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    Home»Agronegócio»Genética gaúcha da raça Holandesa atrai compradores da região Nordeste
    Agronegócio

    Genética gaúcha da raça Holandesa atrai compradores da região Nordeste

    Aquiles Emir4 de fevereiro de 202102 Mins Read
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    Criadores do país estão buscando animais no Rio Grande do Sul 

    A genética do gado Holandês gaúcho vem atraindo compradores de todo o Brasil. Um carregamento de 60 novilhas da raça está sendo preparado para a Paraíba. Os exemplares são registrados e vão embarcar para o Nordeste em breve, ainda aguardando os ajustes finais.

    Proprietário da AZBS, Belchior da Silva, responsável pelas vendas, ressalta que existe muita procura de gado para fora do Estado, tendo uma média de comercialização de 600 exemplares anuais que saem da propriedade para outras regiões. “Estamos há 12 anos fazendo a comercialização do gado Holandês e já vendemos para diversos lugares do Brasil. Nossos principais compradores são Paraná e Minas Gerais e agora estamos vendendo para o Nordeste. Tem muita procura pelo nosso gado”, frisa, lembrando também que o gado Holandês também se adapta a qualquer região e ambiente

    Para o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, esta venda realizada para a Paraíba prova que o Rio Grande do Sul é um dos maiores detentores de genética da raça Holandesa. “O Holandês puro tem aqui um nicho muito importante que pode distribuir esta genética para o país, pois temos criadores que vem investindo em genética, conforto, alimentação adequada e números”, observa.

    Segundo o dirigente, o Rio Grande do Sul conta com criadores que conhecem a atividade leiteira, o gado leiteiro, a raça holandesa e tudo que ela pode nos fornecer. “A raça Holandesa é a maior produtora de leite do mundo e aqui podemos cada vez melhorá-la e reproduzi-la e por isso que falo que temos condições de fazer na Gadolando muitos sócios e registros”, destaca.

    Tang afirma que com o uso de sêmen sexado, de qualidade, muitos produtores começam a ter fêmeas excedentes, pois em regra geral os criadores repõem cerca de 20% do seu rebanho por ano. “E se usamos sêmen sexado ou você tem muitos nascimentos de fêmeas, uma renda extra do criador é vender estas fêmeas excedentes. E você tem que ter qualidade, aí podemos agregar valor. E esta é uma fonte de renda do produtor, a venda de matrizes, e isto está se consolidando”, complementa o presidente da Gadolando.

    (Texto de Nestor Tipa Júnior/AgroEffective e Foto e Belchior da Silva/Divulgação)
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    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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