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    Home»Brasil»Farmacêutica brasileira vai pedir à Anvisa uso emergencial da Sputnik V

    Farmacêutica brasileira vai pedir à Anvisa uso emergencial da Sputnik V

    Aquiles Emir7 de janeiro de 20210
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    Eficácia é de 91,4%, segundo resultados da análise do terceiro e último ponto de controle dos dados dos ensaios clínicos de fase III

    A farmacêutica brasileira União Química afirmou na terça-feira (06) que vai entrar com pedido de uso emergencial da vacina russa contra a COVID-19, a Sputnik V, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em meados de fevereiro. O presidente da companhia, Fernando de Castro Marques, disse que caso aprovada, o laboratório brasileiro poderá oferecer o imunizante no país já no próximo mês.

    “A produção deve ser iniciada até a segunda quinzena de janeiro. O banco de células já chegou ao país. Com isso, podemos dar início a fabricação da vacina”, garantiu Marques ao jornal Valor Econômico.

    O executivo destacou à mídia que uma delegação da União Química, com sete membros, embarca para Moscou (Rússia) no sábado (09) para tratar da ampliação dos estudos clínicos da vacina no Brasil e dos processos produtivos. E com isso iniciar o pedido de registro permanente do imunizante.

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    A ideia da União Química é que a produção da vacina aconteça paralelamente à realização da fase III de testes clínicos no Brasil.

    A Sputnik V vai ser produzida na unidade de biotecnologia da União Química, a Bthek, em Brasília. Quando estiver operando em plena capacidade, a fábrica poderá produzir oito milhões de doses do imunizante por mês.

    Bolívia, Argentina, Sérvia e Bielorrússia já aprovaram os ensaios clínicos de fase III obtidos na Rússia para registrar a Sputnik V e iniciar suas campanhas de vacinação.

    A eficácia da vacina russa contra a COVID-19 é de 91,4%, segundo os resultados da análise do terceiro e último ponto de controle dos dados dos ensaios clínicos de fase III russos, obtidos 21 dias após a administração da primeira dose a voluntários.

    O cálculo foi baseado na análise de dados de voluntários (n = 22.714) que receberam a primeira e a segunda doses da vacina ou placebo no último ponto de controle de 78 casos confirmados de acordo com o protocolo dos ensaios clínicos de fase III. A Sputnik V demonstrou eficácia de 100% contra casos graves da COVID-19.

    (Agência Sputnik)

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    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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