

    Para o cientista político e gerente de conteúdo da StandWithUs Brasil, Igor Sabino, “do ponto de vista acadêmico, há inúmeras discussões acerca do que consiste o crime de genocídio. Muitas definições propostas por pesquisadores, por exemplo, se distanciam da proposta de Raphael Lemkin, judeu que cunhou o termo após o Holocausto, a qual influenciou a tipificação do crime no direito internacional. Tudo isso tem sido reforçado agora com a guerra em Gaza. O que acho preocupante é que muito do debate sobre a situação no enclave palestino se dá a partir de dados empíricos questionáveis, que têm como fonte principal o Hamas, grupo terrorista que iniciou a guerra e que também deveria ser investigado por genocídio devido ao massacre realizado no sul de Israel em 7 de outubro de 2023. Nesse sentido, o relatório do BESA Center faz uma importante contribuição do ponto de vista acadêmico e metodológico, devendo ser considerado e amplamente divulgado”.

    O uso da infraestrutura civil pelo Hamas, incluindo escolas, hospitais, clínicas, mesquitas, instalações da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA) e outras estruturas, como pontos estratégicos para armazenamento de armas, centros de comando, e deslocamento de combatentes é apontado no relatório, que destaca também que foguetes eram lançados das proximidades desses locais. Além disso, o estudo aponta que o Hamas desenvolveu a mais extensa rede de túneis subterrâneos já documentada na história militar, com mais de 500 quilômetros interligando diferentes regiões da Faixa de Gaza, salientando também que o grupo terrorista já escondia armas em casas de civis antes da guerra atual.

    As chamadas “zonas seguras” estabelecidas por Israel durante o conflito também foram analisadas. De acordo com os dados, essas áreas apresentavam taxas de mortalidade significativamente menores em comparação com zonas de combate. No entanto, o Hamas teria utilizado essas localidades para infiltrações militares e impedido a saída de civis, o que comprometeu sua eficácia. A falta de cooperação de agências internacionais, como a ONU, também teria agravado o cenário.

    O estudo conclui que, a partir dos dados analisados, não é possível sustentar de forma consistente as acusações de genocídio e de fome deliberada contra Israel. Os autores destacam, no entanto, que isso não significa ignorar o sofrimento vivido pela população palestina. Eles ressaltam que uma análise clara e baseada em fatos é essencial para que o debate sobre o conflito seja feito com seriedade.

    Segundo André Lajst, cientista político e presidente executivo da StandWithUs Brasil,“o que percebemos em muitas das discussões recentes sobre as acusações contra Israel por genocídio na Faixa de Gaza é a falta de rigor com a análise dos fatos. Muitas opiniões, inclusive de acadêmicos, são baseadas na visão prévia que eles têm acerca do conflito israelo-palestino. Há anos Israel é acusado de genocídio, muito antes da guerra em Gaza. Em outubro de 2023, poucos dias após o Hamas ter realizado o maior massacre da história do país – o qual deveria também ser analisado pela ótica do genocídio – já havia acadêmicos atribuindo a Israel esse crime, isso antes mesmo de as Forças de Defesa de Israel darem início aos combates no enclave palestino”. Ele conclui que análises rigorosas das informações que temos hoje, inclusive daquelas divulgadas pela ONU, são imprescindíveis, especialmente diante das evidências do envolvimento de funcionários da organização internacional com o próprio Hamas”.

    Confira o documento na íntegra, clicando neste link.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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